Baronesa Responde: Masturbar Estranhos, é um fetiche normal?

Alguns leitores já fizeram perguntas parecidas, e apesar de mais homens do que mulheres comentarem que possuem o fetiche de masturbarem pessoas estranhas, fui procurada por uma quantidade razoável de mulheres também. E me assustei com o quanto as jovens (bem jovens) de hoje tem essa fantasia!

Mas saibam, lidar com as taras das pessoas pode ser muito perigoso, é necessário muito cuidado com as coisas em que nos metemos. Muita gente ruim existe por aí, todo o cuidado com estranhos é pouco.

Homens geralmente em cinemas pornôs e banheiros públicos, a maioria de perfil heterossexual com impulsos bi e homo enrustidos. As mulheres, a maioria jovem curiosa, e idade da loba bem determinada. Masturbam homens geralmente mais velhos, de forma discreta, e sem contato posterior. Nos relatos também ficou claro que geralmente se dispõem voluntariamente a pequenos abusos como encoxadas e passadas de mão em locais apertados.

Eu sei que isso vai contra tudo que a moralidade prega. Mas estou apenas relatando o que tenho recebido por e-mail, que é baronesahungara@gmail.com

Ao que parece, a masturbação de tarados estranhos pode ser a tara de muita gente aparentemente normal/



7 comentários:

  1. O imprevisível, o desconhecimento... são mto excitantes. Posta alguns relatos desses, Baronesa. Lembro de cada situação rs.
    Drake

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  2. Hummm, isso é muito bom.
    Adoro masturbar os encoxadores no metrô, sempre com uma amiga que encobre, e se o pitéu for grande como gosto até levanto a saia, sempre sem calcinha para ser deliciosamente penetrada por trás.
    Fazemos isso quase diariamente, adoramos passear, masturbar e sermos tambem penetradas por estranhos. Cris.

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  3. Desde que comecei a acompanhar esse blog amo as historias, imagina cada fantasia dessas ė muito bom, sempre quis passar por uma situaçao a sim quando emcochava algumas pessas no onibus,e sempre quis dar carona a uma mulher que goata-se de algo a sim

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  4. Eu achei que você se assustaria e esconderia a tetinha. Mas não! Você me olhou e deu risada; eu lhe retribuí. Deu um friozinho na minha barriga. Mas nós 2 ficamos olhando para o morenão. Ele se aproximava cada vez mais perto. Você me perguntou: e agora? Eu respondi: deixa! O morenão chegou pertinho, querendo saber as horas. Os olhos inquietos do cara observavam aquela cena: tetinha de fora e pau pelado pendurado. Você se levantou normalmente, como se estivesse vestida, e foi até a sacola, a uns metros dali, pegar o celular. Você passou bem na frente dele. Só pode ter sido de propósito, imagino. Eu fiquei olhando os seus passos. Percebendo que o cara reparava fixamente as suas tetinhas. O morenão estava sem camisa, só de shorts. Vestia havaianas. Dava pra ver um volume formado no shorts. Foi isso mesmo que eu olhei. Deu pra ver que alguma coisa lá dentro do shorts tinha “vida própria” – é como você diz. Devia estar inchado, latejando, querendo pular pra fora. Na volta, você respondeu que eram duas e quinze. Você se sentou na cadeira e o cara ficou em pé, meio sem reação depois de saber a hora. Eu me mantive na areia, recostado na canga. Com o pau inchado, peladão, nem acreditando na sua tetinha à mostra, sendo desejada pelo morenão. E você o vendo sem reação, paralisado olhando para as suas tetinhas, perguntou se ele era dali de Santiago. Ele respondeu que era sim, que era caseiro do Dr. Fulano. Você parecia estar dando mole e seguiu conversando: “Aqui pode fazer top less? As pessoas ficam sem biquíni? Senti que você queria mesmo era puxar conversa, pra ele ficar ali. Será que você estava gostando de ser observada? Eu só fiquei olhando e ouvindo. Olhando ele vidrado na sua tetinha, com o volume no shorts aumentando, e ouvindo o seu xaveco para o cara ficar ali. Você mandou o cara se sentar e ele se sentou. Ficou ali mesmo na areia. Daí você continuou: “(...) o meu marido gosta de ficar pelado, você também gosta?” Primeiro ele deu um sorriso safado. E meio sem vergonha, ele disse apontando o dedo que costumava ir à mata. Você se sentiu atraída pela conversa, se interessou pelo assunto: “é mesmo? Como é isso? Você fica pelado lá? ...” Ele quase sem tempo de responder as suas sucessivas perguntas, disse que na mata ficava pelado. Ali não ficava. Nem podia. A casa dos seus patrões era na praia. E você interessada quer mais resposta: “Ah é?!?! E você fica pelado lá com quem?” O cara ficou meio titubeando pra falar. Pareceu não saber se respondia. Estava acanhado, sem jeito. Acabou falando. Disse que era com um amigo. Que os dois iam na mato brincar. Foi incisivo em dizer que não tinha nada de mais: “Não sou viado não! Eu vou com o cara lá na boa. Só pra ficar pelado mesmo, não tem sexo não ...”. Ele explicou que desde moleque sempre acontece isso. Querem ver ele sem cueca. Ele contou que tem o pau grande. Que foi se acostumando com isso e tomou gosto. “Não tem nada de mais! Os caras querem ver e eu mostro.” Você curiosa, já emendou: “Mostra, então!” O cara só deu uma risadinha safada e alisou o pau por cima do shorts, pra você perceber que era diferente mesmo: “Ah! ... Aqui não. Tem a casa do patrão! Vamos lá na mata que eu fico pelado.” E eu só prestando atenção na história toda. Fiquei com o pau melado e nem acreditando na sua conversa.

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  5. Você se superou. Falou bastante com o cara. Até pediu pra ele mostrar o pau! E eu nem falei nada. Então tive que falar: “Tira pra fora ... não precisa ficar pelado! Disfarça ...” Chamei ele pra sentar perto de mim. Ajeitei-o numa posição de frente para o mar e as árvores atrás. Na nossa frente ficou a sua cadeira. Eu e ele sentados lado a lado e você na cadeira, em frente. “Poxa, eu já estou pelado mesmo ... põe o pau pra fora!” O morenão não fez cerimônia e abaixou o shorts. O pau dele era diferente mesmo! Um pau grosso, bem moreno. Com a cabeça bem feita, redondinha que ficava pra fora e sem pelinha. Na posição deitado, a cabeça vinha no umbigo. O pau descansava duro sobre a barriga. Você se desencostou da cadeira e chegou mais perto pra ver. Eu estava ali do ladinho, louco pra colocar a mão naquilo. Ele mesmo falou: “Pega! ... Os caras ficam com vontade de pegar, pode pegar, eu não ligo.” Coloquei a mão e levantei aquele pau que estava na barriga dele. Senti quentinho e duro. Comecei a explorar, tirar mais a cabeça pra fora. Quis conhecer tudo. Senti um cheiro de pinto, acho gostoso, aumenta a vontade. Ainda mais que estava babando. Segurei no pau dele. Fechei a mão naquele negócio grossão. Apertei. Depois, comecei uma punhetinha pra ele de leve. Você ficou vidrada olhando. Eu quis também esfregar o meu pau duro no dele. Mas a posição deitado não ajudava. Ficaria muito indiscreto pra quem eventualmente vise de longe. Os dois deitados lado a lado e eu tentando encostar o meu pau no pau dele. Falei pra você sair da cadeira e nós 3 nos levantamos. Eu estava completamente pelado. Você estava com o fio dental e mostrando a tetinha. O cara estava com o shorts abaixado. O pau grossão duro balançando, retinho, apontava pra todos os lados conforme ele se mexia. A gente fez uma rodinha, os três. Vc ficou olhando bem de pertinho o meu pau encostar no dele. Eu peguei os dois e coloquei juntinhos. Esfregava também pau no pau. Percebi que o pau dele estava muito duro, em pezinho. Ele olhava pra suas tetinhas, enquanto eu segurava o pau dele. Você resolveu segurar no meu pau. Eu batia uma no pau do cara e você no meu pau. A gente se beijou.

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  6. Ficamos nos lambuzando, lambendo a boca. Foi gostoso porque, nessa hora do beijo, tive uma surpresa. A sua mãozinha encontrou a minha no pau dele. Eu e você ficamos segurando o pau dele. A gente começou a punhetar o pau do cara. Eu soltei o pau dele e a sua mãozinha ficou lá. Você se acostumou com os dois paus na mãozinha. E aproveitou bastante. Quis colocar um pau pertinho do outro. Até brincadeirinha de medir você fez, dando risada safadinha pra mim. O pau dele tinha uns quatro dedos a mais que o meu. Você olhava a cena e falava assim: “O dele é grande!!!” E ria bem safadinha. Você também gosta de cheirinho de pinto. Pra quem gosta, ali estava o ideal. Às vezes, você pegava melzinho do pau dele pra passar no biquinho da tetinha. A sua carinha estava bem safada com tudo aquilo. Eu me divertia. Muito tesão. Até a mãozinha melecada de melzinho do pau você lambia. E voltava a melecar as cabecinhas. A mãozinha faz direitinho. Passa de levinho o dedinho no pau todo ... carinho! A sua vontade de esfregar a bunda no pau dele fez você ajeita-lo numa posição própria. Em pé você se baixou pra passar a língua no meu pau e roçar a bunda no pau dele. O seu fio dental não escondia quase nada. A bundona ficava totalmente exposta; tudinho! As tetinha a mostra e a bundona no fio dental. Tudo de bom! Você esfregou muito a bundona no pau dele, lambendo o meu pau. O morenão gemia. Ele estava enlouquecido. Fiquei olhando a sua carinha safada lambendo o meu pau e se esfregando a bundona no pau dele. Os seus olhos viraram pra cima na minha direção e você deu um sorrisinho. Entre lambidinhas no meu pau, você disse: “Ele gozou ...” E ria bem safadinha. Eu já desconfiava. O cara gemia muito, sinalizava o gozo. Eu olhei na sua bunda e vi um sinal de porra (“quentinha”!?!? Rs...). Aquele risco, o caminho que tinha espirrado. Só foi eu ver aquilo que gozei também. Espirrei muito forte, dei uns cinco jatinhos. Gozei bastante. A mãozinha não parou, fez até terminar. Tudo melecadinha. O cara ficou ali em pé com o shorts abaixado. Meio não acreditando em tudo aquilo. Eu peladão fui procurar a sunga. E você saiu pra pegar a toalha. Depois que você passou a toalha na bundona, você limpou o meu pau. Deve ter te dado pena do cara. Porque, você o chamou pra perto e passou a toalha no pau dele também. Deu o mesmo tramento. O cara levantou o shorts. Eu coloquei a sunga. Você ajeitou o fio dental e colocou o biquíni. A brincadeirinha tinha chegado ao fim. Percebendo isso, o cara se despediu e foi embora. A gente ficou ali ainda, sentadinhos curtindo a praia por algumas horas mais. A gente até meteu ali na praia na sua bucetinha toda meladinha. Passamos a tarde namorando gostoso. Pertinho, fazendo carinho, abraçando e beijando, em Santiago.

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