Eu confesso: ...

Baronesa, eu confesso que: isso.
Gil. - RJ
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Ai, linda. Eu confesso que ... Eu também!
Beijo da Baronesa













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4 comentários:

  1. Dúvida Baronesa, pq nunca postou nenhuma foto sua, principal aquelas nuas que não dão para serem reconhecidas? Adoraria ver a foto de como é seu cuzinho, o imagino sendo muito arrombandinho...

    beijos..

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  2. Conheci minha companheira num curso e extensão há 7 anos atrás. Imediatamente me apaixonei por ela. A Sandra (nome real, se for publicar, por favor, mude) é simpática, alegre, do tipo que conquista fácil a amizade das pessoas. Ela também é linda, loira natural, olhos verdes, seios fartos e naturais. Começamos a namorar e um ano depois já estávamos morando juntos. Tivemos um casal de filhos, o que não atrapalhou nossa intimidade.

    O nosso sexo mudou muito nestes anos. No início era mais amoroso, romântico, carinhoso. Depois ela começou a falar das fantasias dela de ser amarrada e estuprada. Acabou despertando meu lado mais sádico. Depois de algum tempo não fazíamos amor, só sexo. Hoje eu só gosto de sexo com violência. Sem violência, pra mim, não tem graça. Eu gosto de puchar o cabelo dela, meter com força, bater na cara, cuspir na cara dela, xingar, humilhar, fazer ela andar de quatro pela casa. E ela gosta disso, gosta de ser passiva, de servir, de ser escrava.

    A nossa vida melhorou ainda mais quando abri uma empresa que deu certo. Pedi demissão no meu emprego e passei a me dedicar full time no negócio que está dando muito dinheiro. Nos mudamos para uma casa maior, trocamos de carro, viajamos pro exterior com muito mais frequencia.... E a mulherada vc sabe como é, não é? As mulheres da minha empresa dão muita atenção. Uma estagiária chegou a me mandar umas fotos dela de bikini, de frente e de costas. Não fiz nada, só apaguei as fotos. Nunca traí a Sandra, mas confesso que já estava pensando na possibilidade. Era questão de tempo.

    Tudo mudou quando fomos numa balada com a galera do trabalho dela. Assim que chegamos a Sandra foi correndo para a pista. Eu fiquei na mesa, não sou muito de dançar. Um colega dela do trabalho começou a dançar com ela. O cara era um negro, alto, forte, desses que passam o dia inteiro na academia. E a Sandra adora negros, embora eu seja branquelo. Antes de a gente se conhecer ela chegou a noivar de um homem negro, mas terminaram depois que ela descobriu uma traição do noivo. Eu percebi uma certa intimidade entre eles, achei meio estranho. Comecei a observar e reparei que as amigas dela trocavam olhares, umas com deboche e outras com cara de espanto. Senti uma sensação estranha, ao invés de ficar puto, com ciúmes, senti um esvaziamento, um sentimento de submissão, toda aquela vontade de trair ela sumiu na hora.

    Quando chegamos em casa fizemos amor, sem violência, do jeito que fazíamos quando namorávamos. Foi chato e acho que ela não gostou. No dia seguinte levei café da manhã na cama, lavei a louça e deixei ela escolher todos os restaurantes e programas do fim de semana. Fiquei encucado com aquela imagem dela dançando na minha cabeça e resolvi olhar o facebook dela. Tentei as senhas mais comuns dela e consegui entrar. Quando localizei o cara eu gelei, senti um frio na espinha. Eles falam de vários assuntos, mas o principal é o sexo, entre eles. O tempo todo eles se convidam e elogiam o sexo um do outro. As conversas são explícitas. Eu comecei a tremer. Perdi totalmente aquele instinto sádico e fiquei num estado completo de submissão. Fiquei imaginando os dois transando, eu sei o tipo de sexo que a Sandra gosta e imagino como aquele cara deve estar fudendo ela. Quanto mais eu imaginava isso, mais submisso eu ficava.

    Quando ela chegou em casa eu não falei nada. Nem no dia seguinte, nem no outro dia. Mais ou menos uma semana depois tentei fazer amor com ela, bem submisso. Tentei beijar os pés dela e ela não deixou. Terminei no papai e mamãe mais sem graça que fiz na vida. A Sandra não gosta de homens submissos e aquele sexo nos afastou ainda mais. Ela começou a chegar cada vez mais trade do trabalho eu sei o que ela anda fazendo. Já faz um mês que não fazemos mais sexo. Antigamente, quando ficávamos uma semana sem sexo ela tomava a iniciativa. Já chegava com os seios de fora chupando minha pica. Agora ela só deita, vira para o lado e dorme.

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  3. Ontem tentei de novo fazer sexo com ela, bem submisso, não tenho mais vontade de dominar. Ela falou que estava cansada e que queria dormir. Hoje, fiquei observando bem ela se arrumar para ir ao trabalho. Geralmente a Sandra usa calcinhas grandes e confortáveis. Hoje ela colocou uma lingerie preta, fio dental, bem sensual. Eu fiquei olhando ela com cara de babaca e ela me olhou nos olhos com ar de superioridade e balançou a cabeça afirmativamente, como quem diz: é isso aí, é isso mesmo. Ela sabe que eu sei. Eu fiquei admirando ela se perfumar com aquela calcinha toda enfiada na bunda e não resisti, me ajoelhei e tentei beijar seu pé esquerdo. Ela puxou o pé e falou um "não" com arrogância. Quando ela estava saindo eu perguntei se podemos almoçar juntos e ela riu com sarcasmo dizendo que "depois a gente se fala". Saiu sem dizer mais nada.

    Não sei o que mais vai ser do meu casamento. Hoje se resume a eu ficar implorando para bejar seus pés enquanto ela sai para se saciar com o amante. É um ciclo vicioso. Quanto mais eu imagino ela fodendo com o amante, mais submisso eu fico. Ela não gosta de homens submissos, me despreza e vai se saciar com o amante, iniciando o ciclo novamente. Eu só queria nenos desprezo dela, que aceitasse ser minha dona e me agredisse como eu egredia ela, mas acho que nem isso ela quer.

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    1. Cara, termina com ela.
      Tem muita mulher por aí, vai ser feliz!

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