Confissões: Meu filho foi feito por outro homem

" Queridíssima Baronesa da Hungria
Li um livro esses tempos e acabei descobrindo de onde você retirou seu nome! Leio seu blog faz pouco tempo, mas gosto muito, e vou resumir o que quero compartilhar com você, para ver se alguém mais vive isso ou tem vontade, para trocar ideias por e-mail.
Eu sou um homem praticamente impotente sexual, e tenho uma coisa chamada micropenia. Meu pênis tem problema de desenvolvimento, e eu aceito isso bem e minha esposa também. Meu irmão tem o mesmo problema, e meu pai também tinha. Logo, por ser um problema genético, sei que um filho meu provavelmente também teria. Aí começa a história: Minha esposa e eu nos amamos muito, e queríamos muito ter um filho.


No sexo a gente gostou sempre de usar brinquedos, ela se realiza sexualmente comigo. Mas sempre fantasiamos sexo com outros homens, e fizemos numa casa de swing. Ela não gostou muito, achou frio, mas nos divertimos, e repetimos duas vezes. Eu gosto de me sentir humilhado com essa coisa do pênis, mas ela não tem coragem de fazer, sente pena, até chora quando brinco muito com isso, diz que me ama muito, e amolece. Comecei a ter a ideia fixa de ela engravidar de outro homem, pra nosso filho ter menos chance de um pênis como o meu. E várias vezes brincamos e gozamos pensando nisso.


Nadia tem 29 anos. Eu tenho 31, e moramos no interior de SP. Sou funcionário federal, e ela é arquiteta, temos uma vida confortável, e somos muito bem resolvidos e felizes. Dois anos atrás mandei e-mail pro Ulisses, do Sonho de Manso, e ele me indicou um cara do RS pra conversar sobre isso. Três meses de conversa, trocas de fotos, videos, telefonemas, e Nadia e eu enlouquecemos de vês, decidimos engravidar dele. Conversa, pacto, exames. Ele já tinha feito antes, tem outros dois casais para quem doou esperma. Camarada muito inteligente, QI alto, apesar de fisicamente ser um homem normal, temperamento equilibrado, um genitor perfeito.

Fiz questão de me propor cobrir todas as despesas, e documentar algo que ele quisesse. Exigimos exames mútuos, de todos os tipos, os pré-conjugais. Ele não aceitou que eu pagasse os custos. E então encerrei o assunto. Levou mais um mês pra ele entender que era impostante pra mim, questão de hombridade, arcar com isso. E ele veio.

Pra meu desespero, o cara é muito gente boa. Equilibrado, parceiro, amigo. Inteligente, simples. O tamanho do pênis dele simplesmente não nos importava, tanto que nunca pedimos pra ver. Ele chegou pela manhã, e os planos era de que à noite as coisas começariam, se tudo desse certo. E deu.
A noite começamos as preparar as coisas, e os deixei à sós. Não foi difícil, minha mulher já estava bem animada por ele, e foram discretos naquela noite. Segundo os planos, seriam três noites de tentativas, no período fértil dela. No meio do segundo dia, comecei a ter problemas.

Tive crises de ciúmes, e disse a ela que queria encerrar tudo. Cheguei a tratá-lo mal, pedi que fosse embora. Ele foi cavalheiro, pediu algumas horas pra fazer trocas de passagens. Quando retornou da cia aérea, Nadia me fez me desculpar. Naquela noite, que foi a segunda, ela não voltou do quarto de visitas. Dormiu lá, com ele. Eu chorei a noite toda. Só consegui dormir quando me masturbei.

Acordei confuso no terceiro dia, meio tarde, eles estavam tomando café. Ele gentil, ela meio seca comigo. Neste terceiro dia, o trato seria de que fariam sexo mais cedo, pois ele iria embora na manhã do quarto dia, bem cedo. Com a troca das passagens, depois destroca, acabou indo para o quinto dia, e ele faria turismo, não o veríamos no quinto dia de qualquer forma. Os planos mudaram. Pois ele passou o dia fora no terceiro. Descobri que minha esposa marcou um café com ele, e conversaram fora. Ela estava arrependida, e queria que ele sumisse para sempre. Conversamos, e ela voltou atrás. Mas não queria sexo naquela noite.

Fomos cedo para cama, e eu dormi rápido. Acordei confuso no meio da madrugada, sentindo movimentos e ouvindo sons estranhos. Ela estava com ele ao meu lado, na nossa cama. E não restou dúvidas, eles estavam fazendo sexo a 15cm de mim. Senti um misto de desespero, raiva, desejo, mas estava paralisado. Fingi que dormia, até que simplesmente realmente dormi. Quando acordei novamente, ela estava sozinha comigo, e eu não sabia se tinha sido um sonho ou não. Só fui ter coragem de perguntar uma semana depois disso tudo. E foi real.

O quarto dia ele passou fora, e se foi no quinto. Os planos era de que eu faria amor com ela no na noite do quarto para o quinto dia. Não conseguimos, estávamos meio constrangidos, não falamos no assunto, apenas dormimos. No quinto dia ele se foi, e me deu um abraço forte no aeroporto. Disse que sou um homem de sorte, e que minha mulher me amava muito. Disse que ela tentou desistir várias vezes, e falava o tempo todo em mim. Que ele estaria sempre à disposição para conversarmos.

Quando voltei pra casa, abracei minha mulher, e agradeci muito a ela. Nos apaixonamos novamente naquele dia, e fizemos muito amor, sem penetrá-la.
O trato é que eu ficaria dois meses sem fazer contato com ele, ele só saberia depois de tudo certo, e combinaríamos posteriormente, conforme nos sentíssemos à vontade, se ele teria algum contato posterior conosco. Mas não levei três dias, e quebrei o acordo, entrei em contato. Precisava saber detalhes, e ele foi muito legal. Conseguia me manter seguro, ao mesmo tempo excitado e tranquilo com o que me contou.

Descobri que fizeram sexo anal, coisa que ela sempre abominou. Ele compartilhou segredos dela, e ela não contava pra mim. Ele me fez entender que devia respeitar esse espaço dela, e só assim ela iria se aproximar mais por mim. Ele acertou em tudo. 


No fim do primeiro mês da experiência, a notícia. Ela estava grávida! Comemoramos muito, e parei de falar com ele por uns 3 meses. Ela ficou insaciável nesse período. Fez sexo com um amigo do trabalho dela, e me confessou depois. Nossa felicidade só aumentou, ela se desinibiu, e se tornou bem mais quente como mulher. Foi com quase quatro meses de gravidez que fiz minha mulher gozar pela primeira vez, penetrando, em 6 anos de casados.
E foi me fazendo segurar sua barriga, dizendo uma frase que nunca mais vou esquecer: "Sente Maurício, sente nosso filho vivo aqui dentro. O filho que NOSSO HOMEM fez em mim para a gente". Como eu disse, sou semi impotente. Meu pênia raramente fica ereto, e quando fica, é por pouco tempo. Ficou muito, e fiz forte, ao ponto de que ela gozou. Eu não cheguei a gozar, mas fiquei muito feliz, e repeti enquanto ela gemia. "Nosso homem".

Entrei em contato com ele, marcamos um retorno. Ele veio, e fez sexo com ela grávida por dois dias. Convidamos pra padrinho. Apesar de aceitar na hora, alguns dias depois ele mudou de ideia, e nos pediu desculpas. 








Aos 8 meses dela, ele estava de passagem por SP, mas ela estava proibida de fazer sexo, por estar com a gravidez delicada. Não impediu de fazerem brincadeiras, e eu pela primeira vez assisti. Ciume, medo, prazer. Ele ajudou a superar.

Nosso filho, que tem parte do nome igual ao dele, fez um ano há pouco tempo. Ele veio para o aniversário, e foi declarado "padrinho em casa". Tem alguns traços fortes dele, e gosto de pensar nisso. De ver isso. Ano que vem, talvez a gente tente uma menina. Mas desta vez, minha. Estou determinado a tentar, mesmo com os riscos.

Mas temos um grande impasse que surgiu há alguns meses. Revelamos ao nosso amado filho parte dessa história no futuro? Deixamos ele sentir amor por este homem que admiramos, e que de certa forma até faz parte de nossa família? Ou mantemos um segredo eterno sobre isso?
Ele disse que aceitará o que acharmos melhor. Só não abre mão de acompanhar nossa vida, e de seguir amante de minha mulher e meu amigo. 

Gostaria que publicasse meu relato, Baronesa, para encorajar pessoas a conversarem sobre o assunto, e que se quiserem entrar em contato comigo por e-mail, para trocar confidências e detalhes sobre isso. Parabéns pela seriedade que seu espaço usa pra abordar a sexualidade.
(Maurício - SP - Email: [Suprimido]).

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Pessoal, como o e-mail que amei de paixão do Maurício, é pessoal, e conduz à sua identidade real, eu não publiquei. Se alguém quiser entrar em contato com eles para saber sobre a experiência, ou mesmo para pegar indicações, mandem para meu e-mail, que coloco vocês em contato. Prefiro assim, pra segurança de todos.
Beijos da Baronesa
baronesahungara@gmail.com












Resumo da palavra prazer


Sem muito a acrescentar nesta imagem. Ela resume o que eu chamo de prazer muito maior do que um orgasmo.


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