Curiosidades Sobre a Baronesa Húngara


Resolvi responder numa postagem algumas das muitas perguntas que recebo por e-mail dos leitores do blog. São todos fatos sobre mim, e a forma como penso. Se não agradar a todos, sinto muito. Faz parte da vida!



1º: Não sou educada. Sou muito ácida e pavio curto. Especialmente com homens, pois não gosto de levar desaforos pra casa


2º: Eu não sou liberal. Sou é infiel. Não sou esposinha safada de marido feliz. Sou uma mulher casada que trai o marido. Se sou safada é para outros homens. Em casa sou uma mãe de família, que ama o marido e a filha. Cuido muito bem deles, mesmo que esteja toda arregaçada de tanto trepar com estranhos o dia todo.

3º: Dei para todos os homens que convidei para um café. Especialmente os que convidei para tomar café na minha casa. Antes da água esquentar, geralmente, já ralei os joelhos chupando.

4º: Nunca transei com um negro depois de adulta. Lá, nas experiências de menina na escola, uns dois ou três dos meninos que faziam fila para me comerem eram negros. Mal lembro dos meninos daquela época. Depois desta fase, nunca mais. Quem sabe não surge uma oportunidade um dia desses?

5º: Já vomitei tentando fazer garganta profunda. Não sou boa nisso, não consigo direito. Chupo com dedicação, mas a anatomia não me privilegiou.


6º: Já juntei camisinhas usadas por duas semanas pra tentar fazer uma foto pro blog. A experiência não deu certo. Fedem, ficam escuras. Só vai dar certo no dia que usar várias no mesmo dia.

7º: Eu prefiro sexo anal. Não que eu sinta mais prazer, é que sinto mais conforto.  Só faço sexo sem anal se o homem for muito pouco habilidoso. Ou seja, só não fez anal comigo quem não sabia fazer sexo direito.


8º: Já fiz coisas sexuais por dinheiro. Mas não gosto de tocar no assunto assim, não foram coisas na morais, e certamente gerariam uma polêmica infinita!


9º: Já e ofereci para um cão. Lamentavelmente ele não entendeu, não aceitou. Quem sabe um dia?

10º: Já fui estuprada. Bebi demais numa festa, e fui parar num carro. Não sei por quantos, nem sei direito como foi. Às vezes acho que lembro de um detalhe que outro, mas não tenho certeza se são imaginações. Não tenho trauma algum, até me excito às vezes pensando nisso, embora não queira de jeito nenhum que aconteça de novo. Foram meses de exames, e muita preocupação.

11º: Incesto. Eu realmente gosto, me excita muito o tema. Não sei se faria, mas me exita imaginar e fantasiar com incesto.







Confissões que recebi

Recebi uma enormidade de confissões pelo email baronesahungara@gmail.com , e selecionei alguns para postar aqui. As imagens são de internet, tá? Mas as confissões são as que os leitores me mandam, com uns pequenos ajustes nos textos. Beijos da Baronesa.

> Eu confesso, transo com meu tio desde garota:
Tenho 37 anos, separada, tenho um filho de 12 anos. Quando tinha 15 meu tio foi meu primeiro homem. Ele me apresentou meu ex-marido, mas continuamos nos encontrando até meus 27 anos, quando me mudei de cidade, e não tivemos mais encontros com sexo. Nem falamos mais no assunto. Tinhamos 30 anos de diferença, mas eu gostava muito. Com a idade e a saúde dele que tem diabetes fomos parando.
Ele sempre foi querido e boa gente. Ajudou muito meu pai, e pagou minha faculdade e até hoje paga escola de minha filha. Resolvi contar aqui por que acho que é o unico lugar que ninguém me julga.
Beijo
(J.D. - PR)






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> Eu confesso, tenho a fantasia de fazer um bukake:
Fico louca quando imagino o contraste da minha pele morena com a porra branca de vários homens diferentes.
Sei que hoje é dificil. Mas é um desejo que sempre tive.
(Mariana - DF)














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>Eu confesso: Gosto que minha mulher me diga que tenho pau pequeno


Eu tenho um pênis de 15cm. Não é muito menor que a média nacional. Mas gosto de ouvir minha mulher dizendo que já transou com o ex-marido e que o pau dele era maior. Fico excitado.














Dois presentes que ainda desejo ganhar

Eu moro num lugar difícil de encontrar coisas gostosas como estas. Mas como queria ganhar esses presentes! Um consolo animal lindo desses (que acho que só aguento no bumbum, pois é muito grande), e um vibrador Magic Hand!
Meus sonhos de consumo!
baronesahungara@gmail.com

Relato: Uma mãe de Portugal

Recebi esse comentário de uma mãe, que pelo linguajar, me parece portuguesa. Achei interessante expor o relato dela como postagem também, já que nos propomos a falar sobre todos os fetiches sem julgamentos. As imagens são da internet, não são reais.
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Sou divorciada, tenho 40 anos e um filho com 18, confesso que muitas vezes sinto desejo de praticar sexo com o meu filho. 

Se não fosse o tabu que existe, além.de ser também pecado, é possivel que já tivesse acontecido, tendo em vista as minhas necessidades sexuais e noto na forma que êle olha para o meu corpo, que deseja igualmente ter relações intimas comigo, pois já espreitei, algumas vezes, que êle vai mastrubar-se na WC com biquine que pouco antes despi, o qual cheira frequentemente antes de se esporrar e, ao presenciar este seu procedimento fico excitadissima, imaginando como seria sentir dentro de mim aquele velumoso instrumento que possui entre as pernas. 

 Nenhum de nós tem qualquer pudor em andar completamente nu em nossa casa, quando a sós e, daí talvez a excitação que ambos sentimos. Isto é uma prática que existiu desde sempre, mesmo entes do meu divórcio, com êle ainda criança. Não sei portanto durante quanto tempo iremos resistir a esta atracção.

Uma mãe (Recebido por Comentários)
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Por onde eu sempre preferi?

Uma meia dúzia de leitores do blog já me perguntou por email a minha preferência quanto a sexo anal, vaginal ou oral. Certamente leitores que não acompanham o blog desde o começo, onde eu conto que minhas primeiras experiências com o sexo masculino foram todas apenas com penetração anal.

Mas vale lembrar que eu sempre fui uma menina fácil de penetrar por trás. Sempre gostei, desde criança, de brincar com meu ânus. Desde que tenho lembranças, eu gostava da sensação de penetração anal com objetos, e antes mesmo de ver o primeiro pênis de minha vida já havia colocado em mim mesma quase tudo de cilíndrico, liso e mais fino que meu pulso em meu bumbum. Mas não por prazer sexual propriamente, mas simplesmente por me fazer sentir bem!

Minha primeira experiência com um pênis demorou um pouco mais, pois antes da penetração anal, ensaiei a masturbação de meninos da escola, no local onde eles se reuniam para se masturbarem coletivamente, medir pintos, trocarem materiais pornográficos. Escolas de interior tem dessas coisas, talvez até hoje. Imaginem nos anos 80.

lá, quando se acostumaram a minha presença persistente, um deles, um pouco mais velho, e não por acaso um dos mais perversos, com frequência se masturbava olhando para mim. Não demorou a me pedir para tocá-lo. Algumas recusas por alguns dias, e bastou para que ele mesmo diante da negativa, pegasse à força minha mão. Nas duas ou três primeiras vezes, fiz forçada. Nas demais, aceitei meu destino, pois estava lá por querer. Não lembro se já havia masturbado todos os pintos quando o mesmo rapaz, numa outra ocasião, instigou outros meninos a me segurarem para ele terminar seu gozo em minhas nádegas.

Foi dele o primeiro pênis que eu toquei, e também o primeiro que entrou em meu ânus. Mesmo sendo pouco mais velho que eu, era ainda assim um menino. Avantajado no tamanho, em relação aos demais, ele comandava aquela situação toda com bastante imponência. Não era nada inteligente, nem bonito. O pênis tinha quase o dobro do tamanho de todos os outros, mas não era maior do que os objetos médios que eu gostava de penetrar em mim. Confesso que foi muito fácil entrar. Mas ardia muito quando ele ejaculava. Especialmente por que a maioria deles ejaculava dentro de mim, e lá pelo terceiro ou quarto menino, mesmo já sendo laceado, meu ânus ficava bastante assado. Ardia e coçava bastante nos dias seguintes. Geralmente já estava boa para a semana seguinte. E por vontade divina ou muita sorte, nunca peguei qualquer doença naquela irresponsabilidade juvenil, nem mesmo inflamações ou infecções simples. Nos dias atuais, uma menina estaria sentenciada, em meu lugar.

A primeira vez que fiz sexo vaginal, de forma consentida, foi anos depois, com meu marido. Mas a força, esse rapaz mais velho me deu algumas estocadas uma vez, e doeu tanto que quase desmaiei. Consegui me contrair até que escorregasse de volta para minha bunda, o que foi um alívio. Se não me engano, em algum relato anterior já falei disso. E foi esta a última vez que tive qualquer contato físico com ele, pois perdi a confiança, e comecei a perceber o risco naquilo tudo. Acho que foi quando passei a amar um daqueles meninos, o único que nunca me penetrava, e que hoje, é meu marido.

Foi com meu marido também meu primeiro sexo oral, Achei sem graça, e só fui realmente aprender a fazer sexo oral já bem mais velha, adulta, e já mãe. Aprendi com um homem terrivelmente safado, que se recusava a gozar quando transávamos. Só me senti completa no dia em que o fiz gozar na minha boca. Então aprendi de verdade.

Nisso tudo, o que posso dizer é que minha preferência não é por uma dessas práticas. Nem anal, oral ou vaginal. É pelo verter da porra. Pelos minutos de impotência de descontrole de um macho diante de uma fêmea. 

E uma coisa engraçada nisso tudo, é que eu era uma menina pura e ingênua, apesar de tudo. Uma menina de vagina virgem, de calcinha sempre manchada de sêmen, de diversos meninos, escorrendo do ânus alagado e laceado. E aprendi a lavar minhas calcinhas no banho por isso. Para que minha mãe nunca notasse. Se é que nunca notou, pois se percebeu, sempre foi muito discreta.




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