"Minha Filha Vai Dar Trabalho"

"Sou pai de uma menina, ainda criança, e escuto muitas piadinhas do tipo VIROU FORNECEDOR, HEIN?, ou então coisas do tipo VAI PASSAR TRABALHO COM ESSA DAÍ, JÁ TEM JEITINHO DE MULHER. Eu não sinto atração nem tesão pela minha filha, até pq é uma criança. Mas me me excito quando imagino ela já grande, sendo uma mulher ativa sexualmente, e fazendo sexo com a a mesma liberdade que os homens tem e sempre tiveram. Acho os piadistas mais engraçados que suas piadas, pois são machistas tolos. 
Quero minha filha livre como qualquer menino é, se descobrindo, masturbando, vivendo e amadurecendo sexualmente, com a segurança de um pai que vai estar ao lado dela para qualquer coisa, inclusive para apoiar suas escolhas, e responder as perguntas difíceis que muito pai se aperta para responder.

Então, cada vez que alguém me diz SUA FILHA VAI DAR TRABALHO, eu penso: Espero que sim. E muito. E que eu me orgulhe muito dela, e que me dê tanto trabalho quando um filho homem me daria.

Parabéns, Baronesa Húngara, que criou esses espaço tão bonito e sensual para tratar de uma coisa que, na verdade, não passa de uma excelente ferramenta para pregar a libertação das mulheres! Tudo de bom para você!"
(Marcos P., 33 anos - Santos/SP) 



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Marcos, querido, eu fico aliviada e com fé na humanidade quando vejo um homem, maduro, que apesar de jovem já é um homem de verdade, demonstrando tanta percepção da necessidade de fazer da própria educação dos filhos um lugar de crescimento da sociedade.
Eduque ela para a liberdade, mas para a responsabilidade. Para o trabalho, mas para a independência. Eduque ela para o amor, mas deixe-a pronta para a guerra!
Beijos, e sou sua fã!
(Baronesa)
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Se você quer fazer contato com o Blog, encaminhe seu e-mail para baronesahungara@gmail.com



Eu Confesso: Algumas confissões que recebi

Jogo rápido, não nem enfeitar muito. Seguem algumas confissões que recebo pelo e-mail (baronesahungara@gmail.com), e que achei bacana de compartilhar com o pessoal:




M.S, de SC, confessou que começou a fazer swing para agradar o namorado, e que descobriu que gosta mais de mulheres do que de homens. Que sente cada vez menos prazer com o namorado, e que se não for com outra mulher junto, não tem tesão e nem consegue gozar direito.
Que armadilha, hein baby?
Respondi a você por e-mail, mas não tema. Seja feliz, goze como gosta, e não faça o que não gosta. Quer tentar o prazer com outras meninas, vai fundo, garota! Seja feliz! Mas não se force a experiências que não curte, ok?



J, do PE, confessa que gosta de fantasias que está apanhando da mãe. Que se excita muito, e que se masturba pensando nisso. Explica que nunca apanhou da mãe, que morreu quando era bem jovem, e que não lembra direito como ela era, mas que pede sempre para apanhar de mulheres mais velhas com quem fica, imaginando ser a mamãe.
Respondi por e-mail também. Isso tem explicação, e relação com a autoridade materna que você perdeu muito cedo! Nada errado em se excitar, mas não deixe de comentar a respeito se fizer análise, você pode receber boas dicas de como não deixar isso incomodar você no futuro! Beijo!
  

Aninha de MG, gosta de se exibir na rua, correndo risco de ser vista. Já perdeu e ganhou namorados por causa desse fetiche, e que tem medo de nunca ser amada por adorar fazer isso.
Linda, seja feliz, perca quem perder, ganhe quem ganhar. Só procure lembrar que tem certas coisas na vida que só podemos compartilhar com as pessoas certas, ok? Beijos
Ale, de SP, tem tesão pela sobrinha. Muito. Já brincou de ensinar ela a beijar, e tem medo que ela conte pra alguém.
É, tenha cuidado, viu? Se ela contar, pela idade dela, você tá frita! Lembre-se, há coisas que a gente não pode tirar do campo das fantasias, para não se complicar. Beijos pra você.




E pra quebrar a sequência "lesbo", tem o R., do PR. Ele confessa que desde que teve a experiência de ver sua amada namorada na própria cama com um amigo dos dois, não tira isso da cabeça, se masturba todos os dias pensando nisso, que já se arrependeu, mas sempre volta a pensar. Acha que pode estar doente, ou precisando de ajuda pra tirar isso da cabeça.
Meu conselho sincero, R.?
Se atire na sua cornitude. Você PROVOCOU a situação, pediu para viver isso, deixou ela confiar em você. Se você não for homem o bastante para amar e idolatrar a sua namorada, que teve a grandeza e a coragem de colocar um chifre nessa cabeça de vento, você não  a merece. Há milhares de homens sonhando com uma mulher assim, dariam a vida por ela, e ofereceriam a cama todos os dias para ela ser feliz nos braços de homens de verdade. E caso você não seja um, ao menos dê o lado para quem pode fazê-la feliz, e vá roer seu chifre torto chorando noutro lugar.
Se arrepender é normal, ficar confuso também. Mas culpar a mulher pelos fetiches que você mesmo propôs, é uma covardia digna de solidão eterna.
Não seja frouxo.
  




Quer confessar para a Baronesa? Sua identidade e seu e-mail jamais serão revelados, mesmo que você peça.
Escreva para baronesahungara@gmail.com

Sandra confessa: Se prostituiu pela fantasia do namorado, e está adorando.




Amo meu noivo mais que tudo. Um dia descobri que ele gostava de me imaginar com outro homem no sexo, pois ele sempre me perguntava do passado. Mas como ele foi meu terceiro homem na cama eu não tinha muito o que contar. Começamos a brincar com a fantasia de que eu fazia programas pela rua, e transava com ele no fim das contas.
 Cheguei a transar com um amigo meu durante uma tarde, e à noite transei com meu noivo contando os detalhes, e foi maravilhoso. Descobrirmos o prazer nisso, e eu fingi que tinha sido um programa, ele adorou de verdade. Resolvi fazer um perfil de acompanhante num site, e começaram as propostas, que me excitavam muito! Nossa, eu adorei aquilo, e acabei fazendo um teste, e ganhei R$400,00 de um rapaz, meio estranho, meio feio. E senti um prazer esquisito, tipo, ele não era bom de cama, nem gozei transando. Mas quando morri de tesão me sentindo uma prostituta!

Contei ao meu noivo. Ele ficou bravo, brigou, chorou. Ligou, se desculpou, veio na minha casa, transou comigo, gozou, chorou, brigou, foi embora. Terminou. Ligou, se desculpou, voltamos, e ele me pediu pra fazer de novo. E desde então, continuo fazendo, e realizando fantasias mais estranhas de vários homens. Meu noivo adora saber, e até participa de algumas fantasias.


Tenho 23 anos, carinha de nerd, mas bem ninfeta safada (hihihi), isso deixa os homens loucos. Tenho bumbum grande, peitos que sempre são muito elogiados. Amo quando gozam neles.

Se seus leitores gostarem do que contei, eu posso contar algumas das fantasias mais legais que realizei, mandar fotos minhas pra colocar na publicação, e até posso trocar contato com as pessoas que se interessem em saber mais.
Sandra (Porto Alegre/RS)





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Sandra, minha querida!
Eu adorei seu relato, e me identifiquei muito, pois passei por uma fase muito parecida com a sua! Até cheguei a ganhar bons presentes. Sei que já enviou seus relatos, e explico aos leitores que seu e-mail já tem mais de um mês, eu é que demorei para publicar a postagem por falta de tempo. Então, se os leitores gostarem mesmo, em seguida mando seus relatos de cada experiência, dos três que tenho. Pode mandar mais se tiver, e faça contato pelo baronesahungara@gmail.com para autorizar que eu publique seu e-mail.
Beijos da Baronesa!

Uma companhia que ainda me darei ao luxo.



Não vi ninguém que experimentou se arrepender. A curiosidade ainda me domina.




A Puta Com Quem Casaste

Sei que às vezes sofres, meu amor. Sofres por ter te casado com uma mulher que amas mais que a ti mesmo, e que teu amor por ela é maior e mais profundo que teu amor próprio. Sofres por que te casaste com a mulher meiga e inteligente que te cativou desde que éramos apenas crianças.


Ainda crianças, viste tua amada em tantos braços, acolhendo dentro do corpo dela tantos meninos e homens, que diante de teus olhos apenas a usavam sem qualquer afeto, sem qualquer respeito, sem qualquer pudor. E sei que amavas de olhos fechados, para não sofrer com os solavancos que os meninos faziam em meio aquele mato nos fundos de nossa escola. Sei que teve raiva deles também, muitas vezes chorou. Jamais os invejaste, pois o que querias de tua amada era muito mais do que o prazer de lhe penetrar o ânus já tão laceado e insensível aos membros tão diversificados, todos os que se podiam revezar nos longos recreios da escola.


Mas sabias que era tua a mão que essa menina tão controversa pegava para sentir-se segura e amada, na hora de ir para casa. E que foi teu o primeiro beijo que abriu o coração para o amor. O amor de uma jovem puta com quem casaste sem perguntar como as coisas seriam no futuro, pois não importaria como fossem, tu me amarias. E sabias que ela talvez não te amasse a vida inteira, e que talvez por vários momentos da vida, sequer te amaria. Teu amor era incondicional e gratuito. Teu amor era real, verdadeiro e puro. Puro e leal, ao ponto de que jamais me faltaste com o respeito, mesmo me vendo ser tratada como qualquer uma, e sentindo um certo prazer com isso, por tantos outros homens.

Sou sua mulher. Sua esposa amada. Mas jamais serei sua puta como sou de outros homens. E você talvez jamais ganhe o direito de me tratar assim, exigir relatos, satisfações ou qualquer coisa. Em troca de seu amor, terá sempre minha dedicação amorosa no tempo que me restar entre as coisas que me fazem feliz no cotidiano e as coisas que me fazem puta. 

Mãe de sua filha, educadora de sua família. A mulher que quase sempre recebe você em casa quando chega cansado do trabalho.

Você pode não ser o único homem que me toca. Mas ninguém jamais me tocará como você.



Sexo ao natural e sem qualquer reserva em casa

"Boa noite Baronesa maravilhosa da Hungria!

Escrevo esta carta virtual para parabenizar o excelente blog que você participa ou criou na internet brasileira. Moro em Roterdã há quase duas décadas e foi aqui que encontrei o ponto mais alto da felicidade. Conheci uma família com quem morei os primeiros dois anos que vivi aqui ainda adolescente, quando vim por causa do serviço de meu pai viúvo, que trabalhava em regime de dedicação extrema, e não podia ficar comigo.

Esta família especial e amorosa me ensinou a viver a vida pela mais linda visão das coisas. No início, eu estranhava o que me parecia excesso de liberalidade e libertinagem. Com o tempo senti que isso era apenas uma forma livre de expressar o amor, e vi também que muitas famílias da região tinham os mesmos hábitos. Além da constante naturalidade com a nudez, a sensualidade é diferente. 

Não existe o medo e insinuações tão comuns em países como minha terra amada, o Brasil. No Brasil, que visito todos os anos por alguns meses, me sinto sempre reprimida e com medo. Os homens parecem ter perversidade controlada apenas pelas leis duras. Na Holanda, não vivo este medo, pois somos realmente livres para a sexualidade sem barreiras.

Eu via meus novos familiares viverem o amor e o sexo quase diariamente, sem aquela visão mistificada, às escondidas. As crianças não são desorientas ao sexo, como se fosse errado. Também não forçam as pessoas à exposição, mas não existe essa culpa absurda pela sexualidade.

Por incrível que possa parecer, cresci nesta família, dos 13 aos 16 anos, e só com 19 decidi fazer sexo pela primeira vez. E escolhi meu parceiro. Eu já havia vivenciado o sexo diante dos meus olhos dezenas de vezes, ensinada sobre todos os cuidados de saúde física e emocional por minha mãe de criação, e até a masturbação me foi ensinada sem tabus. E era saudável me masturbar ouvindo e vendo meus pais de criação fazendo sexo, às vezes por amor, às vezes por pura diversão. Fui convidada a participar algumas vezes, e sempre bastou recusar conscientemente para ser respeitada. E isso só me fez bem.

Hoje tenho uma linda família, um marido amoroso e carinhoso, e uma sexualidade muito saudável e tranquila. Nossos filhos estão bem encaminhados, sonham em seguir nossas profissões como Arquitetos, e são exemplos de seres humanos, sempre dispostos a ajudar e contribuir para um mundo melhor. Afinal, se tem uma coisa que eles veem todos os dias entre seus pais, familiares e amigos, é exemplo do quanto o amor pode fazer felizes todas as pessoas.

Entendo que no Brasil algo assim não terminaria bem, o povo me parece muito diferente. As pessoas são violentas até quando são pacíficas. Mas para aqueles que conseguem ter uma visão de que no mundo as coisas podem ser diferentes, eu gostaria de compartilhar essa visão. E este blog está de parabéns, por me parecer ser um pequeno indício de que um futuro diferente e mais ameno pode ser esperado.

Meus parabéns, e obrigada pela paciência, desculpe pelo Português brasileiro meio confuso, pois perco um pouco a prática pelo tempo sem exercitar.
Cumprimentos"
Martha  (Roterdã - Holanda)



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Minha lida, o que posso dizer para você? Adorei sua carta! Sua experiência é encantadora. Embora diferente da minha, que não foi uma liberdade que veio de família, mas sim da indiferença das pessoas à sexualidade jovial, entendo muito bem as coisas que você disse.
E seu português é perfeito. Muito melhor do que o da maioria dos brasileiros que me escrevem. (risos, muitos risos!).

Beijo, e obrigada pela participação. Escreva sempre para: baronesahungara@gmail.com
Baronesa Hungara


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