Por onde eu sempre preferi?

Uma meia dúzia de leitores do blog já me perguntou por email a minha preferência quanto a sexo anal, vaginal ou oral. Certamente leitores que não acompanham o blog desde o começo, onde eu conto que minhas primeiras experiências com o sexo masculino foram todas apenas com penetração anal.

Mas vale lembrar que eu sempre fui uma menina fácil de penetrar por trás. Sempre gostei, desde criança, de brincar com meu ânus. Desde que tenho lembranças, eu gostava da sensação de penetração anal com objetos, e antes mesmo de ver o primeiro pênis de minha vida já havia colocado em mim mesma quase tudo de cilíndrico, liso e mais fino que meu pulso em meu bumbum. Mas não por prazer sexual propriamente, mas simplesmente por me fazer sentir bem!

Minha primeira experiência com um pênis demorou um pouco mais, pois antes da penetração anal, ensaiei a masturbação de meninos da escola, no local onde eles se reuniam para se masturbarem coletivamente, medir pintos, trocarem materiais pornográficos. Escolas de interior tem dessas coisas, talvez até hoje. Imaginem nos anos 80.

lá, quando se acostumaram a minha presença persistente, um deles, um pouco mais velho, e não por acaso um dos mais perversos, com frequência se masturbava olhando para mim. Não demorou a me pedir para tocá-lo. Algumas recusas por alguns dias, e bastou para que ele mesmo diante da negativa, pegasse à força minha mão. Nas duas ou três primeiras vezes, fiz forçada. Nas demais, aceitei meu destino, pois estava lá por querer. Não lembro se já havia masturbado todos os pintos quando o mesmo rapaz, numa outra ocasião, instigou outros meninos a me segurarem para ele terminar seu gozo em minhas nádegas.

Foi dele o primeiro pênis que eu toquei, e também o primeiro que entrou em meu ânus. Mesmo sendo pouco mais velho que eu, era ainda assim um menino. Avantajado no tamanho, em relação aos demais, ele comandava aquela situação toda com bastante imponência. Não era nada inteligente, nem bonito. O pênis tinha quase o dobro do tamanho de todos os outros, mas não era maior do que os objetos médios que eu gostava de penetrar em mim. Confesso que foi muito fácil entrar. Mas ardia muito quando ele ejaculava. Especialmente por que a maioria deles ejaculava dentro de mim, e lá pelo terceiro ou quarto menino, mesmo já sendo laceado, meu ânus ficava bastante assado. Ardia e coçava bastante nos dias seguintes. Geralmente já estava boa para a semana seguinte. E por vontade divina ou muita sorte, nunca peguei qualquer doença naquela irresponsabilidade juvenil, nem mesmo inflamações ou infecções simples. Nos dias atuais, uma menina estaria sentenciada, em meu lugar.

A primeira vez que fiz sexo vaginal, de forma consentida, foi anos depois, com meu marido. Mas a força, esse rapaz mais velho me deu algumas estocadas uma vez, e doeu tanto que quase desmaiei. Consegui me contrair até que escorregasse de volta para minha bunda, o que foi um alívio. Se não me engano, em algum relato anterior já falei disso. E foi esta a última vez que tive qualquer contato físico com ele, pois perdi a confiança, e comecei a perceber o risco naquilo tudo. Acho que foi quando passei a amar um daqueles meninos, o único que nunca me penetrava, e que hoje, é meu marido.

Foi com meu marido também meu primeiro sexo oral, Achei sem graça, e só fui realmente aprender a fazer sexo oral já bem mais velha, adulta, e já mãe. Aprendi com um homem terrivelmente safado, que se recusava a gozar quando transávamos. Só me senti completa no dia em que o fiz gozar na minha boca. Então aprendi de verdade.

Nisso tudo, o que posso dizer é que minha preferência não é por uma dessas práticas. Nem anal, oral ou vaginal. É pelo verter da porra. Pelos minutos de impotência de descontrole de um macho diante de uma fêmea. 

E uma coisa engraçada nisso tudo, é que eu era uma menina pura e ingênua, apesar de tudo. Uma menina de vagina virgem, de calcinha sempre manchada de sêmen, de diversos meninos, escorrendo do ânus alagado e laceado. E aprendi a lavar minhas calcinhas no banho por isso. Para que minha mãe nunca notasse. Se é que nunca notou, pois se percebeu, sempre foi muito discreta.




3 comentários:

  1. tesao essa calcinha toda melada de porra! quero para mim!
    LEO
    visite o www.seximaginarium.net

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  2. Como sempre baronesa, você é incrível! Amo suas histórias, a forma com que a conta e continuo morrendo de inveja de seu marido por ter essa mulher única ao lado.

    Grande Abraço!

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  3. queria muito chupar essa calcinha melada de porra e depois eu mesmo ir ara o tanque e lava-la pra vc suja-la depois e também chupar seu cuzinho cheio de porra mesmo que fosse do seu marido. sousouza9@yahoo.com.br

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