Confissões que recebi

Recebi uma enormidade de confissões pelo email baronesahungara@gmail.com , e selecionei alguns para postar aqui. As imagens são de internet, tá? Mas as confissões são as que os leitores me mandam, com uns pequenos ajustes nos textos. Beijos da Baronesa.

> Eu confesso, transo com meu tio desde garota:
Tenho 37 anos, separada, tenho um filho de 12 anos. Quando tinha 15 meu tio foi meu primeiro homem. Ele me apresentou meu ex-marido, mas continuamos nos encontrando até meus 27 anos, quando me mudei de cidade, e não tivemos mais encontros com sexo. Nem falamos mais no assunto. Tinhamos 30 anos de diferença, mas eu gostava muito. Com a idade e a saúde dele que tem diabetes fomos parando.
Ele sempre foi querido e boa gente. Ajudou muito meu pai, e pagou minha faculdade e até hoje paga escola de minha filha. Resolvi contar aqui por que acho que é o unico lugar que ninguém me julga.
Beijo
(J.D. - PR)






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> Eu confesso, tenho a fantasia de fazer um bukake:
Fico louca quando imagino o contraste da minha pele morena com a porra branca de vários homens diferentes.
Sei que hoje é dificil. Mas é um desejo que sempre tive.
(Mariana - DF)














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>Eu confesso: Gosto que minha mulher me diga que tenho pau pequeno


Eu tenho um pênis de 15cm. Não é muito menor que a média nacional. Mas gosto de ouvir minha mulher dizendo que já transou com o ex-marido e que o pau dele era maior. Fico excitado.














12 comentários:

  1. confissões muito legais vou mandar a minha....rsss

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  2. Interessa mesmo é ser trabalhador e atrevido :-)

    Beijinhos doces
    Visite:-http://deliriosamoresexo.blogspot.pt/

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  3. A sociedade sempre inventa tabus que muita gente sofre a vida inteira por seguir. Eu sempre ter uma familia livre disso. Quando conheci minha atual companheira ela era casada, mas eu nao sabia disso. Só fui descobrir quando o marido dela flagrou a gente saindo do motel. O casamento acabou e ela continuou comigo
    Nunca tentei impor qualquer padrao moral nela. Sempre deixei ela fazer o que quer. Já vi minha mulher dar a boceta no meio da rua pra outro cada que tinha acabado de conhecer. Já fomos pro motel com dois caras que fuderam ela a noite toda. Já vi ela dar o prum negao na nossa cama. Foi a cena mais linda que ja vi na vida. Ela deitada de bruços com o cara em cima dela. No inicio o cada foi devagar pra nao machucar, mas no final ele ja estava quicando em cima da bunda dela e ela berrando pro prédio inteiro ouvir.
    Adoramos o seu blog.

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  4. Minha esposa tinha a fantasia de ser puta de rua,de "rodar a bolsinha" e um dia criamos coragem,pelo fato de ser algo perigoso em dias de hoje.Foi durante uma viagem que fizemos.Escolhemos o local,bem movimentado e com um grande número de putas circulando.Escolhemos a roupa e combinamos os detalhes.
    Foi emocionante ver minha loirinha rabuda "fazendo ponto".
    O primeiro cliente não demorou muito,mas não deu certo com ele.Nem com o segundo.Mas o terceiro era um macho muito gostoso e educado segundo minha esposa.ela entrou no carro dele e eu segui os dois com o coração aos pulos até ver o carro do macho entrar num motel.
    Fiquei esperando do lado de fora enquanto minha loura fazia o serviço completo:Boca,boceta e principalmente,cu.O cara ficou satisfeitíssimo e deu até uma gorjeta por fora do cachê.Trocaram telefone pois o cara queria ficar comendo minha mulher.
    Depois de um certo tempo ela ligou pro macho agradecendo e confessou que havia sido a realização de uma fantasia.

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  5. Anônimo26 de julho de 2014 14:22

    Não curto anal. Além do mais, não dá pra chupar pau que saiu de cu. E também suja a camisinha usada. Pra mim, sexo tem de ser vaginal. Nada melhor que pau com gosto de buceta e camisinha usada melada por fora com suco de xoxota e por dentro com leite de pica.

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  6. Eu tinha uma fantazia que após vários meses de dialgo com a minha esposa consegui que ela aceitasse. Ela tem a epiderme muito branquinha e á cerca de 2 anos comecei a fantaziar como seria excitante ver um negão em cima dela, o contraste do negro com a brancura. Casamos, com ela virgem e depois de casados, durante 10 anos conheceu apenas a minha pica. Quando lhe contei a fantazia ficou furiosa. Apesar da sua ira não desisti de lhe falar na fantazia. O velho adágio que diz: agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura, é mesmo verdadeiro, porque a sua ira inicial foi desaparecendo e passou a ficar mais excitada. Finalmente concordou em ter uma experiencia extra-conjugal desde que fosse com um negro desconhecido. Procurei numa cidade distante, um hotel com empregados negros, o que não foi dificil de encontrar. Instalamo-nos nesse hotel, que não tinha apenas um, mas vários empregados de cor e deixei a minha esposa escolher o da sua preferencia. Passaram alguns dias sem haver qualquer decisão, alegava sentir enorme e pudor em ir para a cama com outro homem, eu apenas lhe dizia, se não estás preparada vamos embora. No dia seguinte decidiu-se: dizendo-me que uma vez que estavamos naquele hotel ia seguir em frente, mas que eu considerasse bem se estava disposto a ver outro homem penetrar a sua cona. Afirmei-lhe que por mim estaria tudo certo. A partir desse dia começou realmente insinuar-se perante o negrão, que por acaso era o recepcionista e creio que o mais negro de todos. Eu já tinha reparado que ao passarmos na recepção, êle acompanhava sempre minha esposa com um olhar de cubiça, portanto ao ser aliciado para a cama de tão sex mulher, de imediato aceitou. A minha esposa expoz-lhe como condição eu, seu marido, estar presente; ao que êle não se opôs, revelando-lhe que já algumas vezes tinha tido casos semelhantes, também com os maridos presentes. Eu fiquei sempre á margem da conversa entre ambos, de forma alguma desejei interferir. Foi a minha esposinha que decidiu a noite em que o recepcionista iria ao nosso quarto. Apesar de ter sido com a sua plena concordância, estava muito nervosa e ingeriu algumas bebidas alcólicas. Eu também estava nervoso, mas talvez nem tanto. Enquanto esperavamos o recepcionista a minha esposa, já na cama, pediu-me para a bejjar e acarecia-la intimamente para ficar mais excitada, ficando em condições de tentar esquecer que dentro de momentos iria conhecer sexualmente outro homem. Ao entrar no quarto, o recepcionista nem queria acreditar que ia fuder aquela brasa de mulher que o esperava na cama, apenas com um babydoll vestido. Sem qualquer demora começo a despir-se e tanto eu como a minha esposa ao ver o que êle tinha entre as pernas ficamos boquiaberto: uma geba tão grande erecta que apontava para o teto. Afastei-me e logo o negão ocupou o meu lugar. beijando os seios da minha esposa e mordiscando-lhe os mamilos. Comecei a ouvir gemidos. o negão já estava com a cabeça entre as pernas da minha esposa e chupava-lhe a cona, aumentando-lhe cada vez mais os gemidos, mas a fantazia que tinha era vê-lo mesmo em cima dela, o contraste do preto com a epiderma branca, o que sucedeu logo de seguida. Haviamo-nos prevenido com camisinhas de tamanho maximo, caso contrário não teriam servido. Sustive a respiração ver aquele enorme pau negro apontar á cona da minha esposa, receando ela não aguentar, notei contudo que cerrou os dentes e respirou fundo. Vi que tinha entrado todo. A minha fantazia estava concretizada. Ver aquele negro retinto em cima da minha esposa tão branquinha foi algo que me excitou imenso. Êle começou a bombar e a minha esposa a gemer, até que repentinamente ela soltou um grito de prazer. Não conseguiu disfarçar o grande orgasmo obtido quando sentiu que êle se esporrava, embora na camisinha. Por vontade dêle continuavam em outras posições, mas a minha fantazia estava realizada e a minha esposa comprendeu. No dia seguinte saimos o hotel, nunca mais vimos o negro. somos felizes, mas a minha esposa segredou-me ter gostado da experiência noentanto não deseja repeti-la

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  7. Vou confessar nesta blog algo que aconteceu é cerca de 3 anos. Sou casada á 26 anos e reconheço que o meu marido sempre me dedicou o mais profundo amor, que eu igualmente lhe retribu-o, noentanto é demasisdo conservador quanto ao relacionamento sexual e isso levou-me a traí-lo após 23 anos de casados, o que êle ainda hoje nem sequer imagina. Tinha eu, na data em que ocorreu a traição, 45 anos e embora desde o inicio do nosso casamento o meu desjo fosse exprimentar o sexo oral, insitando-o com frequencia para o praticar, êle sempre se opoz, tanto a fazer como a receber, alegando que não era uma prática natural e, quanto a posições sempre foi a de missionário. Isto para mim tornou-se demasiado enfadonho. Depois de muito meditar decidi-me por ter uma experiência fora do casamento, enquanto mantivesse o meu apetite sexual. Não irei descrever forma como escolhi o meu parceiro. Nunca havia tido um pénis na minha boca, nem sido penetrada por outro homem, assim como desconhecia também o sabor do esperma. Que noite inesquecivel, o maior prazer foi sentir lamber o meio das minhas pernas e uma lingua afiada intreduzida nos lábios vaginais, circundando o botãosinho mágico. Tudo para mim era novidade e muito excitante, incluindo as diversas posições em qua praticamos sexo. Apesar do prazer obtido naquela noite e dos inumeros orgasmos, não tornei a repetir, embora o desejasse, mas não tenho coragem de trair novamente o meu marido.

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  8. Um casal mutuamente liberado4 de janeiro de 2016 21:22

    Também tenho a confessar algo que em Portugal é tabú. Somos um casal, ambos com 36 anos, casados á 10. A nossa actividade sexual sempre tem sido muito intensa, mas nos primeiros anos de casados nunca imaginamos que algum dia haveria acordo entre nós para uma certa liberdade sexual, embora fantaziasse-mos que trocavamos de parceiros, considerava-mos que tal nunca seria concretizado, pois como já afirmei, a sociedade condena, injustamente, os casais que praticam sexo com outros parceiros. O nosso caso teve inicio á 5 anos, numa noite de réveillon, num hotel em barcelona. Tinha-mos por companheiros de mesa, um casal frances, um pouco mais jovem que nós, de nomes Mary e Charles, que depois de ingeridas várias bebidas alcólicas confidenciaram-nos que tinham um casamento aberto e adoravam ver o seu parceiro ter sexo com um parceiro diferente. Esta confissão excitou-nos e entretanto o Charles pediu ao meu marido se poderia dançar comigo no baile que decorria, cedendo-lhe a Mary para êle dançar. O meu marido concordou e eu também não me importei. O meu marido conduziu a francesa para a pista de dança e logo notei que dançavam agarradinhos. Eu, com um certo pudor, ainda tentei evitar demasiado contacto corporal com meu par, mas fui cedendo aos poucos e após algumas danças já gostava mesmo sentir a dureza que êle tinha entre as pernas. Chegou o interva-lo para descanso dos músicos e nós regressamos á mesa, onde continuamos as nossas bebidas. Em dado momento, qual não é minha surpresa quando o Charles propoz trocarmos de parceiros também na cama, durante o resto da noite. Eu comecei a tremer, tinha receio em aceitar, mas ao mesmo tempo senti-me excitada. O meu marido apróximou-se de mim e beijando-me, disse-me em surdina, caso eu aceitasse êle concordava em ceder-me ao Charles e seria um segredo só nosso. Apesar das sensações agradáveis sentidas quando dançava, não estava preparada para me entregar a um estranho e pedi ao meu marido para bebermos mais um copo. Perante a minha indecisão foi a Mary a segredar-me que eu iria ter uma noite para recordar, pois o marido era um mágico em fazer gosar as mulheres. Esta revelação criou em mim uma certa curiosidade,levando-me a aceitar uma coisa que de facto eu deseja exprimentar, mas tinha pudor em concretizar. Exigi noentanto que fosse no nosso quarto. Todos concordaram, abandonamos a sala e dirigimo-nos para onde iria ter inicio a nossa festa. As bebidas tinham-nos desinibido. Eu já não tremia e o meu pudor extinguira-se. Mal entramos no quarto, cuja cama era bastante larga, logo a Mary abraçou o meu marido, beijando-o e arrancando-lhe as roupas, enquanto ela se despia também. Eu não sabia como proceder, foi o Charles que me estendeu na cama e procurando os maus lábios com os seus, inciamos um ardente beijo de lingua. Não opuz resistência quando êle começou a despir-me, deixando-me apenas a miniscula cuequinha de fio dental. Na verdade o Charles era um mágico com os lábios e a lingua, lambendo e chupando todo o meu corpo, desde os mamilos até á cona, inclusivamente o mel que escorria em grande abundância de entre as minhas pernas, afirmando ser delicioso. A Mary gemia ao nosso lado, com sexo oral do meu marido. Eu não só gemia como gritava de prazer. O meu marido olhava para mim e sorria ao ver quanto eu estava gozando, não demonstrando quaisquer ciumes; o mesmo acontecia comigo, vendo-o a êle com a Mary. Surgiu entretanto um imprevisto no meu marido e no Charles. Nenhum dêles conseguia erecção para nos penetrar, certamente pelo excesso de bebidas espirituosas ingeridas. Por mais que eu a a Mery os chupasse-mos, embora se viessem nas nossas bocas, continuavam de paus murchos. Desistimos, com êles extremamente envergonhados. Ao menos saborea-mos o seu nectar. Dormimos os 4 na mesma cama, eu nos braços do Charles e a Mary nos do meu marido, com idicação na porta do quarto de não incomudar, esperando que de manhã já houvesse a recuperação desejada.-(NÃO SENDO PERMITIDO MAIS QUE 4.096 CARACTERES E HAVENDO AINDA BASTANTE PARA CONTAR, IREI DIVIDIR ESTA CONFISSÃO EM 2 PARTES)..(continua).

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  9. Um casal mutuamente liberado6 de janeiro de 2016 20:24

    Continuando a minha confissão, narrando desta forma e pela primeira vez como ocorreu o réveillon de 2011, que alterou profundamente, para muito melhor, o relacinamento sexual com o meu marido. Recordo-me que ao acordar na manhã do dia 1 de janeiro, fiquei incrédula. Nem queria acreditar que estava ali na cama, completamente nua, ao lado de um homem, igualmente nu, que não era o meu marido, com este, em identica situação, ao lado de outra mulher. Aos poucos os meus pensamentos foram clareando e então sim, na minha mente surgiu tudo quanto tinha acontecido até ao momento. Levantei-me: os restantes continuavam adormecidos, sentia o corpo pegajoso, imaginando qual a razão, tomei um banho bem quente. Com o ruido da agua sobre o meu corpo todos acordarem. O meu marido chegou junto de mim e juntou-se no banho, perguntando o que havia acontecido, porque de nada se lembrava. Tanto êle como o Charles tinham bebido bastante. Lembrei-lhe que tudo tinha sido de comum acordo, mas que os homens haviam falhado com os seus deveres, nada tinham conseguido além do sexo oral, havendo por isso uma certa desilusão entre nós as mulheres. Uma vez que pouco tinha acontecido, perguntou-me se preferia ficar só por ali, ou terminar o que havia falhado. Pensei rápido e respondi: já que tinhamos iniciado porque não continuar? De seguida surgiu o casal frances, também completamente nus. Sem nada dizerem, sorrindo para nós, juntaram-se-nos também no banho. O Charles, tal como o meu marido, de nada se recordava, noentanto a Mary lembrava-se de tudo, especialmente que não tinha sido penetrada, esperando por isso que durante manhã huvesse a continuidade da noite. Com a visão de duas apeteciveis mulheres nuas, os orgãos sexuais masculinos recuperavam a rigidez e observei, com muito agrado, que o do Charles, não sendo demasiado comprido era bastante grosso. Naturalmente que o próprio calor que existia na casa de banho aumentava a nossa excitação. Mesmo na frente do meu marido não resisti a um felátio no Charles, deste vez com seu pénis bem teso. O meu marido sorriu-me e o meu gesto excitou-o também, não só a êle como igualmente a Mary, pois ambos se abraçaram beijando-se tão intensamente que as suas linguas envolviam-se uma na outra. Embora semi-mulhados do banho, nenhum dos casais esperou mais tempo e regressamos á cama. Foi uma loucura; o Charles voltou a percorreu com os lábios e e lingua todo o meu corpo, tal como na noite anterio, detendo-se mais tempos nos mamilos e umbigo, não esquecendo o interior das minhas coxas e os lábios vaginais, finalizando no clitóris, chupando e rodopiando com a lingua, provocando-me tal prazer que eu gritava de tanto gozar. Os meus gemidos de prazer confundiam-se com os da Mary, que demonstrava assim também o seu prazer. Desejei novamente saborear o Charles, que se mantinha bem rijo. Foi um 69 delicioso, dado que êle continuava com a lingua na minha cona. Entretanto já a Mary era penetrada pelo meu marido. Vê-los fuder e ouvir oe seus gemidos mais me excitava. A minha cona pingava de tesão e o Charles notando quanto eu desejava senti-lo dentro de mim, colocou-me de quatro, brincou durante algum tempo, rossando com a cabeça do pénis nos lábios vaginais e no buraquinho traseiro. Eu deseperava tanto que disse: mete já tudo. Êle aumentava mais o meu desejo entrando lentamente, sentia a cona ir dilatando-se, adaptando-se progressivamente á grossura que entrava nela, até a cabeça atingir o utero. Apalpei sob o meu ventre e certefiquei-me que tinha entrado todo. Que delicioso vai-vem, retirava quase totalmente de dentro de mim, para meter depois bruscamente, provocando uma dorsinha tão gostosa no utero que desejava mesmo não mais terminar. Com orgasmos tão intensos todo o meu corpo tremia de prazer. Sentia também o Charles dedilhar o meu cuzinho, que piscava bastante, desejando ser penetrado, mas nem sequer um dedinho meteu. (VERIFIQUEI NESTE MOMENTO NÃO SER POSSIVEL, AINDA HOJE, CONTAR TUDO QUANTO SE PASSOU NA NOSSA PRIMEIRA TROCA DE PARCEIROS, ESPERANDO NOENTANTO TERMINAR NUMA NUMA PRÓXIMA PÁGINA. (continua)

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  10. Um mutuamente liberado9 de janeiro de 2016 00:24

    (Continuação)---Apesar do cuzinho piscar de desejo, sentia um certo pudor em dizer para meter ali, por isso, embora nas diversas posições continuei sempre com a cona preenchida e orgasmos maravilhosos. As posições foram tantas e tão variadas que não as irei inumerar. Algumas delas nunca as tinha praticado, mas em todas gosei com orgasmos. Tal como a Mary tinha afirmado, o Charles era um autentico mágico a dar prazer sexualmente a uma mulher e com o permanente goso que sentia pouca atenção dava ao meu marido. Êle noentanto, com uma das suas mãos, acareciavam-me com frequência, demonstrando sentir prazer ao notar quanto eu estava gozando. Ambos os casais necessitavam descançar antes do almoço e tomar banho, os nossos tinham um forte odor a sexo. Foi durante o almoço que a Mary perguntou se alguma vez eu tinha feito DP, ao que eu respondi que não, nem com vibrador, apenas sexo anal. Ela ficou admirada, porque era uma das suas práticas preferidas, sugerindo que durante a tarde poderia ter essa experiência, pois iria pedir ao Charles e ao meu marido para ambos a penetrarem dessa forma. Ao ouvir semelhante possibilidade, não só o meu cuzinho começou a piscar, como também a cona escorria, pois iria ter sensações deconhecidas ao sentir duas picas penetrarem-me ao mesmo tempo, separadas por uma fina membrana. Confirmei que aceitava e ela logo falou com o Charles e o meu marido se concordavam e se estavam aptos para mais alguns momentos de prazer. Êles aceitaram, mas não convinha ir para quarto imediatamente ao almoço, pelo que dirimo-nos ao bar, onde permanecemos durante algum tempo, que me pareceu uma heternidade. Dessa vez fomos para o quarto do casal frances. O qual era identico ao nosso, também com uma cama bem espaçosa. Com o ar condicionado estava quentinho, pelo que, não havendo já algum pudor, todos se despiram imediatamente. A Mary exigiu ser ela primeiro, para eu assistir como espectadora. Assim, deitou-se sobre o Charles, umbigo com umbigo, com êle penetrando-lhe a cona deixando o cuzinho para o meu marido. Certamente que a Mary estava muito habituada ao sexo anal, pois o meu marido meteu-lhe no cuzinho sem qualquer lubrificação. Ela demonstrava gozar bastante, gemendo com o sobe e desce do meu marido, pedindo para ambos se virem dentro dela. O Charles não tinha perservativo pelo que ao retirarem-se o esperma escorreu-lhe em abundância da cona. Do cuzinho nada escorreu porque ficou no perservatito que o meu marido usou. Após a DP na Mary, tanto o Charles como o meu marido ficaram incapazes de continuar. Foi necessario que eu e a Mary praticasse-mos felátio em ambos. A Mary no meu marido e eu com o Charles, aproveitando este para me fazer também cunilingos, com o qual ambos gozamos imenso. Como o Charles não tinha ainda provado o meu cuzinho, preferi que fôsse ele a penetra-lo, apesar do recear que a sua maior grossura provocasse algum estrago e algumas dores. Tal como tinha visto a Mary, deitei-me também debruçada sobre o meu marido, portanto umbigo com umbigo, para êle meter na cona, ainda bastante melada do cunilingos e, com as nadegas em posição para o Charles meter á vontade. Êle, mostrando que sabia bem como proceder e, não havendo qualquer outro lubrificanta, pincelou a cabeça do pénis na cona, onde o meu marido já estava alojado, lubrificou-me de seguida o buraquinho com identica lubrificação e só depois iniciou a penetração. Apesar do cuzinho piscar de desejo, ao sentir entrar uma grossura não habitual, dei realmente um gritinho, mas como entrou lentamente fui acostumando, até começar o prazer que realmente imaginava. Tanto o meu marido como o Charles vieram-se também dentro de mim, o que me provocou um maior orgasmo ao ficar totalmente inundada de esperma, porque nem um nem outro tinha perservativos. Na verdade a DP foi algo maravilhoso. Satisfeitos com a DP, regressamos ao nosso quarto, depois termos trocado de endireços com o casal françes, os quais temos visitado em Toulouse e êles a nós no Estoril. A nosso troca de parceiros tem sido sempre com casais estrangeiros, tanto em França como em Portugal.

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  11. Resisti durante vários meses em trair o meu marido. Até que finalmente aconteceu. Tinha uma certa curiosidade em saber qual o prazer de sentir um caralho diferente dentro de mim, porque apenas conhecia intimamente o meu marido, meu unico namorado. Certa noite, embora não demonstrado demasiado interesse, até lhe perguntei como êle via a pratica de menagem masculinas, ao que de imediato respondeu ser era uma pouca vergonha qualquer marido repartir a esposa com alguém, deforma alguma êle conseguiria ver outro homem em cima de mim. Com esta sua afirmação depreendi que a menagem não era possivel e emprestar-me ainda muito menos. Portanto para satisfazer a minha curiosidade restava somente a traição. Foi o que realmente sucedeu. Tinha eu na data 34 anos, casada á 10. Contratei um acompanhante masculino para uma noite em que o meu marido estava ausente. Que noite maravilhosa passada num hotel, com espelhos nos quais podia ver como aquele pau entrava e saía, quase totalmente, de dentro de mim Gosei sensações como nunca ainda tinha obtido. Orgasmos tão intensos que quase desmaiva com o prazer, noentanto não repeti e não tenciono repeti. Satisfiz a minha curiosidade. O meu marido ainda ignora e certamente nunca irá saber desta aventura. Eu teria preferido a menagem, na presença dêle, pois não seria traição e creio até mesmo que não deveria ser considerado cornudo se tudo fosse praticado com o seu consentimento.

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  12. O primeiro chifre que minha esposa me colocou foi com um dotado com quem ela foi pro motel sozinha, sem eu participar, pois ela dizia que não se sentiria a vontade se eu estivesse participando.
    O cara pensava que ela era uma casada que tava dando uma pulada de cerca.
    A primeira vez foi 2 hs de sexo sem parar no motel. Quando o cara depois de gozar tava com o pauzão a meia bomba, ela ficava acariciando e mamando até ele ficar de pau duro de novo ( como eu ensinei ela a fazer ).
    Ví fotos do pauzão do cara no perfil do site.
    O meu pau tem 16 cm ( tamanho normal e nem tão pequeno ), mas o do cara tinha 21 cm e o dobro da grossura do meu.
    Em 4 meses, foram 8 vezes que eles foram pro motel e eu fiquei em casa esperando, prá ouvir cada detalhe quando minha esposa chegava...

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