Eu Confesso: Algumas confissões que recebi

Jogo rápido, não nem enfeitar muito. Seguem algumas confissões que recebo pelo e-mail (baronesahungara@gmail.com), e que achei bacana de compartilhar com o pessoal:




M.S, de SC, confessou que começou a fazer swing para agradar o namorado, e que descobriu que gosta mais de mulheres do que de homens. Que sente cada vez menos prazer com o namorado, e que se não for com outra mulher junto, não tem tesão e nem consegue gozar direito.
Que armadilha, hein baby?
Respondi a você por e-mail, mas não tema. Seja feliz, goze como gosta, e não faça o que não gosta. Quer tentar o prazer com outras meninas, vai fundo, garota! Seja feliz! Mas não se force a experiências que não curte, ok?



J, do PE, confessa que gosta de fantasias que está apanhando da mãe. Que se excita muito, e que se masturba pensando nisso. Explica que nunca apanhou da mãe, que morreu quando era bem jovem, e que não lembra direito como ela era, mas que pede sempre para apanhar de mulheres mais velhas com quem fica, imaginando ser a mamãe.
Respondi por e-mail também. Isso tem explicação, e relação com a autoridade materna que você perdeu muito cedo! Nada errado em se excitar, mas não deixe de comentar a respeito se fizer análise, você pode receber boas dicas de como não deixar isso incomodar você no futuro! Beijo!
  

Aninha de MG, gosta de se exibir na rua, correndo risco de ser vista. Já perdeu e ganhou namorados por causa desse fetiche, e que tem medo de nunca ser amada por adorar fazer isso.
Linda, seja feliz, perca quem perder, ganhe quem ganhar. Só procure lembrar que tem certas coisas na vida que só podemos compartilhar com as pessoas certas, ok? Beijos
Ale, de SP, tem tesão pela sobrinha. Muito. Já brincou de ensinar ela a beijar, e tem medo que ela conte pra alguém.
É, tenha cuidado, viu? Se ela contar, pela idade dela, você tá frita! Lembre-se, há coisas que a gente não pode tirar do campo das fantasias, para não se complicar. Beijos pra você.




E pra quebrar a sequência "lesbo", tem o R., do PR. Ele confessa que desde que teve a experiência de ver sua amada namorada na própria cama com um amigo dos dois, não tira isso da cabeça, se masturba todos os dias pensando nisso, que já se arrependeu, mas sempre volta a pensar. Acha que pode estar doente, ou precisando de ajuda pra tirar isso da cabeça.
Meu conselho sincero, R.?
Se atire na sua cornitude. Você PROVOCOU a situação, pediu para viver isso, deixou ela confiar em você. Se você não for homem o bastante para amar e idolatrar a sua namorada, que teve a grandeza e a coragem de colocar um chifre nessa cabeça de vento, você não  a merece. Há milhares de homens sonhando com uma mulher assim, dariam a vida por ela, e ofereceriam a cama todos os dias para ela ser feliz nos braços de homens de verdade. E caso você não seja um, ao menos dê o lado para quem pode fazê-la feliz, e vá roer seu chifre torto chorando noutro lugar.
Se arrepender é normal, ficar confuso também. Mas culpar a mulher pelos fetiches que você mesmo propôs, é uma covardia digna de solidão eterna.
Não seja frouxo.
  




Quer confessar para a Baronesa? Sua identidade e seu e-mail jamais serão revelados, mesmo que você peça.
Escreva para baronesahungara@gmail.com

9 comentários:

  1. Mais confissões, por favor!

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  2. Uma esposa preocupada17 de outubro de 2015 22:56

    Baronesa, isto não é um comentário, mas sim uma confissão e gostaria de um conselho. Sou casada, estou grávida e sei que não é do meu marido. Êle estave ausente durante dois meses e durante esse tempo transei com dois homens sem tomar as devidas precauções, nunca imaginando que poderia ficar grávida, porque julgava não estar no periodo fértil, mas aconteceu o impreviso. Além de não saber ao certo qual dêles será o pai, estou num grande dilema. Se não confesso ao meu marido e êle faz as contas aos meses, até ao bébé nascer, verifica que foi concebido durante a sua ausência e, portanto não poderé ser seu filho e neste caso a sua reacção será bastante imprevisivel. Se lhe conto o que realmente aconteceu a sua reacção será também imprevisivel e perderá toda a confiança em mim, imaginando que eu ando a transar com todos os homens que me aparecem, o que não verddade, pois antes daquele meu deslize, durante a ausencia do meu marido, não havia ainda conhecido intimamente um outro homem e talvez por isso a minha tentação para uma experiencia fora do casamento. A minha esperança é que êle não faça as contas aos meses da minha gravidez, ou que perdoe o meu deslize e assuma o filho como dêle.

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    1. Amiga, vou ser direta: Você está grávida. Quer conservar sua relação com base na mentira sobre a paternidade de seu bebê? Francamente, acho que é hora de ter mais coragem do que safadeza. Não traio e minto por covardia. Traio por prazer, e omito o que não tenho interesse em falar. Mas assumo meus riscos, esse é meu jeito. Não condenaria você se mentisse, mas eu jamais suportaria ficar nas mãos da sorte deste jeito. Sou dona de meu destino, e acho que se meu homem não aceitar o que aconteceu antes, durante ou depois de nossa relação, não merece uma mulher como eu.
      Se eu não aceito os riscos de meus atos, então também não sou digna de bons resultados.

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  3. Uma esposa já mais tranquila7 de novembro de 2015 00:29

    Amiga Baronesa, agradeço-lhe de todo o coração o seu conselho. Na verdade eu sentia um enorme peso na consciência de não confessar ao meu marido a origem da minha gravidez e se já tinha esse peso na consciência durante a gravidez, certamente seria muito mais pesada ocultar-lhe eternamente não ser êle o pai da menina que sempre tem acarinhado na minha barriga. (Sabemos que é uma menina, pois estou no sétimo mês de grávida). Pensei seriamente no assunto, antes de lhe confessar a minha traição, faltava-me a coragem e perante o conselho da Baronesa, em boa hora decidi arriscar o meu casamento. Não aguentava ocultar-lhe isso durante mais tempo. Foi precisamente num dos momentos em que o meu marido acareciava a minha barriga, dizendo que embora muito velumosa gostava imenso de me ver grávida, que eu, com as lágrimas a escorrer pelas minhas faces, lhe disse que tinha algo muito grave a confessar-lhe. Êle ficou assustado ao ver minhas lágrimas, imaginando desde logo que alguma coisa se passava com o feto. Afirmei-lhe nada se passar com a gravidez, o que iria revelar-lhe necessitava do seu perdão, se na verdade êle conseguisse perdoar-me. Quando lhe revelei que a minha gravidez não era dêle a sua reacção foi imediatamente retirar as mãos da minha barriga, ficando livido, sem dizer uma palavra. O meu receio imediato foi de ser agredida, mas talvez devido ao meu estado, tal não aconteceu. Lancei-me aos seus pés suplicando-lhe que me perdoasse, porque apesar de o ter traído o meu amor por êle não estava minimamente afectado. Tinha sido um momento de fraqueza da minha parte e a necessidade que senti de sexo durante a sua ausência, mas, caso não conseguisse perdoar-me, apesar do amor que por êle nutria, aceitaria o divórcio sem qualquer objecção. O seu silêncio era para mim mais deloroso de suportar do que qualquer violenta agressão. Não perguntou sequer quem era o autor da minha gravidez. Deixou-me sem pronunciar uma palavra e nessa noite não dormiu na cama conjugal, mas sim no sofá da sala. Contudo o dia seguinte foi ser diferente. O meu marido procurou-me para lhe esclarecer o que havia acontecido, dizendo que se fosse sincera teria o seu perdão. Abraça-mo-nos, disse que compreendia e nesse momento ambos chora-mos, mas as minhas lagrimas eram de gratidão. Existia ainda um problema, não tinha coragem de confessar-lhe que havia transado com 2 homens, disse que tudo sucedeu numa noite, em que, sentindo grande falta de sexo contratara um prostituto para me satisfazer e que, apesar de ter exigido camisinha, devido á grande dimenção do seu pénis, esta rompeu-se e o experma inundou por completo o meu útero. Em face destas minhas alegações, o meu marido deu-me o seu perdão, assume a paternidade da menina que tenho no ventre, regressou á leito conjugal, voltamos a fazer amor e não mais falamos no que se passou. A verdade porém é que ocultei-lhe que um dos homens foi um meu antigo namorado, mas com o qual não houvera qualquer relacionamento sexual durante o namoro. Após terminarmos o namoro, nunca mais o tinha visto até ao dia daquele nosso encontro, pois reside no estrangeiro, para onde já voltou com a esposa, visto ser casado e de forma alguma deseja destruir o seu casamento. O outro homem a quem me entreguei também uma vez, igualmente casado, é um meu colega na empresa onde trabalho, também casado e como deseja conservar o seu casamento, nunca irá dizer o que se passou connosco, inclusivamente até evita de se cruzar comigo. O meu ex-namorado desconhece a gravidez e o meu colega imagina ser do meu marido, pois eu garantira-lhe não estar no periodo fértil, como realmente pensava, portanto este será o segredo apenas de um casal, nem a minha filha irá saber que homem que considera seu pai, não é o seu pai biológico e eu sinto um grande alivio na minha consciência

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  4. Uma esposa anónima22 de março de 2016 23:54

    Além de ser uma confissão, é também um dilema. Sou casada á cerca de 10 anos e na verdade amo o meu marido, assim como êle me dedica todo o amor a carinho, mas desde á alguns meses que o venho traíndo sem que êle tenha a minima suspeita. Não consegui resistir ao charme e investidas amorosas de um colega de trabalho, igualmente casado, mas talvez por curiosidade de exprimentar outro homem, fui para um motel com êle. Nunca imaginei que iria gozar sexualmente tanto nesta traição e por isso temos repetido semanalmente, receio contudo que venha a ser descoberta e que destrua o meu casamento. Esse meu colega, que adora estar comigo na cama, propoz-me para eu falar com o meu merido, se êle está de acordo em que haja uma troca parceiros. Diz que da parte dêle irá convencer a esposa, que eu conheço, parece-me não só uma senhora bastante respeitavel como também uma estampa de mulher. Julgo que ela desconhece o relacionamento que o marido tem comigo. Não sei que argumentos que êle irá utilizar para ela aceitar o meu marido na cama, mas tenho bastantes duvidas que o meu marido concorde em me ceder a outro homem e muito mais dificil de me ver na cama com êle, mesmo que esse mesmo homem lhe ceda também a esposa. Receio ainda que, desconhecendo êle este relacinamento que desde á meses tenho com meu colega, ao falar-lhe numa possivel troca de casais, irá certamente logo suspeitar do que efectivamente já existe, levendo-o desde logo a investigar e descubrir a minha infedelidade e daí a possivel destruição do nosso casamento. Antes de falar na possivel troca de casais tenciono reunuirmo-nos os quatro, para êle conhecer também a esposa do meu colega e consuante o seu interesse por ela decidirei então o que fazer.

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  5. Tenho acompanhado este blog e creio que será o local certo para eu confessar a razão e a forma como traí o meu marido com um negro. O meu marido é engenheiro agrónomo e foi durante um ano trabalhar em Moçambique. Eu acompanhei-o e fixa-mos residência ne cidade de Maputo, mas como ele se deslocava com frequência ao interior do país e receando que algo de mal me acontecesse contratou um segurança para minha proteção. O segurança era um negro de 22 anos, de porte atlético. Certamente que o clima quente africano e os meus 33 anos provocavam-me maior apetite sexual. Aconteceu portanto que durante uma das ausência do meu marido eu já desesperava com vontade de praticar sexo e mal conseguia esconder do segurança o desejo que sentia. Até que um dia, comecei por perguntar-lhe se tinha namorada e se já havia dormido com ela. Disse-me que namorava uma estudante de enfermagem, mulata, com 18 anos e que realmente já tinham dormido juntos algumas vezes, ele tinha sido o seu primeiro homem e sempre eram fieis um ao outro. Esta sua afirmação deixou-me mais tranquila para o que eu tinha em mente. Perguntei-lhe em seguida se ele conseguia manter um segredo que ficaria apenas entre nós e, muito menos divulgar á namorada e ao meu marido. Disse-me que sim, mas julgo que só imaginou realmente o que eu pretendia quando lhe pedi para ir tomar novamente banho e que depois viesse ter comigo á sala. Imediatamente se dirigiu a banheiro, onde permaneceu bastante tempo, surgindo depois onde eu me encontrava, sentada no sofá, que além das cuequinhas vestia apenas um vestidinho bem curto, que deixava bem visível as minhas coxas. Ele tinha vestido uns novos calções e ao ver a minha posição aproximou-se de mim perguntando! A senhora tem mesmo a certeza? A minha resposta foi puxar-lhe os calções, sob os quais nada mais tinha vestido, surgindo um pénis enorme, negro, grosso e comprido com veias salientes. Já tinha visto em videos pénis de negros mas pareciam-me menores. Perguntei-lhe! A tua namorada aguenta isto tudo? Sim! Exclamou ele! E goza muito! Tive vontade de o meter na boca, mas não sabia se estava bem lavado e disse-lhe para me acompanhar aos lavabos que eu utilizava e aí deliciei-me a lavar e manusear aquela beleza, para de seguida chupar quanto me foi possível, pois a cabeça mal me cabia na boca. Voltamos para a sala e no sofá com as pernas bem abertas e já sem cuequinhas a lingua do vermelha do negro lambia e entrava a minha cona tão profundamente que os orgasmos eram continuados. Estava com receio de ser penetrada por aquele monstro, porque além das suas exageradas dimensões, receava faze-lo sem camisinha, mas ao mesmo tempo desejava sentir tudo aquilo, carne com carne dentro de mim. Despi-me e ele também, começando a sugar-me os mamilos. Ele continuou até ao umbigo, mas eu escoria já tanta excitação que apesar do receio desejava mesmo sentir aquilo penetrar-me. Coloquei-me na posição de 4, pensando que seria mais fácil, mas quando a cabeça começou a entrar, apesar da lubrificação natural, dei um grito de dor e pedi para que fosse devagar. Estava a ser difícil, mas foi indo devagar, com ele massajando-me o clitóris com os dedos, a dor era gostosa e entrou tudo, até o saco bater no cuzinho. O vai vem começou a ser delicioso com orgasmos duplos. Ia pedir-lhe para não se esporrar dentro, mas não fui a horas, senti uma tão grande inundação que parecia não ter fim; por sorte não estava no momento fértil. Ele retirou-se mas continuava teso e eu bem inundada quiz aproveitar para meter noutra posição mas de forma a controlar. Com ele deitado de costas fui sentando-me sobre o seu pénis, notando que entrava sem nada me doer até tocar-me no utero, provocando-me orgasmos deliciosos. A seu pedido, deitei-me de costas no sofá para a posição de missionário. Abri bem as pernas, ele levantou-mas, deitou-se sobre mim e penetrou-me. Foi uma estranha sensação sentir o corpo nu daquele homem sobre o meu. Embora muito dorida entrou também todo sem grande dificuldade. O segurança continuou connosco até ao nosso regresso a Portugal, mas nunca tornamos a fuder.

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  6. Decidi confessar a idade que tinha e a forma como perdi a virgindade. Tinha 17 anos, hoje tenho 60. Frequentava um colégio de religiosas. Uma carrinha transportava-nos de casa para o colégio e vice-versa. Namorava um aluno da faculdade de medicina, com a idade de 21 anos, meu atual marido. Certo dia não tive aulas de tarde e embora a carrinha me tivesse deixado a porta de casa, não entrei. Numa cabine de telefónica, falei ao meu namorado para uma tarde juntos. Ele também não tinha aulas, estava em casa. Recebeu-me com um beijo, dizendo que os pais estavam ausentes e a criada de folga. Conduziu-me ao sofá da sala, onde nos enrolamos entre beijos e caricias. Em determinado momento pediu para eu despir a saia. Foi o principio, logo de seguida as suas mãos subiram pelas minha coxas até ao cimo. Não tardou a pedir para tirar a cuequinha e mostra-lhe o que ela escondia. Cedi. Ao ver os lábios vaginais, apesar de ocultos em parte por pelos negros, exclamou! Uns lábios tão lindos devem se beijados. Logo senti os seus lábios e lingua entre as minhas pernas. Nunca tinha sentido tanto gozo. Lambia, chupava, metia a lingua, tudo me dava prazer. De seguida perguntou porque não despia a restante roupa, que ele faria o mesmo. De dum momento para o outro ficamos ambos nus. Foi então que vi o que ele tinha entre as pernas, uma coisa rija, grossa, com uma grande cabeça, de cujo orifício escorria um liquido. Pensei que nunca iria aguentar aquilo. Aproximou-o do meu rosto e disse-me para o beijar. Senti nojo. Ele pegou numa das minhas mãos e levou-a para lhe pegar. Fechei os olhos, mas gostei de agarrar aquilo. As minhas mãos iniciaram um vai-vem naquele rolo de carne e que o meu namorado parecia gostar. O liquido escorrido do orifício chegou-me aos dedos. Ele levou esses dedos aos meus lábios. Exclamando! Não há que ter nojo. É oriundo dum ser humano. Pensei de imediato que era verdade e provei aquele liquido visco, que mais me excitou. Seguidamente disse-me se não me importava de o meter na boca. Isto não via caber na minha boquinha! Abre bem e tenta. Como já tinha provado o liquido, não me importei. Começando por beijar e lamber a cabeça fui alojando aquela coisa até á garganta, o que provocou vómitos, mas ele aliviou dizendo para eu atuar apenas com os lábios e a lingua. Comecei a gostar. Ele estava adorando, o que me deixava mais excitada. Em determinado momento deu um urro e sem eu esperar senti a boca e garganta inundada de um liquido quente e viscoso. Sem saber o qua fazer engoli! Tinha um paladar açucarado. O meu namorado tirou da minha boca. Sentou-se ao meu lado e pareceu-me exausto. O pénis anteriormente tão rijo, estava flexível. Assim ficamos durante alguns minutos e quando eu julga tudo terminado, pediu-me para meter novamente o pénis na boca. Dado que eu continuava excitada assim fiz e não tardou que voltasse a ficar rijo. Perguntou-me depois se aceitava que ele roçasse a cabeça do penis nos meu lábios vaginais. Como tinha gozado bastante com a lingua disse que sim, mas para não meter. Pediu para eu ficar de joelhos sobre o sofá com as nádegas para fora. Ele ficou por trás com aquilo bem rijo e era uma delicia sentir roçar aquela cabeça nos lábios que escorriam de excitação. Ele alternava o roçar do pénis com a lingua. Que gozo, que prazer, nunca tinha sentido algo semelhante. Eu delirava, na verdade desejava que ele metesse, mas tinha medo, várias vezes me perguntou se deixava mater, até que não resistindo mais respondi! Mete mas devagar e com cuidado. Ele continuou com a lingua e depois forçando com a cabeça do pénis, beijava-me as costas as nádegas e procurava a minha boca para beijar também. Disse-lhe que doía mas uma dor gostosa. Voltou a forçar e dei um grito, aquilo era muito grosso. Disse-me para eu relaxar, mas que ia doer um pouco Eu não aguentava mais e disse-lhe para arrombar. Ele forçou mais um pouco e repentinamente meteu tudo. Dei tamanho grito que felizmente não havia mais ninguém em casa. Ele tirou de mim cheio de sangue e eu também a escorrer. Fomos lavar-nos. Foi desta forma que perdi a virgindade.



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  7. O meu marido, á cerca de 2 anos perguntou-me se eu aceitava uma troca de parceiros sexuais. Embora tivesse também essa fantasia não o quiz demonstrar, disse-lhe que não iria conseguir praticar sexo com outro homem, esperando haver alguma insistência da parte dele, para então lhe dizer que me deixasse pensar, mas sucede que nunca mais me falou no assunto e eu não tenho coragem de lhe perguntar se continua de pé a sua ideia da troca de parceiros. Embora nosso relacionamento sexual continue excelente, não me importava de experimentar sexo com outro homem, mas somente com o seu consentimento, experiência que não tive até é presente data, com os meus 34 anos de idade e 10 de casada.

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  8. Sou casada, tenho 28 anos e traí o meu marido durante a minha gravidez. O meu marido após o 7º mês deixou de fazer sexo comigo, alegando receio de eu abortar, mas creio que a verdadeira razão era o meu corpo não o excitar. Foi um período em que mais senti necessidade de sexo e ao 8º mês não aguentando mais, seduzi um jovem colega do emprego com 20 anos. Estou bastante arrependida porque sofri uma grande desilusão, pois tive de lhe ensinar tudo, confessou-me que nunca havia transado nem visto uma mulher nua; era portanto 100& virgem, mas além de ter um penis pequeno logo que meteu em mim, esporrou-se sem que eu nada gozasse. Perdeu a ereção e por mais que eu tentasse com a boca não voltou a entesar, apenas gozei com o sexo oral, depois de lhe dizer onde devia trabalhar com a lingua. O meu marido nem sonha desta traição, que não tenciono repetir.

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