Mulheres meramente objetos

Acho que é exatamente que a maioria dos homens enxerga as mulheres. Resta apenas brincar de sentir prazer com isso, e responder completamente à altura.


Dica sobre mim

Se for pra ser uma rapidinha, eu prefiro que coloque atrás, ok?
Desculpe, é minha vocação. Por isso estou sempre limpa e lubrificada, quase o tempo todo.


Frozen da forma que Eu vejo!

Quando minha filha assiste pela milésima vez este desenho, mal sabe que é exatamente assim que eu o enxergo:







Prioridades: Minha família sempre em primeiro lugar.

Faça logo, goza rápido, pra poder terminar seu serviço e ir embora. Meu marido já está na porta há 20 minutos com minha filha, esperando você terminar pra poder entrar com ela.


O negro que eu não tive

Ainda não tive um negro. A vida não me deu este prazer. Quem sabe um dia?



Eu confesso: Estou namorando com dois irmãos

"Eu quero contar que tou namorando dois guris aqui na minha cidade. É segredo só nosso, todo mundo acha que é só um deles mas eu fico com os dois juntos. A gente é colega de escola também, e eu gosto de tranzar com os dois. Mas só um de cada vez, o outro olha. Só um por dia, eu não aguento os dois. Mas amo muito eles e eles tbm."
M.L. - Gravataí - RS


O professor que me 'protegia'.

A primeira e maior lição que aprendi sobre os homens ou boa parte deles, veio de um professor. Quando o vice diretor de minha escola primária descobriu as brincadeiras que aconteciam no pequeno bosque nos fundos do colégio, passou a me vigiar o tempo todo. Saber que os meninos faziam verdadeiras filas para brincar no bumbum daquela menina que mal sabia o que estava fazendo, mas adorava ir pra casa escorrendo de um grupo enorme de garotos, realmente incomodava muito o professor.
E foi por isso que diariamente ele me interpelava, e fazia questão de conferir se eu não tinha andado com os garotos.
Só que o que ele não sabia, era que não adiantava procurar ali, na frente. Era por trás que eu gostava de receber o furor da visita dos pintos duros dos colegas e vizinhos que apareciam por ali.
Sorry, teacher!



Confissões: Corno Oriental de Pênis Pequeno

Olá, queridos
Segue mais um pedido de publicação de confissões. Esse leitor pediu divulgação de email, então aí está.
Vou colocar o blog em dia com uma série de confissões que estão acumuladas nas próximas postagens, ok?
Beijos da Baronesa


Corno oriental & namorada brasileira - Skype/contato: dani.l1990@yahoo.com

Olá! Sou oriental e tenho um pequeno problema rs. Meu membro rígido mede apenas 7cm e pra piorar é fino. Parece um dedão mas isso me deixa excitado demais. Tenho fetiche doido por ser mal dotado e que sei que nunca vou satisfazer uma mulher de verdade com ele. 

Tenho tesão maluco em receber humilhações de namorada e de machos em relação ao tamanho do meu pênis. O qual inútil ele é. 

Sonho em beber o esperma escorrendo da entradinha da minha mulher e talvez ser enrabado junto com ela! Me masturbo todos os dias pensando nela com outros homens com pênis bem maiores que o meu...

Adoraria saber o que vcs pensam disso. O que pensam do meu pênis e do corpo da minha amada :)

Abraços!






Confissões: Meu filho foi feito por outro homem

" Queridíssima Baronesa da Hungria
Li um livro esses tempos e acabei descobrindo de onde você retirou seu nome! Leio seu blog faz pouco tempo, mas gosto muito, e vou resumir o que quero compartilhar com você, para ver se alguém mais vive isso ou tem vontade, para trocar ideias por e-mail.
Eu sou um homem praticamente impotente sexual, e tenho uma coisa chamada micropenia. Meu pênis tem problema de desenvolvimento, e eu aceito isso bem e minha esposa também. Meu irmão tem o mesmo problema, e meu pai também tinha. Logo, por ser um problema genético, sei que um filho meu provavelmente também teria. Aí começa a história: Minha esposa e eu nos amamos muito, e queríamos muito ter um filho.


No sexo a gente gostou sempre de usar brinquedos, ela se realiza sexualmente comigo. Mas sempre fantasiamos sexo com outros homens, e fizemos numa casa de swing. Ela não gostou muito, achou frio, mas nos divertimos, e repetimos duas vezes. Eu gosto de me sentir humilhado com essa coisa do pênis, mas ela não tem coragem de fazer, sente pena, até chora quando brinco muito com isso, diz que me ama muito, e amolece. Comecei a ter a ideia fixa de ela engravidar de outro homem, pra nosso filho ter menos chance de um pênis como o meu. E várias vezes brincamos e gozamos pensando nisso.


Nadia tem 29 anos. Eu tenho 31, e moramos no interior de SP. Sou funcionário federal, e ela é arquiteta, temos uma vida confortável, e somos muito bem resolvidos e felizes. Dois anos atrás mandei e-mail pro Ulisses, do Sonho de Manso, e ele me indicou um cara do RS pra conversar sobre isso. Três meses de conversa, trocas de fotos, videos, telefonemas, e Nadia e eu enlouquecemos de vês, decidimos engravidar dele. Conversa, pacto, exames. Ele já tinha feito antes, tem outros dois casais para quem doou esperma. Camarada muito inteligente, QI alto, apesar de fisicamente ser um homem normal, temperamento equilibrado, um genitor perfeito.

Fiz questão de me propor cobrir todas as despesas, e documentar algo que ele quisesse. Exigimos exames mútuos, de todos os tipos, os pré-conjugais. Ele não aceitou que eu pagasse os custos. E então encerrei o assunto. Levou mais um mês pra ele entender que era impostante pra mim, questão de hombridade, arcar com isso. E ele veio.

Pra meu desespero, o cara é muito gente boa. Equilibrado, parceiro, amigo. Inteligente, simples. O tamanho do pênis dele simplesmente não nos importava, tanto que nunca pedimos pra ver. Ele chegou pela manhã, e os planos era de que à noite as coisas começariam, se tudo desse certo. E deu.
A noite começamos as preparar as coisas, e os deixei à sós. Não foi difícil, minha mulher já estava bem animada por ele, e foram discretos naquela noite. Segundo os planos, seriam três noites de tentativas, no período fértil dela. No meio do segundo dia, comecei a ter problemas.

Tive crises de ciúmes, e disse a ela que queria encerrar tudo. Cheguei a tratá-lo mal, pedi que fosse embora. Ele foi cavalheiro, pediu algumas horas pra fazer trocas de passagens. Quando retornou da cia aérea, Nadia me fez me desculpar. Naquela noite, que foi a segunda, ela não voltou do quarto de visitas. Dormiu lá, com ele. Eu chorei a noite toda. Só consegui dormir quando me masturbei.

Acordei confuso no terceiro dia, meio tarde, eles estavam tomando café. Ele gentil, ela meio seca comigo. Neste terceiro dia, o trato seria de que fariam sexo mais cedo, pois ele iria embora na manhã do quarto dia, bem cedo. Com a troca das passagens, depois destroca, acabou indo para o quinto dia, e ele faria turismo, não o veríamos no quinto dia de qualquer forma. Os planos mudaram. Pois ele passou o dia fora no terceiro. Descobri que minha esposa marcou um café com ele, e conversaram fora. Ela estava arrependida, e queria que ele sumisse para sempre. Conversamos, e ela voltou atrás. Mas não queria sexo naquela noite.

Fomos cedo para cama, e eu dormi rápido. Acordei confuso no meio da madrugada, sentindo movimentos e ouvindo sons estranhos. Ela estava com ele ao meu lado, na nossa cama. E não restou dúvidas, eles estavam fazendo sexo a 15cm de mim. Senti um misto de desespero, raiva, desejo, mas estava paralisado. Fingi que dormia, até que simplesmente realmente dormi. Quando acordei novamente, ela estava sozinha comigo, e eu não sabia se tinha sido um sonho ou não. Só fui ter coragem de perguntar uma semana depois disso tudo. E foi real.

O quarto dia ele passou fora, e se foi no quinto. Os planos era de que eu faria amor com ela no na noite do quarto para o quinto dia. Não conseguimos, estávamos meio constrangidos, não falamos no assunto, apenas dormimos. No quinto dia ele se foi, e me deu um abraço forte no aeroporto. Disse que sou um homem de sorte, e que minha mulher me amava muito. Disse que ela tentou desistir várias vezes, e falava o tempo todo em mim. Que ele estaria sempre à disposição para conversarmos.

Quando voltei pra casa, abracei minha mulher, e agradeci muito a ela. Nos apaixonamos novamente naquele dia, e fizemos muito amor, sem penetrá-la.
O trato é que eu ficaria dois meses sem fazer contato com ele, ele só saberia depois de tudo certo, e combinaríamos posteriormente, conforme nos sentíssemos à vontade, se ele teria algum contato posterior conosco. Mas não levei três dias, e quebrei o acordo, entrei em contato. Precisava saber detalhes, e ele foi muito legal. Conseguia me manter seguro, ao mesmo tempo excitado e tranquilo com o que me contou.

Descobri que fizeram sexo anal, coisa que ela sempre abominou. Ele compartilhou segredos dela, e ela não contava pra mim. Ele me fez entender que devia respeitar esse espaço dela, e só assim ela iria se aproximar mais por mim. Ele acertou em tudo. 


No fim do primeiro mês da experiência, a notícia. Ela estava grávida! Comemoramos muito, e parei de falar com ele por uns 3 meses. Ela ficou insaciável nesse período. Fez sexo com um amigo do trabalho dela, e me confessou depois. Nossa felicidade só aumentou, ela se desinibiu, e se tornou bem mais quente como mulher. Foi com quase quatro meses de gravidez que fiz minha mulher gozar pela primeira vez, penetrando, em 6 anos de casados.
E foi me fazendo segurar sua barriga, dizendo uma frase que nunca mais vou esquecer: "Sente Maurício, sente nosso filho vivo aqui dentro. O filho que NOSSO HOMEM fez em mim para a gente". Como eu disse, sou semi impotente. Meu pênia raramente fica ereto, e quando fica, é por pouco tempo. Ficou muito, e fiz forte, ao ponto de que ela gozou. Eu não cheguei a gozar, mas fiquei muito feliz, e repeti enquanto ela gemia. "Nosso homem".

Entrei em contato com ele, marcamos um retorno. Ele veio, e fez sexo com ela grávida por dois dias. Convidamos pra padrinho. Apesar de aceitar na hora, alguns dias depois ele mudou de ideia, e nos pediu desculpas. 








Aos 8 meses dela, ele estava de passagem por SP, mas ela estava proibida de fazer sexo, por estar com a gravidez delicada. Não impediu de fazerem brincadeiras, e eu pela primeira vez assisti. Ciume, medo, prazer. Ele ajudou a superar.

Nosso filho, que tem parte do nome igual ao dele, fez um ano há pouco tempo. Ele veio para o aniversário, e foi declarado "padrinho em casa". Tem alguns traços fortes dele, e gosto de pensar nisso. De ver isso. Ano que vem, talvez a gente tente uma menina. Mas desta vez, minha. Estou determinado a tentar, mesmo com os riscos.

Mas temos um grande impasse que surgiu há alguns meses. Revelamos ao nosso amado filho parte dessa história no futuro? Deixamos ele sentir amor por este homem que admiramos, e que de certa forma até faz parte de nossa família? Ou mantemos um segredo eterno sobre isso?
Ele disse que aceitará o que acharmos melhor. Só não abre mão de acompanhar nossa vida, e de seguir amante de minha mulher e meu amigo. 

Gostaria que publicasse meu relato, Baronesa, para encorajar pessoas a conversarem sobre o assunto, e que se quiserem entrar em contato comigo por e-mail, para trocar confidências e detalhes sobre isso. Parabéns pela seriedade que seu espaço usa pra abordar a sexualidade.
(Maurício - SP - Email: [Suprimido]).

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Pessoal, como o e-mail que amei de paixão do Maurício, é pessoal, e conduz à sua identidade real, eu não publiquei. Se alguém quiser entrar em contato com eles para saber sobre a experiência, ou mesmo para pegar indicações, mandem para meu e-mail, que coloco vocês em contato. Prefiro assim, pra segurança de todos.
Beijos da Baronesa
baronesahungara@gmail.com












Resumo da palavra prazer


Sem muito a acrescentar nesta imagem. Ela resume o que eu chamo de prazer muito maior do que um orgasmo.


Curiosidades Sobre a Baronesa Húngara


Resolvi responder numa postagem algumas das muitas perguntas que recebo por e-mail dos leitores do blog. São todos fatos sobre mim, e a forma como penso. Se não agradar a todos, sinto muito. Faz parte da vida!



1º: Não sou educada. Sou muito ácida e pavio curto. Especialmente com homens, pois não gosto de levar desaforos pra casa


2º: Eu não sou liberal. Sou é infiel. Não sou esposinha safada de marido feliz. Sou uma mulher casada que trai o marido. Se sou safada é para outros homens. Em casa sou uma mãe de família, que ama o marido e a filha. Cuido muito bem deles, mesmo que esteja toda arregaçada de tanto trepar com estranhos o dia todo.

3º: Dei para todos os homens que convidei para um café. Especialmente os que convidei para tomar café na minha casa. Antes da água esquentar, geralmente, já ralei os joelhos chupando.

4º: Nunca transei com um negro depois de adulta. Lá, nas experiências de menina na escola, uns dois ou três dos meninos que faziam fila para me comerem eram negros. Mal lembro dos meninos daquela época. Depois desta fase, nunca mais. Quem sabe não surge uma oportunidade um dia desses?

5º: Já vomitei tentando fazer garganta profunda. Não sou boa nisso, não consigo direito. Chupo com dedicação, mas a anatomia não me privilegiou.


6º: Já juntei camisinhas usadas por duas semanas pra tentar fazer uma foto pro blog. A experiência não deu certo. Fedem, ficam escuras. Só vai dar certo no dia que usar várias no mesmo dia.

7º: Eu prefiro sexo anal. Não que eu sinta mais prazer, é que sinto mais conforto.  Só faço sexo sem anal se o homem for muito pouco habilidoso. Ou seja, só não fez anal comigo quem não sabia fazer sexo direito.


8º: Já fiz coisas sexuais por dinheiro. Mas não gosto de tocar no assunto assim, não foram coisas na morais, e certamente gerariam uma polêmica infinita!


9º: Já e ofereci para um cão. Lamentavelmente ele não entendeu, não aceitou. Quem sabe um dia?

10º: Já fui estuprada. Bebi demais numa festa, e fui parar num carro. Não sei por quantos, nem sei direito como foi. Às vezes acho que lembro de um detalhe que outro, mas não tenho certeza se são imaginações. Não tenho trauma algum, até me excito às vezes pensando nisso, embora não queira de jeito nenhum que aconteça de novo. Foram meses de exames, e muita preocupação.

11º: Incesto. Eu realmente gosto, me excita muito o tema. Não sei se faria, mas me exita imaginar e fantasiar com incesto.







Confissões que recebi

Recebi uma enormidade de confissões pelo email baronesahungara@gmail.com , e selecionei alguns para postar aqui. As imagens são de internet, tá? Mas as confissões são as que os leitores me mandam, com uns pequenos ajustes nos textos. Beijos da Baronesa.

> Eu confesso, transo com meu tio desde garota:
Tenho 37 anos, separada, tenho um filho de 12 anos. Quando tinha 15 meu tio foi meu primeiro homem. Ele me apresentou meu ex-marido, mas continuamos nos encontrando até meus 27 anos, quando me mudei de cidade, e não tivemos mais encontros com sexo. Nem falamos mais no assunto. Tinhamos 30 anos de diferença, mas eu gostava muito. Com a idade e a saúde dele que tem diabetes fomos parando.
Ele sempre foi querido e boa gente. Ajudou muito meu pai, e pagou minha faculdade e até hoje paga escola de minha filha. Resolvi contar aqui por que acho que é o unico lugar que ninguém me julga.
Beijo
(J.D. - PR)






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> Eu confesso, tenho a fantasia de fazer um bukake:
Fico louca quando imagino o contraste da minha pele morena com a porra branca de vários homens diferentes.
Sei que hoje é dificil. Mas é um desejo que sempre tive.
(Mariana - DF)














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>Eu confesso: Gosto que minha mulher me diga que tenho pau pequeno


Eu tenho um pênis de 15cm. Não é muito menor que a média nacional. Mas gosto de ouvir minha mulher dizendo que já transou com o ex-marido e que o pau dele era maior. Fico excitado.














Dois presentes que ainda desejo ganhar

Eu moro num lugar difícil de encontrar coisas gostosas como estas. Mas como queria ganhar esses presentes! Um consolo animal lindo desses (que acho que só aguento no bumbum, pois é muito grande), e um vibrador Magic Hand!
Meus sonhos de consumo!
baronesahungara@gmail.com

Relato: Uma mãe de Portugal

Recebi esse comentário de uma mãe, que pelo linguajar, me parece portuguesa. Achei interessante expor o relato dela como postagem também, já que nos propomos a falar sobre todos os fetiches sem julgamentos. As imagens são da internet, não são reais.
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Sou divorciada, tenho 40 anos e um filho com 18, confesso que muitas vezes sinto desejo de praticar sexo com o meu filho. 

Se não fosse o tabu que existe, além.de ser também pecado, é possivel que já tivesse acontecido, tendo em vista as minhas necessidades sexuais e noto na forma que êle olha para o meu corpo, que deseja igualmente ter relações intimas comigo, pois já espreitei, algumas vezes, que êle vai mastrubar-se na WC com biquine que pouco antes despi, o qual cheira frequentemente antes de se esporrar e, ao presenciar este seu procedimento fico excitadissima, imaginando como seria sentir dentro de mim aquele velumoso instrumento que possui entre as pernas. 

 Nenhum de nós tem qualquer pudor em andar completamente nu em nossa casa, quando a sós e, daí talvez a excitação que ambos sentimos. Isto é uma prática que existiu desde sempre, mesmo entes do meu divórcio, com êle ainda criança. Não sei portanto durante quanto tempo iremos resistir a esta atracção.

Uma mãe (Recebido por Comentários)
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Por onde eu sempre preferi?

Uma meia dúzia de leitores do blog já me perguntou por email a minha preferência quanto a sexo anal, vaginal ou oral. Certamente leitores que não acompanham o blog desde o começo, onde eu conto que minhas primeiras experiências com o sexo masculino foram todas apenas com penetração anal.

Mas vale lembrar que eu sempre fui uma menina fácil de penetrar por trás. Sempre gostei, desde criança, de brincar com meu ânus. Desde que tenho lembranças, eu gostava da sensação de penetração anal com objetos, e antes mesmo de ver o primeiro pênis de minha vida já havia colocado em mim mesma quase tudo de cilíndrico, liso e mais fino que meu pulso em meu bumbum. Mas não por prazer sexual propriamente, mas simplesmente por me fazer sentir bem!

Minha primeira experiência com um pênis demorou um pouco mais, pois antes da penetração anal, ensaiei a masturbação de meninos da escola, no local onde eles se reuniam para se masturbarem coletivamente, medir pintos, trocarem materiais pornográficos. Escolas de interior tem dessas coisas, talvez até hoje. Imaginem nos anos 80.

lá, quando se acostumaram a minha presença persistente, um deles, um pouco mais velho, e não por acaso um dos mais perversos, com frequência se masturbava olhando para mim. Não demorou a me pedir para tocá-lo. Algumas recusas por alguns dias, e bastou para que ele mesmo diante da negativa, pegasse à força minha mão. Nas duas ou três primeiras vezes, fiz forçada. Nas demais, aceitei meu destino, pois estava lá por querer. Não lembro se já havia masturbado todos os pintos quando o mesmo rapaz, numa outra ocasião, instigou outros meninos a me segurarem para ele terminar seu gozo em minhas nádegas.

Foi dele o primeiro pênis que eu toquei, e também o primeiro que entrou em meu ânus. Mesmo sendo pouco mais velho que eu, era ainda assim um menino. Avantajado no tamanho, em relação aos demais, ele comandava aquela situação toda com bastante imponência. Não era nada inteligente, nem bonito. O pênis tinha quase o dobro do tamanho de todos os outros, mas não era maior do que os objetos médios que eu gostava de penetrar em mim. Confesso que foi muito fácil entrar. Mas ardia muito quando ele ejaculava. Especialmente por que a maioria deles ejaculava dentro de mim, e lá pelo terceiro ou quarto menino, mesmo já sendo laceado, meu ânus ficava bastante assado. Ardia e coçava bastante nos dias seguintes. Geralmente já estava boa para a semana seguinte. E por vontade divina ou muita sorte, nunca peguei qualquer doença naquela irresponsabilidade juvenil, nem mesmo inflamações ou infecções simples. Nos dias atuais, uma menina estaria sentenciada, em meu lugar.

A primeira vez que fiz sexo vaginal, de forma consentida, foi anos depois, com meu marido. Mas a força, esse rapaz mais velho me deu algumas estocadas uma vez, e doeu tanto que quase desmaiei. Consegui me contrair até que escorregasse de volta para minha bunda, o que foi um alívio. Se não me engano, em algum relato anterior já falei disso. E foi esta a última vez que tive qualquer contato físico com ele, pois perdi a confiança, e comecei a perceber o risco naquilo tudo. Acho que foi quando passei a amar um daqueles meninos, o único que nunca me penetrava, e que hoje, é meu marido.

Foi com meu marido também meu primeiro sexo oral, Achei sem graça, e só fui realmente aprender a fazer sexo oral já bem mais velha, adulta, e já mãe. Aprendi com um homem terrivelmente safado, que se recusava a gozar quando transávamos. Só me senti completa no dia em que o fiz gozar na minha boca. Então aprendi de verdade.

Nisso tudo, o que posso dizer é que minha preferência não é por uma dessas práticas. Nem anal, oral ou vaginal. É pelo verter da porra. Pelos minutos de impotência de descontrole de um macho diante de uma fêmea. 

E uma coisa engraçada nisso tudo, é que eu era uma menina pura e ingênua, apesar de tudo. Uma menina de vagina virgem, de calcinha sempre manchada de sêmen, de diversos meninos, escorrendo do ânus alagado e laceado. E aprendi a lavar minhas calcinhas no banho por isso. Para que minha mãe nunca notasse. Se é que nunca notou, pois se percebeu, sempre foi muito discreta.




Sem motivos, sem perguntas

Ele estava ali, e eu também estava. Ele, porteiro, meia idade. Homem sem graça, sem charme. Magro, judiado da vida. Rosto levemente sulcado pelas noites mal dormidas. Opção profissional sofrida, mas confortável. Porteiro, típicos "boa noite, madame", rosto sempre sério.

Pedi para usar a o banheiro da guarita, e ele, sem jeito, deu uma desculpa que outra, certamente pelo fato de que o banheiro estava imundo, para não deixar. Entrei igual, sem pedir mais licença, e ele resignou-se. Entrei, baixei a tampa do vaso mal limpo, e pedi que entrasse ali, para me ajudar, abrindo uma fresta da porta, no apertado espaço. Desconfiado, ele espiou, todo constrangido. Mas não ofereceu resistência quando o puxei pela cinta, mediante um "anda logo".

Desprezei sua expressão perplexa, e apenas fui ágil pra abrir-lhe o fecho da calça social. Com uma mão segurei sua nádega magra, com a outra, puxei com a mão meio fria seu pênis fino e flácido. Ele resistiu neste momento, constrangido. Mas não foi preciso muito, apenas enfiei minha boca pelo fecho, e suguei de uma só vez seu pinto para dentro da minha boca. Agora com as mãos em suas nádegas, sugando sonhar e com força.

Não foi exatamente uma garganta profunda. Seu pênis era pequeno, e inundei de saliva para não ter tempo de sentir gosto. A pia ficava quase encostada no meu ombro, ele em pé, eu sentada na tampa do vaso. Mais uns bochechos com seu pênis na boca, e já estava ereto. Cuspi a primeira saliva na pia, para limpá-lo bem. E alguém parecia estar procurando ele fora, no hall do prédio, e ele ficou muito nervoso. Ignorei, e o segurei. Abri completamente a boca, de modo a ficar com a língua passando em seu escroto quando puxava com força. 

Eu arriscaria supor que tudo levou em torno de 5 minutos. Talvez uns dois a mais. Não mais que isso. Sua bunda se contraiu, e seu primeiro ímpeto foi o de empurrar minha cabeça, como se não quisesse acabar na minha garganta. Firmei, e o segurei, apenas intensificando as estocadas que eu forçava
agarrada em suas nádegas, puxando ele com força pra mim.

De contraídas, suas nádegas passaram a trêmulas. Descontrole. Seu quadril agora movia quase sem controle dele. E as pernas, tremendo, falhavam. Um gemido perturbado, arfante, quase um urro abafado pelo próprio medo. Parecia não ter fim. Uma mão na minha cabeça, outra no meu ombro. E finalmente, resolveu me puxar. Uma gota amarga brotou de sua glande fina e dura. Quente, de textura cremosa e viscosa, quase endurecida, de gosto difícil de suportar. Seguiu-se de jatos salgados, ralos e esparsos. Parecia um pequeno chafariz sem força. Seus pés batiam.
Uns segundos, e ele parecia ter corrido uma maratona. Arfante, literalmente me empurrou. Mesmo rala, aquela porra mancharia minha saia, que era preta. Ele empurrou o pinto melado para dentro das cuecas desatualizadas, e espiou para fora do banheiro. Enquanto eu cuspia a porra na pia, escutei-o desculpando-se com alguém pela demora ali fora, atendeu, apressado, entregou algumas chaves, e disfarçou um pouco. Em seguida, colocou a cabeça na porta: "Se a senhora quer sair, pode ser agora".

Limpei a boca numa toalha de papel, e saí.


O meu cunhado já me esperava na calçada, suspeitando que eu tinha ido embora. Me olhou aliviado, e disse que se assustou ao notar minha ausência. O tranquilizei. Afinal, eu jamais faltaria à formatura de minha sobrinha querida. Então a esposa dele chegou com o carro, que até então manobrava na garagem, para nos pegar. Estávamos quase atrasando!


A noite foi alegre e incrível na festa da formatura! Pena que meu marido não foi, teria se orgulhado da sua sobrinha também. Ela estava linda, e os drinks estavam ótimos! 
Mas não houve drink que apagasse aquela gota amarga da minha língua. Era fato. Eu vou custar a acostumar com a porra deste homem. Mas amanhã estarei de volta. Um dia acostumo. Mas ele, cuidarei para que jamais acostume.
__________________
Nota:
Não. Isso NÃO É um conto. Aconteceu.





"Minha Filha Vai Dar Trabalho"

"Sou pai de uma menina, ainda criança, e escuto muitas piadinhas do tipo VIROU FORNECEDOR, HEIN?, ou então coisas do tipo VAI PASSAR TRABALHO COM ESSA DAÍ, JÁ TEM JEITINHO DE MULHER. Eu não sinto atração nem tesão pela minha filha, até pq é uma criança. Mas me me excito quando imagino ela já grande, sendo uma mulher ativa sexualmente, e fazendo sexo com a a mesma liberdade que os homens tem e sempre tiveram. Acho os piadistas mais engraçados que suas piadas, pois são machistas tolos. 
Quero minha filha livre como qualquer menino é, se descobrindo, masturbando, vivendo e amadurecendo sexualmente, com a segurança de um pai que vai estar ao lado dela para qualquer coisa, inclusive para apoiar suas escolhas, e responder as perguntas difíceis que muito pai se aperta para responder.

Então, cada vez que alguém me diz SUA FILHA VAI DAR TRABALHO, eu penso: Espero que sim. E muito. E que eu me orgulhe muito dela, e que me dê tanto trabalho quando um filho homem me daria.

Parabéns, Baronesa Húngara, que criou esses espaço tão bonito e sensual para tratar de uma coisa que, na verdade, não passa de uma excelente ferramenta para pregar a libertação das mulheres! Tudo de bom para você!"
(Marcos P., 33 anos - Santos/SP) 



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Marcos, querido, eu fico aliviada e com fé na humanidade quando vejo um homem, maduro, que apesar de jovem já é um homem de verdade, demonstrando tanta percepção da necessidade de fazer da própria educação dos filhos um lugar de crescimento da sociedade.
Eduque ela para a liberdade, mas para a responsabilidade. Para o trabalho, mas para a independência. Eduque ela para o amor, mas deixe-a pronta para a guerra!
Beijos, e sou sua fã!
(Baronesa)
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Se você quer fazer contato com o Blog, encaminhe seu e-mail para baronesahungara@gmail.com



Eu Confesso: Algumas confissões que recebi

Jogo rápido, não nem enfeitar muito. Seguem algumas confissões que recebo pelo e-mail (baronesahungara@gmail.com), e que achei bacana de compartilhar com o pessoal:




M.S, de SC, confessou que começou a fazer swing para agradar o namorado, e que descobriu que gosta mais de mulheres do que de homens. Que sente cada vez menos prazer com o namorado, e que se não for com outra mulher junto, não tem tesão e nem consegue gozar direito.
Que armadilha, hein baby?
Respondi a você por e-mail, mas não tema. Seja feliz, goze como gosta, e não faça o que não gosta. Quer tentar o prazer com outras meninas, vai fundo, garota! Seja feliz! Mas não se force a experiências que não curte, ok?



J, do PE, confessa que gosta de fantasias que está apanhando da mãe. Que se excita muito, e que se masturba pensando nisso. Explica que nunca apanhou da mãe, que morreu quando era bem jovem, e que não lembra direito como ela era, mas que pede sempre para apanhar de mulheres mais velhas com quem fica, imaginando ser a mamãe.
Respondi por e-mail também. Isso tem explicação, e relação com a autoridade materna que você perdeu muito cedo! Nada errado em se excitar, mas não deixe de comentar a respeito se fizer análise, você pode receber boas dicas de como não deixar isso incomodar você no futuro! Beijo!
  

Aninha de MG, gosta de se exibir na rua, correndo risco de ser vista. Já perdeu e ganhou namorados por causa desse fetiche, e que tem medo de nunca ser amada por adorar fazer isso.
Linda, seja feliz, perca quem perder, ganhe quem ganhar. Só procure lembrar que tem certas coisas na vida que só podemos compartilhar com as pessoas certas, ok? Beijos
Ale, de SP, tem tesão pela sobrinha. Muito. Já brincou de ensinar ela a beijar, e tem medo que ela conte pra alguém.
É, tenha cuidado, viu? Se ela contar, pela idade dela, você tá frita! Lembre-se, há coisas que a gente não pode tirar do campo das fantasias, para não se complicar. Beijos pra você.




E pra quebrar a sequência "lesbo", tem o R., do PR. Ele confessa que desde que teve a experiência de ver sua amada namorada na própria cama com um amigo dos dois, não tira isso da cabeça, se masturba todos os dias pensando nisso, que já se arrependeu, mas sempre volta a pensar. Acha que pode estar doente, ou precisando de ajuda pra tirar isso da cabeça.
Meu conselho sincero, R.?
Se atire na sua cornitude. Você PROVOCOU a situação, pediu para viver isso, deixou ela confiar em você. Se você não for homem o bastante para amar e idolatrar a sua namorada, que teve a grandeza e a coragem de colocar um chifre nessa cabeça de vento, você não  a merece. Há milhares de homens sonhando com uma mulher assim, dariam a vida por ela, e ofereceriam a cama todos os dias para ela ser feliz nos braços de homens de verdade. E caso você não seja um, ao menos dê o lado para quem pode fazê-la feliz, e vá roer seu chifre torto chorando noutro lugar.
Se arrepender é normal, ficar confuso também. Mas culpar a mulher pelos fetiches que você mesmo propôs, é uma covardia digna de solidão eterna.
Não seja frouxo.
  




Quer confessar para a Baronesa? Sua identidade e seu e-mail jamais serão revelados, mesmo que você peça.
Escreva para baronesahungara@gmail.com

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