Eu Confesso: Casada Deixa sua Confissão

"Ola Baronesa , meu nome é Bianca tenho 38 anos e vou contar oq eu nunka terei coragem de falar para nenhuma outra pessoa. Sou casada a 15 anos tenho uma filha de 14 anos... Sou "loira" tenho 1,68 magra sem peito e com um bubum grande que chama bastante atencao, a mais ou menos uns 3 anos venho traindo meu marido com varios e varios homens , todos que eu sinto vontade e por incrivel q pareca nao tenho nem um pingo de do dele , muito pelo contrario adoro faze-lo de corno sem ele nem ao menos desconfiar. Ele me ama muito e eu tambem amo muito ele porem nao sinto tesao no sexo dele, somente gosto de fazer sexo depois q ja estou usada por outros homens. Maaas ultimamente estou tendo um fetiche louco demais. Tenho um pastor alemao lindo e por diversas vezes ja gozei com ele lambendo minha vagina e o meu cu, costumo colocar algum doce la que chame a atencao dele... Estou ficando louca? rsrsrs  nao divulgar meu email porfavor..."
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Não, amiga, na minha opinião, não está ficando louca não. Mas lembre-se de sempre tomar todos os cuidados pra preservar a sua saúde e de sua família! Quanto aos demais quesitos, só posso dizer que me identifico muito, muito mesmo, com suas fantasias!
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Quer deixar seu relato?
Mande para baronesahungara@gmail.com



Sim, Eu Prefiro Por Trás

Anal parece um tabu para tantas mulheres, que eu me sinto privilegiada por ter perdido a virgindade anal tão cedo, e bem antes da vaginal. Hoje me sinto confortável quando faço por trás, e gozo com grande facilidade. Até mais do que com penetração na vagina. Não imagino sexo sem fazer anal. Só com meu marido, claro, que faço resumidamente quase sempre.

Gosto da tranquilidade da penetração anal, de estar desobrigada a sentir sensações detalhadas. 

Quando garota, aprendi que eles gozavam mais rápido colocando atrás. Isso facilitava, a fila andava mais rápido, e eu terminada antes de acabar o intervalo de recreio!



Eu Confesso: Gosto de dar no banheiro do Shopping

A Mary, de Capão da Canoa no litoral do RS, mandou um lindo e-mail cheio de fotos dela linda e loira na praia. Mas apenas babem, meninos, eu não vou postar não, ela tem muitos sinais particulares que podem dar problema depois.
Mas ela conta no e-mail que trabalha em um Shopping em outra praia do litoral, e que gosta de fazer sexo com os rapazes gatos que passam na loja dela, e marca sempre no banheiro do shopping, num local que só ela tem a chave!


Que privilégio, Mary!
Também quero a chave de um banheiro público só pra mim!



Eu Confesso: Sou Patricinha, mas Chupo Por Dinheiro e Fantasia

Foto Ilustrativa: Não é da pessoa que mandou o e-mail, e sim da internet.
"Baronesa, eu quero confessar no seu Blog, e pode publicar se quiser, já mandei pro Sonho de Manso também. Pode postar minha foto também, é minha mesmo. Eu sou a típica patricinha, de boa família, já fui pra Disney, e tenho 22 anos. Mas gosto de chupar, e dependendo até dar, por dinheiro. É um prazer que sinto, meu namorado apoia, e as vezes dá até uma certa segurança. Não sou profissional de sexo, e sou bonita, mas não sou perfeita. Sou apenas uma devassa como vi que você também é! A gente é de Porto Alegre - RS, e dependendo da proposta, a gente pode pensar até em coisas mais ousadas. Sou formada, faço pós-graduação, tenho meu carro e sou independente. Mas fico toda melada de me sentir e ser tratada como uma puta de rua".
Srtª Fetichista 
Contato:  fetichistas-rs@outlook.com
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Olha só, Srtª Fetichista, eu abri uma exceção para publicar seu e-mail, pois vi que não é pessoal. Mas suas fotos, não quero essa responsabilidade, não posto fotos das pessoas no meu Blog, tá linda?

Sua fantasia é interessante, mas não comentou no seu e-mail se já praticou ou ainda quer praticar isso.

Toma muito cuidado com isso, viu? Eu também amo sair com estranhos, mas estou sempre preparada para lidar com imprevistos. É bom que você também sempre esteja, certo? 
Camisinha sempre, moça!









Esqueça Isso de Nome

Depois de quase meia hora trocando olhares, ele finalmente fez um discreto sinal apontando para o banheiro. Deixou a meia dúzia de amigos à mesa e partiu. O olhar discreto e convidativo passou rápido pelo meu, que misturei a um sorriso que dirigi à minha filha, perguntando se queria mais alguma coisa do buffet de sobremesas. Era sexta, e como em todas as sextas, meu marido, minha filha e eu estávamos à mesma mesa de sempre. Ele terminava sua ambrosia, eu pedi licença, e me dirigi ao toilette. 

À porta do  banheiro masculino, o moreno estava encostado disfarçadamente, e mostrou hesitação quando me viu. Desviei da entrada do feminino, e entrei direto no masculino, empurrando-o delicadamente para dentro, e entrando diretamente numa das cancelas. Não havia ninguém na área coletiva, para sorte dele, que parecia do tipo que se importa com essas coisas. Mas bastou sentar-me sobre a tampa da privada, e sinalizar com a mão direita, enquanto segurava a porta com a esquerda, e ele veio de imediato.

Abri sua calça, e seu pinto estava mole, e sua mão tremendo muito. Ele provavelmente nunca passou por algo semelhante. Alguns segundos sendo literalmente mamado, seu pênis ficou completamente ereto. Não era muito grande. Era moreno, e médio, com poucos pelos. Era muito cheiroso, isso lembro bem. Aliás, não sei por que, tem homens que fedem a mijo sempre, mesmo quando saem do banho. Estes não tem minha terceira tentativa. Ele não. Ele era cheiroso, saboroso. E seu pinto não vertia aquela secreção constante que a maioria fica vertendo, e que até gosto de sorver. Ele levou pouco mais de 5 minutos, e tentou me alertar, e até me afastar, quando começou a estremecer para ejacular. É o momento em que gosto de esticar a língua, e abrir bem a garganta, para deslizar o mais para o fundo possível, e afastar a glande dos dentes, e não provocar sensações desagradáveis.
 
O primeiro jato foi muito forte, e espesso, ao ponto de que quase engasguei. Mas o segurei pelas nádegas, e seus joelhos fraquejavam. Quando ele suspirou forte nas últimas gotas, tirei da boca, e espremi sua uretra na minha língua, limpei rapidamente os resíduos da glande, e ajeitei suas calças.
Não deveríamos trocar nenhuma palavra, mas como todo o desavisado, ele tentou.
- Meu Deus, qual é teu nome, guria?
- Esquece isso de nome - disse de cara, sem dar espaço, e já me dirigindo à porta pra sair - sexta que vem sabe onde me achar. Termino a sobremesa, e venho pra cá.


E precisava ir. Se demoro mais, minha filha ataca o balcão de sobremesas. Não quero ser culpada por exageros dela na ingestão de doces. E ao chegar à mesa, meu marido já havia pago a conta.

Gosto dessa sensação de não ter um nome pra me lembrar. Me concentro mais no gosto do pau. Ou da sobremesa, que repito, se o pau não valer à pena.

Qual é a Sua História Perversa?

Eu já comi a bunda de um homem.

Eu já dei para amigos de família. Também de meu marido, e marido de amiga.

Eu já abusei da boa vontade de alguns homens.
 E já sofri abusos que amei.

Mas e você? Qual é sua história perversa?
Mande para mim, eu não vou publicar seu endereço de e-mail, e talvez mexa na sua história um pouco, mas tentarei contar sua experiência!
Mande para baronesahungara@gmail.com

Vamos dividir nossas perversidades uns com os outros!


Brincando de Bonecas

Minhas Barbies mereciam um Ken assim! Por que eu não tive?



O Nome Dele?


Ai, meu Deus, qual era mesmo o nome dele? Nem gozei ainda e já esqueci.

Os rapazes pra quem Não Dei

De vez em quando encontro pela vida ex-colegas de escola. E a primeira coisa que me vê à cabeça para diferenciá-los é sempre a mesma. "Para esse eu tenho certeza que não dei"!

É errado ficar com vontade de reparar isso?

Sapatos de Mulher

Em silêncio eu vou para o banho, depois que meu amante se vai. Magoada. Ele disse que talvez fosse nossa última transa, pois está voltando para sua ex-mulher e quer se tornar um homem fiel. Fiel? Poderia suportar qualquer coisa de um macho de verdade. Mas fidelidade? Não. Decepcionada. Homens fiéis são desinteressantes.

Não vou me banhar. Vou esperar meu marido chegar, minha filha dormir, e farei amor com ele, já que não faço há semanas. Sei que não vou sentir prazer, estou toda ardida, e mal vou sentir o tamanho do pênis dele comparado ao de meu agora ex-amante.


Mas vou deixá-lo me penetrar, trôpego e sem ritmo em papai-e-mamãe, até gozar rapidamente, como sempre, e com os olhos perdidos no horizonte, beijar seu pescoço e dizer que o amo. Vou deixar ele tremer, misturando suas duas ou três gotas de esperma no quase meio copo de sêmen denso e quente que meu agora ex-amante geralmente despeja dentro de mim. E isso eu nunca faço. Mas farei. Farei por que estou magoada.

Meu marido vai adormecer assim, entre minhas pernas, sem ter me dado um beijo na boca, pois negarei os beijos. Estou com gosto de esperma na boca, chupei meu agora ex-amante logo depois de gozar dentro de mim. E foi enquanto eu chupava ele que ele me contou de sua decisão. Engoli as minhas lágrimas junto com as ultimas gotas de esperma que sugava da uretra dele.

Meu marido vai ser delicadamente colocado ao meu lado, já adormecido. Não o terei beijado para que não sinta o gosto. Hoje quero que ele se sinta único, mesmo que jamais seja. E direi novamente que o amo, mas desviando o rosto, para que caso ele esteja acordado, não sinta meu hálito ácido de sêmen alheio.

Vou caminhando nua para o banheiro, para me banhar, pois me sinto imunda. No caminho vou parar no quarto da minha filha, que já dorme, e dar-lhe um beijo de boa noite. Fico parada, olhando me anjo dormindo, e pensando no quanto o mundo é cruel com nós, mulheres, e nos faz assim, tão sentimentais e selvagens. Capazes de amar de forma impossível homens que não merecem. Espero que ela saiba lidar com isso melhor que eu quando for adulta. E vou para o banheiro.

Mas quase escorrego, pois fiz uma pequena poça de esperma que escorria de dentro de mim quando estava parada distraída, e saio pisando descalça pelo corredor, levando pequenas marcas úmidas até o banheiro. Já chego lá grudenta.

No banho, a água vai cair, e deixo levar as gotas de minhas lágrimas. As gotas jorradas pra dentro de mim. Ali, eu serei uma mulher só. Não serei mãe. Não serei esposa. Nem puta. Apenas uma mulher solitária no chuveiro, deixando escorrerem os fluídos de mim, até me sentir um pouco menos suja. 

Amanhã, quando eu entrar no motel com outro, lembrarei de pedir pela centésima vez: "Não quero saber seu nome, não me diga. Apenas me foda sem me fazer gostar nem gozar, me dê um tapa na cara, e me mande voltar para casa e cuidar de minha família. Mas deixe seu telefone anotado num pedaço de papel. Se for como imagino, posso precisar que isso aconteça outras vezes nas próximas semanas. 

Mas por favor, que os tapas não sejam tão fortes. O último terá deixado meu rosto marcado tempo demais, e eu terei que ter inventado uma desculpa esfarrapada demais em casa.

E ficarei desconcertada acordar tarde e achar o bilhete de meu marido:
"Meu amor, evite deixar os sapatos no banheiro com suas calcinhas usadas. Sabes que nossa filha adora colocar eles e sair tropeçando pela casa. Te amo."

VOLTA LOGO, BARONESA!!!

Pessoal, pra não ficarem confusos, aqui não é a Baronesa, é o Ulisses, do Blog Sonho de Manso!
A pedido dela, tenho acesso como colaborador aqui do espaço dela, mas não tenho lá muito tempo pra ficar postando. Fico triste de ver que ela não tá muito estimulada, não tem sentido vontade de postar por que não tem muito comentário, e até por que o google apagou várias vezes os blogs dela pelo conteúdo mais "polêmico". Bom, aí é questão de ela segurar a onda dela na hora de postar, já que hipocrisia na blogosfera é o que não falta!

Mas queria avisar o pessoal aqui que to tentando convencer ela a voltar as postagens, como aprovo os comentários pra ela, noto que muita gente sente saudade, e eu sou um deles! Bora comentar, estimular e mandar e-mails pra Baronesa pedindo pra ela voltar a postar! Mandem seu manifesto para:
baronesahungara@gmail.com

Bora, Baronesa, queremos você de volta, todinha pra nós!

(E vê se traz aquelas historinhas safadinhas da sua vida que você morre de vergonha de contar!)





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