Respostinha à indiganação de leitora

Tem uma senhora (mais uma), que está indignada com o conteúdo do blog. Me manda e-mails bordados de ressentimentos profundos e lamentosos.

Bem, Dona G., vou dedicar essa imagem para a senhora:

 




 É assim que a senhora gosta?



































Tomara que sim, mas se não for, saiba:
EU ADORO!

A prima favorita


Faz muitos anos que não vejo a maioria dos meus primos. Mas nunca esqueço que eu era a prima favorita. E até os primos mais velhos gostavam de vir brincar de boneca comigo.

E quantos segredos se perderam em meio às brincadeiras naquelas casinhas  de bonecas que fazíamos.

Você se lembra de algum segredo seu?
Conte pra mim, mande pra baronesahungara@gmail.com


Mulher fácil?

Me seduzir... Ou melhor, ME COMER é muito fácil. Não tem mistério nenhum.
Difícil é me encontrar e me chamar atenção.

- Vem, moço. Coloca aqui dentro, e faz rapidinho, antes que apareça alguém.


A primeira camisinha

 Pra quem acompanha o blog desde o início, minha iniciação sexual bastante prematura não é novidade. E não cabe aqui discussão moral sobre isso, sei que minha vida foi um acidente de percurso como um monte de outros de que as pessoas tem notícia, mas raramente admitem.

Quase todo mundo já ouviu falar da menina promíscua da escola, que os meninos fazem fila para comer em algum canto escondido do prédio ou dos matos ao redor (no meu tempo, escolas retiradas, ainda existiam enormes espaços externos, poços artesianos e coisas do tipo). Pois bem, o destino se encarregou de me fazer ser essa menina. E havia outras como eu. A maioria delas não se deu nada bem na vida, em sentido nenhum.

Mas cresci, me tornei uma mulher bem sucedida, me tornei mãe de uma linda menina, e esposa de um bom marido. Segui promíscua, e talvez por alguma compensação, me tornei uma mulher infiel por opção. E escolhi para dividir a vida o homem que na imaturidade de nossa pouquíssima idade, ainda menina, dividia o meu corpo. Ele me amava mesmo vendo diante dos olhos dele, mais de um terço dos meninos de nossa escola me usarem com um brinquedo imundo no recreio. Ele me olhava com tristeza e amor. No fundo, queria me ver fora daquilo, mas talvez nunca tivesse sequer me olhado se não estivesse ali.

Bem, agora que contei parte dessa história novamente, vou responder a pergunta do Dr. L, de BH, que parece ter se preocupado muito quando me enviou o e-mail, identificando até sua especialidade médica ao me questionar sobre a "segurança" de minhas "brincadeiras".

"Vi que relata suas experiências como uma habilidosa blogueira de contos eróticos. E não me cabe questionar a veracidade de seus relatos, entretanto é importante mencionar que raramente você menciona uso de camisinha, ainda mais quando conta sobre sua iniciação com um grupo de parceiros. Já pensou que pode estar dando um péssimo exemplo para jovens que leiam sei blog"?
(Dr. L - BH).

Obrigado pelas palavras de apoio, Dr. L, e o senhor tem razão. Não sou nem de longe um bom exemplo. Pois relato realidades que não são nada morais. São apenas REAIS.

Não iniciei minha vida sexual usando camisinha por uma razão muito simples: Naquela época, anos 80, camisinhas não eram vendidas com facilidade nas farmácias. Meninos não tinham nem coragem, nem um pênis com o tamanho que coubesse numa camisinha. Elas praticamente não existiam.

E eu, no auge de minha imaturidade, não tinha o menor controle sobre isso. Imagine você um grupo de uma dezena de meninos afoitos, ansiosos e arteiros, formando um pequeno tumulto atrás de sua bunda, enquanto você está apoiada sobre o tampo de um poço. Imagine que você não sabe quantas mãos estão em você, umas abrindo suas nádegas, outras apalpando seu corpo. Imagine que dedos, objetos indefinidos, são introduzidos no seu ânus, em meio a risadas frenéticas, e uma indiferente truculência.

De vez em quando eu conseguia identificar quando era um pênis, pois era mais quente, e tinha movimentos mais regulares. Mas depois do quarto ou quinto garoto, eu já não identificava mais as sensações, somente os movimentos.

Havia dias em que conseguiam estabelecer uma regra: "não acabar dentro", para que aquele divertido "buraco de foder" ficasse "limpo" por mais tempo. Alguns tinha nojo do gozo uns dos outros. Outros, pareciam preferir, e ficavam por ultimo. Dá pra imaginar, Dr. L, o tamanho do risco de doenças ali, não é mesmo?

Não sei o tamanho de minha sorte, que me fez chegar completamente saudável, sem jamais pegar qualquer tipo de doença, até o presente momento.

Acho que não gosto de falar da camisinha, por que a primeira que vi, certamente não foi a melhor experiência.

Professor J., flagrou esta cena que descrevi, ainda nos primeiros meses em que isso ocorria regularmente, quase semanalmente. Depois de repreender a todos, e me levar para a secretaria, logo que a aula começou e todos sumiram dos pátios, ele me levou lá novamente, dizendo que queria que eu contasse tudo que acontecia. Era estranho, pois eu sabia que ele sabia.

"Foi aqui que eles te colocaram"? - Já me colocando de bruços sobre o poço. -"Aqui que eles mexiam? O que tem aqui? Machucaram você?" - A dor era aguda e rasgada, pois ele custou a perceber que não era na minha vagina virgem que eles brincavam. Era impossível penetrar minha vagina, aprendi a me contrair de forma invencível por causa daqueles meninos afoitos que não conseguiam coordenar isso.

Quando o professor J. se calou, eu respirei fundo. E dali, só lembro da respiração ofegante dele. Solavancos e meus olhos fechados.

A camisinha me marcou por que vi ele a retirando, parecia um pedaço de pele saindo, fiquei com muito nojo. Nojo e medo, pois ali, sem qualquer cerimônia, tive minha inocência oral devassada. Cheguei a desejas quer ele fizesse tudo de novo, só pra tirar aquilo da minha boca. Ele parou quando eu vomitei. Fiquei olhando a camisinha jogada ao lado, com um certo horror. Não dos fatos, aquilo para mim era quase normal. Mas aquela coisa nojenta, que parecia um pedaço de pele, lembro nitidamente de meu nojo.

Dali fui para mais uma aula normal.

Devo ter levado mais de um ano para ver uma camisinha novamente, Dr. L. Se uma coisa dessas ocorresse hoje, certamente teríamos um enorme grupo de pessoas doentes, com muitas DSTs e provavelmente HIV. Acho que cabe sermos mais vigilantes com nossos jovens e crianças, pois se seguirmos ignorando o fato de que eles se descobrem por eles mesmos, estaremos os deixando à mercê de riscos como os que corri, e tragédias das quais não me orgulho de ter vivido.

Dr. L, eu estou muito bem, obrigada. Agradeço pela sua preocupação, e parabéns pelo seu trabalho de conscientização.

Meus sapatos novos

Eu não gostei muito dos sapatos. Mas o vendedor era irresistível. Então levei os sapatos só para deixar meu telefone. Na mesma noite, estreei os sapatos com ele.

Pena que meu marido nem reparou nos sapatos quando cheguei em casa. Que repare na fatura do cartão, então.

Aprendizado

Talvez se eu tivesse aprendido assim:






Quando você sair de mim

Quando você sair de mim
Não esqueça que parte sua fica
Assim como eu fico
Um pouco, parte
Em você

Quando você sair de mim
Me deixa larga
Me deixa grande, leve e funda
Me deixa toda alagada
Do teu leite que me inunda

Me deixa pura e alva
Me deixa imunda.

(Baronesa Húngara)



Pureza na loucura


Que minha loucura dilua minha pureza. E que gozem na minha pureza usando minha loucura.







Pergunte pra baronesa: "Brincadeiras envolvendo sexo é perigoso"?


  Já que estou habituada com os moralistas de plantão, que preferem ignorar completamente que sexualidade é um assunto que envolve todas as faixas etárias, desde que com o respeito da seriedade em cada assunto, vou omitir partes do e-mail da amiga do MS que enviou essas perguntas.

Ela conta que ao observar sua filha de idade pré-escolar brincando com suas bonecas Barbie, notou movimentos e brincadeiras estranhas. Ela colocava as bonecas entre as pernas umas das outras, e simulava movimentos que pareciam com sexo.


 -"Ela nunca viu uma cena de sexo que eu saiba. Como pode ela saber que as coisas são assim? Fiquei assustada, pq ela não tem convívio com mais  ninguém além de mim. Nem meu namorado jamais fica sozinha com ela, o que descarta abuso sexual. Tenho medo e levar ela no psicólogo e acharem que ela sofre abusos, eu não sei a quem recorrer".
-"Eu conversei com ela, tentando fazer ela dizer o que pensava que estava fazendo e ela não explica aquilo. Diz que eles estão brincando, e repete os movimentos. Fico constrangida e com medo que ela faça isso na frente de alguém. E já vi ela se esfregando sozinha quando vê um certo ator na TV e fico horrorizada como ela diz que fica com 'uma coisa no corpo' quando vê o camarada. Eu não deixo mais ela ver novela".
 -"Isso é normal? Devo procurar um psicólogo? Será que não vou ser mal interpretada"?
(?


Querida amiga
Acho que você precisa sim conversar com um profissional, um psicólogo. Mas muito mais para dar uma verificada nesse seu temor absurdo de que sua filha sinta as mesmas coisas que você sente, do que por problemas dela. Sua filha é ABSOLUTAMENTE NORMAL. Crianças também tem sexualidade, e também se exploram. Algumas mais cedo, outras mais tarde, mas todos nos descobrimos sexualmente ainda crianças. Isso só precisa ser SAUDÁVEL.

Não acho que sua filha esteja tendo pensamentos eróticos com os bonecos. Ela nem tem ainda maturidade pra compreender. Provavelmente viu em alguma novela movimentos sexuais, e isso "marca" a memória infantil, pois está ligado aos instintos. E se você tem um comportamento muito repressor quanto a isso, marca ainda mais. Então cuidado com a forma como você está lidando com isso. A proibição poderá causar a ela mais curiosidade. Converse, seja amiga e companheira dela. Ensine o que ela pode e o que não pode fazer perto de outras pessoas. Simplesmente proibir cria na mente dela curiosidades que ela não precisaria ter nessa idade.

Você possivelmente sofreu com alguma anormalidade sexual em sua vida. Seja uma experiência ruim, seja frustração sexual com os homens em geral, seja algo mais grave. Sua filha aparentemente não. Então preocupe-se mais com você, amiga. Sua filha só precisa de orientação. E você, precisa perder o medo de buscar auxílio para compreender as coisas.

Não sei como você foi educada sexualmente, ou mesmo se foi educada sexualmente. Mas sugiro que cuide disso. Que se liberte um pouco da sensação de que sexo é sujo e perigoso. O meu sexo é sujo e perigoso. E você veio ao meu blog olhar coisas sujas e perigosas. Se fez isso, é por que algo na devassidão te atrai. E isso é compensação de algo. Então repito pra finalizar, o problema, aparentemente, é você. Sua filha só está brincando, e elegendo o tipo masculino que ela projeta como pai, e como homem ideal para reproduzir no futuro, quando for adulta. Isso é o início da fase do  "complexo de Édipo", de Freud.

Procure um analista, amiga, nem que seja só pra perceber que está tudo bem com vocês, e que só precisas te sentir mais segura.

Beijo, e qualquer coisa, me escreve de novo.

Baronesa.

Pervertida desde menina: Mágico de Oz

Sim, eu sempre imaginei gang bangs onde quer que houvesse uma mulher e vários machos. Fossem eles o que fossem, espantalhos, homens de lata ou leões.


Fico sempre feliz de encontrar pessoas que pervertem os clássicos e os desenhos, pois me sinto menos isolada pela minha devassidão nesse mundo!


























(Obrigada, Ulisses, meu lindo, por me mandar as imagens!)


Pergunte pra Baronesa: "O que você acha de swing e sexo a 3?"

"adorei a sua sessão de perguntas e respostas.
O que vc acha de swing e sexo a tres?
Tenho motivado muito minha mulher sei que ela curte mas ainda não se soltou plenamente.
Por que as mulheres criam estas barreiras hipócritas?
Abraços e continue com o excelente blog.
(Juca - MT)"
 
Juca, eu acho o sexo à 3 muito gostoso. Especialmente se rolar total liberalidade, inclusive sentimental. Já tive namorado que curtia até uma pegada romântica entre nós três. Mas gosto mais com dois homens. Raramente me dou bem com outras mulheres, geralmente são muito púdicas pro meu gostinho. Gosto mais de homens por que não tem muitos limites e frescuras.

Entre casais, acho que pode ser uma das práticas mais saborosas da relação. Mas precisa conversa e maturidade. Não são todos os homens que estão prontos para dividir suas amadas com outro macho. Na minha visão, eu sou dona de mim, então quem se divide com os dois sou eu.











Já o swing, eu acho muito relativo. Como mulher, esposa, eu nunca gostei. Acho que dividir a atenção com outra mulher não é bem a minha praia, gosto de estar no centro das atenções. Prefiro vários homens interessados em mim, me usando, do que o swing. Mas quando um homem que me interessa muito me usa em um swing, gosto da sensação de dar prazer a ele assim.





Eu confesso: "Uso fotos da minha mulher pra conseguir homens pra mim"

"Peço que por favor não divulga meu email nem meu nome porquê uso o mesmo email pra outras coisa. Eu vi a sessão do blog que tem confissões e fiquei com vontade de fazer a minha e isso tá me dando até um alivio de escrever. Um pouco de tesão também. Eu fiz um perfil num site de swing com fotos da minha mulher de calcinha, e no meio deas fotos coloquei umas minhas de calcinha também, de bunda. Muitos homens nem notam, pois minha bunda é tão bonita que nem a dela. Eu gosto dos comentários.

Um dia marquei encontro com um negrão muito bonito. Eu tinha visto fotos do pau dele, que é bem grande e me intereesei em encontrar. Tenho muito tesão na minha mulher que é uma gostosa, mas desde garoto tive lances com homens. Dei para alguns estranhos durante a vida, e sinto tesão em fazer isso só de vez em quando. Falei pro cara que era eu de calcinha, ele não acreditou. Disse que mostrava pra ele se quisesse, mas que minha mulher não sabia de nada. Nem poderia saber. Ela não quer sair com outros homens. Então pra não sair sem nada, ele disse que me comia se eu fosse que nem na foto. E eu dei pra ele. Ele gostou tanto que quer de novo, na semana que vem dou pra ele de novo e venho aqui contar. 
Obrigado musa inspiradora - (P.C. - RJ)"


PC, posso ser muito sincera contigo? Não sei se viver essa desonestidade é uma boa ideia. Assim como um que outro vão acabar "caindo nessa" só pra não perder viagem, muita gente cria expectativa e se decepciona.

Já pensou em criar um perfil com fotos suas (claro que não de rosto), e procurar pessoas que realmente curtam sexo com um homem passivo? 
Acho mais honesto, e você vai ser muito mais completo e feliz.

Não postei as fotos que você mandou por que não combinam muito com o blog, tá? Beijo, e continues escrevendo pra gente.

Baronesa Húngara








____________________________
Se você quer compartilhar alguma coisa com a gente, escreva para baronesahungara@gmail.com
Não compartilho fotos pessoais, se mandar algo com rosto, eu retiro para não dar problemas. E não divulgo nomes reais, anúncios ou e-mails NUNCA, ok?

O bom de ser uma mulher adulta



O bom de ser uma mulher adulta é poder trazer pra realidade as brincadeiras que eu gostava de fazer com minhas bonecas.




Da Série "Confissões": - "Eu uso minha filha pra me dar bem"

Recebi uma confissão já tem uns dois meses quase (pelo e-mail baronesahungara@gmail.com), e não conseguia tempo pra fazer a leitura detalhada e edição dos detalhes, e apesar de parecer surreal, resolvi compartilhar. 

No e-mail, a amiga J. conta que quando passou dos 40 anos, teve sérios problemas de autoestima, e inclusive passou a ter conflitos com a filha, como uma espécie de "compensação". Foi quando, ao conhecer um namorado recente da filha, resolveu aproveitar uma oportunidade à sós com o rapaz, enquanto ele esperava a filha chegar da faculdade em casa, e colocou na mesa: "Não quero minha filha fazendo sexo com qualquer um". Colocou o rapaz numa situação bem crítica, dizendo a ele que cuidaria eles de perto.

E foi num segundo encontro deles, que ela resolveu se desculpar com ele pela situação constrangedora, e que o admirava por ele não ter falado nada à filha, pois sabia que ela faria um escândalo com ela se soubesse.
-"Nessa hora a coisa esquentou e ele confessou que apesar das minhas recomendações, eles transaram, mas que ele não era o primeiro. Que eu estava vigiando mal a minha filha. E deu um sorriso tão safado, que não resisti. Sorri muito de volta, e senti o que não sentia há muito tempo. Tesão".

Bom, ela conta mais algumas coisas, e o óbvio. Ela traçou o rapazinho, mesmo morrendo de culpa. E passou a se sentir mais mulher, mesmo morrendo de medo que a filha soubesse. Mas na situação, descobriu que a filha que tanto protegia, era uma devassa, e já fazia desde muito cedo coisas que ela com mais de 40 anos, jamais havia feito.
 J. conta que transou ainda com outro namorado da filha, depois de conversar com ele no facebook alguns dias. E numa enorme crise de culpa, contou pra filha.

A surpresa foi a filha dizer que já sabia, que aquele primeiro rapaz com quem a mãe transou, contou pra ela quando terminaram. E a surpresa ainda maior foi quando ela disse que também sentia culpa, pois perdeu a virgindade com um namorado da mãe. E tanto ela quanto a mãe, sabiam que ele era casado com outra mulher, e amante das duas.

Mãe e filha choraram boa parte da noite, e dormiram abraçadas, numa reconciliação que mudou a vida delas. Passaram a ser amigas e confidentes. Pri, a filha de J., disse para a mãe que na verdade ficava com vários garotos. E gostava disso. Que se a mãe realmente se interessasse, podia sair com alguns deles.

J. conta que ela e Pri brincavam com a confusão dos rapazes quando iam à sua casa, e percebiam que a suposta "sogra" dava em cima deles. J. superou todos seus traumas, a amizade delas se tornou uma bênção. Na ocasião em que mandou o e-mail, J. disse estar feliz e triste com o fato da filha estar se casando em breve. E o marido era um rapaz maravilhoso, e ela jamais sentiu à vontade para fazer as brincadeiras com o rapaz. Afinal, este seria seu genro verdadeiramente. Mas feliz pela felicidade da filha, que estava saindo da juventude para viver sua maturidade de forma sadia, e formar sua família.

Achei a história linda, pra ser sincera, mesmo no meio de tanta depravação. E confesso, repensei a minha relação com minha filha. Ainda assim, não sei se seria capaz de viver isso! Forte!





Pergunte Para a Baronesa: "Tapinha do namorado? Nem pensar!"

Para enviar perguntas, questões e pedidos de opinião, envie seu email para  baronesahungara@gmail.com

Mas lembrem-se: 
Não sou uma psicóloga, nem terapeuta, nem um modelo de cidadã. Eu sou o que vocês podem pensar de pior de uma mulher honesta: SOU UMA FÊMEA INFIEL. Portanto, se me fizerem uma pergunta, saiba que é a opinião de uma mulher infiel, controladora, egoísta e nada exemplar que vai responder, ok?
________________________________


"BARONESA, 
Sempre fui mandona e controladora do meu noivo, e esses dias estava na cama com ele e ele me deu um tapa na bunda, e eu odiei muito, fiz ele parar tudo, e acabamos brigando. Só que já tomei tapas na bunda de outros homens antes e eu gostava. Até me dá tesão quando penso em outro fazendo, mas quando ele faz me dá raiva. Isso é normal, você já sentiu isso?
H.TINHA 7LAGOAS - MG
"

Baronesa Responde:
Tinha, na minha experiência, gostar de algumas coisas com certos homens e não gostar com outros é bem normal. Muitas amigas minhas se sentem mais a vontade com uns homens do que com outros. Eu não admito que meu marido me dê um tapa na bunda também, e alguns homens com quem saio também não.

Mas tem uns homens que...! Nossa! Quero mais é que me batam quem nem aquele Grey do 50 Tons de Cinza!

Você é normal, menina, relaxa! Só precisa colocar as coisas no lugar. Se não gosta que ele faça, converse com ele e avise! Mas se ele fizer questão, bem, conversem e se entendam. Relações também precisam de um pouco de flexibilidade dos dois lados!




___________________________________________________________________________________

Respondendo aos leitores e seguidores: "Devo namorar uma menina ficadeira"?

Oi pessoas!
Sei que fiquei uma temporada fora, o Ulisses reclamou bastante de vir atualizar pra mim e ter que aturar o pessoal que reclama da ausência de atualizações do Blog!

Gente, eu peço desculpas pra todos, inclusive para o Ulisses, tem coisas na vida que exigem que a gente dê atenção integral, e eu estava fazendo isso. Aliás, vi inclusive comentários de gente dizendo que eu sou na verdade o Ulisses! Que absurdo!
Pensem o que quiserem, o Ulisses é um fofo, e pra mim é uma honra ser c
______________________________________________

PERGUNTE PARA A BARONESA!
Eu tenho recebido tantas, mas tantas perguntas pelo meu e-mail - que é BARONESAHUNGARA@GMAIL.COM - , que resolvi fazer uma sessão de opiniões sobre as perguntas que me fazem!
Mas lembrem-se: Não sou uma psicóloga, nem terapeuta, nem um modelo de cidadã. Eu sou o que vocês podem pensar de pior de uma mulher honesta: SOU UMA FÊMEA INFIEL. Portanto, se me fizerem uma pergunta, saiba que é a opinião de uma mulher infiel, controladora, egoísta e nada exemplar que vai responder, ok?

Começo aqui a seção de respostas:

"
BARONESA, me ajude.
amo muito uma colega, só que ela fica com muitos caras, até com amigos meus ela já ficou com quase todos. Eu tenho vontade de namorar ela e sei que um monte de conhecidos já transaram com ela, mas eu gosto dela de verdade. Será que tem algum jeito de ela parar de ficar com os outros e me namorar sério?
JCF - SP
"
JCF, querido, entenda: Cada um é o que é. Ela pode estar só passando por uma fase, pois vocês são jovens e de repente ela ainda muda muito na vida e passa a querer ter um rapaz certinho como você parece ser ao lado. Eu não sei se ela vai se tornar fiel, acho que isso não é muito provável. Se você curte bastante ela, que tal ser mais um dos rapazes que fica com ela, e vai mostrando aos poucos o que sente por ela? Talvez até você mesmo descubra coisas que gosta e ainda não sabe.
É difícil pra mim, que não conheço a menina, saber pelo pouco que você falou, se ela é uma mulher como eu, que sente prazer em ser promíscua, ou se é uma menina na fase da experimentação.
Boa sorte. Tente.





___________________________________________________________________________________

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...