Respostinha à indiganação de leitora

Tem uma senhora (mais uma), que está indignada com o conteúdo do blog. Me manda e-mails bordados de ressentimentos profundos e lamentosos.

Bem, Dona G., vou dedicar essa imagem para a senhora:

 




 É assim que a senhora gosta?



































Tomara que sim, mas se não for, saiba:
EU ADORO!

7 comentários:

  1. Dona G esse e um blog de conteúdo adulto, se você não gosta ou se incomoda e só não visitar mais.

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  2. A primeira foto é deliciosa!!!

    Beijos

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  3. Confesso que imaginei minha esposa sentindo uma esporrada cavalar no fundo do útero, com a segunda imagem.

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  4. Liga não Baronesa, isso são coisas de frustradas, mal amadas e mau fudidas kkkk

    Conheço pessoas assim, que não gostam de sexo e tá estampado na cara e humor, pessoa amarga, triste.

    Bjussss

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  5. sou casada a 6 meses e nunca fiz anal com ele ate semana ele me convenceu a irmos numa casa de swing la conhecemos um cara que me deixou louca ai fui com o cara pro reservado e fiz anal pela primeira vez ADOREI meu marido ficou pasmo não acreditava no que via eu gemer gritar pedir mais foi uma delicia agora não sei .....

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  6. Uma esposa satisfeita28 de novembro de 2015 23:05

    Convenci o meu marido a frequentar-mos o swing, pois á muito desejava ter sexo com um homem de cor. A minha surpresa foi quando me confessou que desejava também ter sexo com uma mulher de cor. Dizendo não se importar de trocar de parceiros com um desses casais. Durante toda a vida de casados nunca o havia traido, embora em solteira uma vez tivesse acontecido. Não foi nas primeiras visitas ao swing que encontramos o pretendido, apesar de convidados por alguns casais brancos sempre recusamos. Continuando as vizitas á boat, surgiu certa noite o casal desejado. Um casal de côr, com cerca de 35 anos, tal como nós, que pretendia relaçõs sexuais com um casal de brancos. O elemento masculino mal conseguia disfarçar o desejo de me sentir nos seus braços. Apresentamo-nos, êle de nome Miguel e ela Lulu. Eu, antevendo o que certamente ia acontecer nessa noite, não resisti á tentação em apalpar entre as suas pernas, parecendo-me estar ali algo muito grosso. Iria eu aguentar aquilo? Não tendo ainda tido filhos, estava moldada apenas por um pénis normal. O meu marido falava com a Lulú, até que em dado momento levantaram-se, fazendo sinal para os seguirmos. Seguimo-los de imediato até um reservado com uma ampla cama. O Miguel estava impaciente, abraçando-me e tentando beijar-me na boca. Apesar de muito excitada, opus inicialmente alguma resistência, pois nunca havia beijado um homem de cor, não sabia o que pensar daquela situação na frente do meu marido, noentanto acabei por ceder áquela lingua quente e grossa que procurava penetrar nos meus lábios. Pouca ou nenhuma atenção dedicava ao meu marido, consentrava-me apenas em mim própria e no Miguel, o qual, vendo quanto eu exitava em me despir, se encarregou de o ir fazendo, enquanto se despia também e pegando-me ao colo depositou-me na cama. Fiquei apenas com fino babydoll e uma minuscula cuequinha de fio dental, que pouco ocultavam da minha nudez. Ao sentir aquele corpo nu em contacto com o meu, a minha excitação foi tanta que passava as cuequinhas.O Luis ficou durante momentos a contemplar-me e eu contemplando igualmente o que êle tinha entre as pernas. Um pénis negro, erecto, tão grosso que certamente iria rasgar-me e com um comprimento que se não coloca-se perservativo ia descarregar o esperma mesmo no interior do útero, provocando de certeza também ali algumas dores no caso de estucadas violentas. Durante os breves instantes em que o Luis me contemplou bem o ouvi pronunciar! Que maravilhosa mulher! De imediato se inclinou sobre mim, procurando os meu lábios com os dêle e a desta vez aceitei mesmo a sua lingua enrolar-se com a minha, num beijo tão sex que só nos meus tempos de solteira sentira prazer semelhante. Continuei a ser acaraciada, lambida e beijada em todo o corpo, até que os lábios do Luis chagaram ao meio minhas pernas. Alí se manteve, beijando, lambendo, mordiscando o botãosinho mágico e metendo a lingua entre os lábios vaginais tão profundamente que os meus orgasmos eram constantes. Na verdade o que mais desejava era exprimentar aquele pausão negro. Exigi que colocasse perservativo. Eu receava não aguentar. Começou por pincelar com a cabeça do pénis os lábios da cona, aumentando cada vez mais meu tesão, esperando a todo o momento que aquele pausão entrasse em mim. Quando senti que começava a entrar, lentamente, sustive a respiração, parecia estar a ser como rasgada, era como perder novamente a virgindade, não sei desejava senti-lo todo ou se seria para ver se terminavam as dores, pois levantei as ancas para entrar todo rapidamente. O Luis parou os movimentos, mas a cabeça do pénis chegava-me ao útero. Assim continua-mos durante minutos até que comecei a ter prazer por me sentir tão preenchida e o Luis começou a movimentar-se, tal como eu, num delicioso vai-vem, com uma dorsinha deliciosa sempre que o útero era eslocado com as estucadas e os orgasmos voltaram cada vez mais intensos. Foi uma noite de sexo delicioso. Só não praticamos sexo anal. Não sei se o meu marido gosou tanto como eu, nunca disse o prazer que obteve, mas ambos concretizamos os nossos desejos.

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