Da série "Eu Confesso"

Um amigo do blog, o "MB", mandou algumas confissões bem fortes aqui! Vou tentar ilustrar!
(Ele pediu para ficar anônimo, por isso não vou publicar nome nem e-mail).

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Quando moleque 12 a 14 anos adorava brincar com a ditas galinhas da rua, eu era o garoto que dava amor para elas, adorava ver elas entrando no meio da tarde na casa de um dos vizinhos ou eles na dela ficar por ai e esperar eles saírem para dar um carinho para elas ainda usadas ... 
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"Quando garoto estava empinando pipa em um terreno baldio próximo de casa, e dois mendigos que moravam no terreno começaram e passar uma conversa em mim, os dois de pau duro me mostrando o pau duro e  peludo e dizendo que eu ia gostar de chupar e sentar no colo deles ... eu senti uma forte vontade de fazer aqui que nem entendia na epoco .. acabei chupando eles e fui penetrado por ambos .. acabei sendo a transa deles por muito tempo... chegava da escola e corri tomar banho e me trocar  e pegar coisas para eles comerem e roupas do meu pai rs*** e corria para la .... para servir de mulher para aqueles tarados... nossa podia escrever uns 5 ou 6 contos sobre isso ..
 


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Confesso que pensar em minha esposa com negros me excita mais que com outros homens, e que quando digo que a quero usada e gozada e larga que me mata de tesão.
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Confesso que quando era garoto atacava as pezinhos das amigas da minhas irmãs que dormiam em casa ... 
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Confesso que quando era garoto uma vizinha ja de uns trinta e cinco ou quarenta anos me usava mesmo .. transávamos toda tarde o que mais me excitava era saber o quanto ela era piranha, depois de um tempo, cuidava das filhas dela para ela sair com os amantes com a condição de voltar sem banho para o corninho aqui.

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8 comentários:

  1. Como falei em outro comentário mais antigo, reencontrei uma que tínhamos em torno de 10, 11 anos a poucos dias atrás.
    Ela era chamada de galinha na vila, mas era apenas minha, só ficava comigo e a molecada não se confirmava com isso, era apenas "a minha galinha"
    Nos reencontramos a poucos dias e em público, na rua, e os olhos brilharam.
    Do meu lado ficou a vontade do que não fizemos, ambos assustados em rever depois de 40 qnos.
    Hj senhora mau casada, passado conturbado mas guarda e lembra cada detalhe nosso como se fosse ontem.
    A Laura era chamada de Lalinha galinha ne vila...
    Ela mora próximo daquí, talvez uns 70 kms mas vem sempre.
    Quero falar em off contigo Baronesa, depois te passo meu mail tá ???
    E quem sabe poderei colaborar com alguns fatos da minha vida em seu ótimo blog, amei.
    Tomei a liberdade de copiar uma postagem tua e compartilhar no meu face, o "vou te fazer chorar" ou algo assim, só o texto, sem fotos.
    Mas falaremos sobre isso depois.
    Grande beijo mulher infiel, meu sonho de uma assim, quase tive...

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  2. Assino como RN a postagem acima, da Lalinha galinha, ok Baronesa ???

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  3. Isso me fez lembrar uma oportunidade de quando eu era adolescente e tava jogando bola e um garoto mais velho veio me oferecer 2R$ (pra criança uma fortuna) pra chupar o pau dele. No dia eu fiquei ofendido, mas isso ficou na minha cabeça por muito tempo e hoje eu de certa forma me arrependo por ter recusado. Se fosse um garoto que nao fosse do meu bairro e eu nao fosse ver frequentemente, acho que teria aceitado. Me arrependo ate hoje, talvez pq eu, heterossexual e corno assumido, tenha muita vontade de chupar um pau ainda hoje, mas nao posso falar isso para minha mulher, pois acho que ela perderia totalmente o tesao em mim.

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    1. Comia uma casada safada,

      e adorava humilhar o corno,

      ela adorava ser minha puta,

      e ele adorava ser corno humilhado.

      Um dia ele elogiou meu pau,

      elogiou e a esposa nem notou,

      mas ele ficou super constrangido,

      notando o acontecido, eu,

      quando a putinha foi pro banho falei pro corno:

      "chupa corno, sei que está com vontade".

      Ele ficou meio com medo, no começo,

      mas depois mamou que nem um louco.

      Mamou até a minha puta desligar o chuveiro.

      Abração Papa Todas

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  4. Pois eu aceitei. Com 15 anos, um colega da escola, negro, mais velho que eu, me ofereceu 5 cruzeiros para me comer. Não era só pelo dinheiro, eu queria experimentar. Fomos para o mato e ele me fez chupá-lo, me enrabou, bateu na bunda e gozou. Depois da gozada ainda tive que chupar de novo para limpar. Qundo terminou me deu uma forte palmada e ordenou: Vá lavar a bunda! Foi uma delícia, viciei. Hoje sou casado, mas não perco uma chance de dar a bunda.

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  5. Eu confesso já fui corno, gostei e quero ser de novo.

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