A Obra Feminina de Arte

Então, o que mais te agrada em mim, meu amado?


A obra de arte que eu sou?


As obras que eu posso levar em mim?



Ou as obras que outros homens fazem em mim?



Meus Imperdoáveis Pecados

Não espero perdão por meus pecados. Espero apenas um julgamento completamente justo. Pois pequei e peco com todo o prazer do mundo.

COMO A MAMÃE ENSINOU


Sua mãe sabe muito mais sobre safadeza do que você imagina. Se ela pudesse ensinar você a ser uma sem-vergonha, e você pudesse aprender com ela, certamente seria uma mulher invejada por todas, e desejada por todos.




MEU AMOR E NOSSAS BOCAS


Minha boca é lugar de membros lindos, grandes e duros. E principalmente, diversificados.




A boca do meu amor é lugar de minha vagina, usada, flexionada e lavada por estes membros.





UM VINHO COM A BARONESA

Quando vens tomar um vinho aqui comigo, Baronesa?




PARA SEMPRE USADA


Gosto deste trocadilho do Ulisses, do sonhodemanso.blospot.com, que costuma dizer sempre isso, com outras palavras:



"Mesmo depois que eu me lavar, meu amor, fui usada. Não estarei nova nunca mais. Para sempre estarei usada, cada vez que um homem me possuir. Serei mais usada, mais depreciada, e mais sua".




O QUE HÁ POR TRÁS DE UMA MULHER COMPORTADA?

Não se precipite.

Não é pelo fato de que uma mulher se porta como uma dama, com inocência e candura, que ela é também.
 "comportada sexualmente".

A doçura de uma mulher é sua primeira camada.



Sempre adorei o efeito de surpresa nos homens que subestimam minha sexualidade.


Por trás de uma postura de princesa que espera um príncipe em um cavalo branco pode haver uma vadia querendo ser varada por um corcel negro.

E eu amo tanto a ideia, que às vezes acho que até o sentido literal me faria feliz.



Ainda que não seja o desejo da maioria, quem sabe eu ainda tenha a sorte de ser insanamente estuprada por um grupo de homens que não suportem mais minhas provocações. Obviamente, uma fantasia impraticável, pela insegurança, tanto à vida como à saúde.

Mas já parou pra pensar que isso pode estar ocorrendo na cabeça daquela menininha delicada?



O RACIONAL DESEJO IRRACIONAL


O desejo de ser desejada como um macho deseja a uma fêmea. Desejo instintivo, selvagem, de um animal por outro. Acho que é isso que consome parte de toda a mulher, e faz com que ela se entregue mais facilmente nas mãos de um canalha completo do que nas mãos do príncipe encantado com que sempre sonhou.

Desjamos profundamente constituir nossa familha com ternura, amor e segurança. Mas desejamos desgraçadamente ser devoradas por um homem desprovido de qualquer pudor, caráter ou moral. 

O falo duro, intenso, latejante e gotejante fala mais alto do que qualquer linha racional dentro do útero de uma fêmea. E nós, mulheres, não passamos disso: Fêmeas.




O desejo de ser feita cadela por um homem cachorro, e os símbolos que me remetem à isso lavam meu sexo de desejo.

Me fazem buscar racionalidade onde ela não existe, e instinto puro e irracional no sexo e no amor.


E desejar apenas isso, ser animalizada. Feita uma reles cadela. E em todos os possíveis sentidos.



MINHA PRIMEIRA LINGERIE

Não gosto de falar de idade, tem muito moralista por aqui. Mas confesso que eu ainda não tinha pelo algum no corpo quando isso que vou contar aconteceu.

Mas lembro quando aquela colega e amiga, pouco popular, normalmente rejeitada por outras meninas. Ela tinha um comportamento diferente, parecia muito mais velha do que era. Talvez uma década mais velha do que na verdade era, pelo seu comportamento, jeito de vestir, independência.

Ela sempre comprava o que quisesse, e por muitas vezes pagou coisas pra mim nos intervalos de aula. Eu nunca a tinha visto pedir algo para sua mãe. Parecia financeiramente independente, embora sua família não parecesse ter posses. Era um contraste.

Certo dia, quando já confiava muito em mim, me revelou o que parecia o primeiro de muitos segredos.

- Queria te pedir uma coisa. Mas você guarda o mais completo segredo?
- Sim, eu não sei contar coisas secretas, sinto medo. Nunca conto um segredo - respondi.
- Se eu te der umas roupas, você veste escondida em algum lugar em casa, onde ninugém te veja, e experimenta pra ver se servem em você?

A pergunta era muito estranha. Mas pareceu interessante.

- Sim, - respondi - mas... você vai querer ver?
- Não. Vou te dar também uma câmera. E você vai se fotografar com as roupas. Mas uma coisa: NÃO FOTOGRAFE SEU ROSTO. Somente o corpo. Somente seu corpo, tenha certeza disso. Te ensino o jeito de fazer isso. E se fizer tudo certo, vou te dar um presente.
- Mas... Nossa, isso é estranho...
- Confia em mim? - desafiou ela - Confia na sua amiga?
- Sim...
- Então toma. Essa é a câmera. Nessa mochila, as roupas. Fotografa, e usa essa máscara aqui, sempre, tá?

Ansiosa, cheguei em casa, e me tranquei no banheiro. E verifiquei as roupas. Na maior parte, eram calcinhas e soutiens, de rendas, transparências e detalhes bastante diferentes de tudo que eu já tinha visto, até mesmo de mulheres adultas.

A câmera, naquela época, era uma "Love", descartável, daquelas de filmes, que se tirava apenas uma sequencia de 24 fotografias. Fiquei com vergonha. Mas fiz. Fotografei-me.

Algumas das roupas, camisolas e calcinhas, ficaram um pouco grandes. Tratei de ajustá-las, amrrando aqui, e ali.

No dia seguinte, antes de entregar a câmera, questionei:

- Você pretende mostrar isso alguém, Raquel?
- JAMAIS faria algo pro seu mal. É minha amiga. Mas sim, vou mostrar pra uma pessoa, que me pediu isso. Mas se você não fotografou seu rosto, vai ficar tudo bem, Ana.

Ela saiu do pátio, e havia um carro esperando ela do outro lado da rua. Vi ela entrar, sorrir, e me olhar fixo pela ultima vez antes de arrancar o carro e sumir.

Ela faltou a aula no dia segiunte.

Mas no posterior, quando eu estava entrando na sala, ela me puxou para o banheiro. Ansiosa e sorridente, puxou minhas mãos, e colocou entre elas o que custei a entender... Era dinheiro. Bastante dinheiro. O que seria equivalente ao que um pai nosso precisaria trabalhar uma semana para ganhar.

- É seu. Parabéns, ele ficou com as fotos!
- Aquele homem... ele comprou minhas fotos com aquelas roupas? - perguntei aterrorizada e estranhamente admirada.
- Sim. E quer mais. Disse que se usar essas roupas aqui, ou quanto mais "sem elas", paga mais.
- Você não tem medo dele, Raquel? De ele fazer algo? - perguntei cuidadosa
- Eu... A gente... Bom, ele é importante pra mim. Ele cuida de mim. Não me machucaria. E a gente... se dá bem.

Mas modou de assunto, e me puxou pra ver o restante das roupas.

Conforme fui me acostumando à ideia, fui gostando mais de fazer aquilo. Era divertido. Ousei. Era delicioso saber que alguém desejava tanto me ver daquele jeito, que pagava por isso.


 (Fim da primeira parte)

Dependendendo das reações dos leitores, postarei a segunda parte em breve.

Beijos da Baronesa.






Me contempla


 
Me usa.

Me suja
 

Me enche

Me fecunda.

Me humilha


Me descarta



Pra que eu seja acolhida e protegida pelo homem que amo.






PROVOCANDO A BARONESA: O MELHOR AMIGO DA AMAZONAS


Ah, Baronesa...

Desde que você abriu o Blog, eu fico ansioso esperando você contar aquelas histórias que já compartilhou comigo, que acho muito excitantes sobre você!

Podia nos contar sobre aquele "amigo" que você fez na fazenda em que passou um feriado com seu marido? Conta pra gente, dos "laços" que criou. 


Tenho certeza que muito mais gente gostaria de saber disso, não é mesmo, pessoal? (COMENTEM AMIGOS, QUEM SABE ELA CONTA!)

Ulisses

BRINCANDO DE BONECA




Baronesa, não seja tímida. Vem e conta pra gente como vc gostava e brincar de boneca!


ME AME, MESMO QUE IMUNDA








Mesmo que eu esteja violada e suja, faça amor comigo.




Mesmo que eu esteja maculada, que eu esteja com outros cheiros, me ame.





Mesmo que eu esteja infiel e traidora, faça de mim seu amor, sempre.




PROVOCANDO BARONESA: O AMOR E A FAMÍLIA

Sei que apesar de devassa, a Baronesa é uma mulher que prima e preza muito a família. E achei essa imagem linda, mostrando todo o amor que uma família pode trazer consigo, a pureza que não pode ser tirada dessa célula tão fundamental da felicidade humana.

Essa homenagem pra ti, Baronesa, que mesmo no meio de toda a devassidão que tu amas mergulhar, protege e ama tua família como uma leoa. 

Parabéns!

ASS. 
Teu amigo, Ulisses.

MEUS PRAZERES E MEU AMOR EM MINHA BOCA


Minha boca foi abrigo do prazer de muitos machos. Alguns, amores meus, vocês nunca desconfiaram. Os lindos sorrisos que você me viu abrir pra você já foram abrigo de membros duros, grandes e melados, instantes antes. Nem sempre você soube. E meu amor jamais te faltou. 



Esta minha boca que outros homens já encheram de esperma:
Já te encheu de beijos de amor instantes depois.




Minha boca já fez homens gemerem de prazer

E te fizeram suspirar de amor e ternura, horas depois.



E depois de sorver néctar de membros adocicados
Encheu tua boca de beijos doces logo depois.


Ainda que você nunca saiba a verdadeira fonte de meus sabores e aromas, sei que você sempre vai amar sentí-los.

E se você nunca entender o porquê me ama tanto, eu te explico: Sou uma doce vadia.


PERVERTENDO PORSONAGENS INFANTIS

Alguns desenhos animados me deixavam insparada desde menina.

Há alguns personagens de desenhos e outros clássicos da literatura que sempre me fascinaram por suas sensualidades. Poder vê-los pervertidos e em versões bastante sensuais, eróticas ou pornográficas é um presente que faz um delicioso jogo com a inocência infantil que vou carregar pra sempre, e o espírito libidinal que sempre tive, desde que me conheço por gente!




Semore adorei a Judy, queria ser linda como ela! E muitas vezes a imaginava nua. Tão lindinha e charmosinha que nem o papai resistiria mesmo!


Se eu tivesse visto mais jovem uma imagem dessas, me sentiria menos culpada por imaginar sozinha.


E a Jane Jetson? Isso é que era mamãe! George deveria agradecer todos os dias, e presentear amigos com uma cena dessas!

Feliz do George, por poder ver essa cena todas as manhãs antes de trabalhar, sabendo que tinha uma mulher e uma filha tão lindas!




E as Smurfete? Sempre imaginei ela sendo possuída pelo Robusto! Acreditem, tenho desenhos que fiz na quarta série, dos dois fazendo um 69. Quase fui expulsa da escola!


Sr e Srª Incível fazendo um workshop familiar? Babei.





E a Dorothy? Aquilo era uma vadia selvagem! (risos) Ao menos na minha imaginação. Coragem , cérebro, coração... Será que alguém tinha um membro bem grandão para colocar nela? Olha, juro que queria ter visto isso!

Leela, a ciclope do Futurama, é sexy por natureza. Sempre quis vê-la em cenas sórdidas.


Sempre achei que Lois era uma vadia enrustida. Amei ver essa cena em que Brian faz o que sempre quis vê-lo fazendo. Colocando ela no lugar de cadela. O filho pirogênico Stewie, como não poderia deixar de ser, assistiria e tentaria suas vez!

"Os Anjinho" tem um monte de personagens que ficariam ótimos numa orgia básica!



Agora, pra fechar com chave de ouro, Vandinha Adams, da forma como SEMPRE IMAGINEI. Assim, vadia como eu sempre fui e amei ser.


E então, qual seu personagem devasso favorito?

PROVOCANDO A BARONESA

Estou ansioso pra ver você contar as histórias juvenis que viveu, Baronesa

Vamos lá, o público do teu blog tá ansioso!


Teu amigo e admirador

Ulisses


 Aquele dia de fúria não poderia ser diferente. O peito palpitava, naquele momento. Eu já quase perdia a conta, já não lembrava mais de nomes, e por pouco, conseguia assimilar em que local estava. Há pouco, antes de estar ali, naquela cama quase estranha, havia descido de um taxi sem saber direito em que rua estava. O olhar safado do taxista parecia denunciar que havia acabado de fazer sexo com a passageira que deixava. Um certo olhar de desdém misturado ao de orgulho. Homem baixo, feio, sem atrativo algum, mas que acabara de sair de um motel barato de volta de rodoviária, onde putas sujas e feias entram com 'clientes' bastante proporcionais a elas.

Ele apenas fez o que tinha que fazer. E como fomos parar ali? Nem sei dizer direito. Eu saia da casa daquele que já havia sido o terceiro homem daquela tarde. Quinto ou sexto na agenda do telefone, que comecei a repassar para ver até onde eu seria capaz de ir, simplesmente dando para qualquer homem que aceitasse passar alguma hora comigo, usando-me como uma qualquer. E para de lá, ir para outro lugar, tomei aquele taxi. A cantada foi nojenta, e como a "Dona" não respondeu nada quando ele perguntou se "uma passadinha num 'quartinho'" parecia interessante, ele saiu da rota, e levou para lá. E lá, só lembro de alguns minutos de gemidos e trancos sem rítmo, onde ele ejaculou berrando dentro de uma camisinha que sobrava naquele membro pequeno e semi-mole. Agora, eu deixava seu taxi, dando-lhe uma nota de R$50,00, diante de um olhar incrédulo. Por certo achou que eu não pagaria a corrida pelo "favor" que lhe fiz. Mas sabia, estava fazendo-me ele o favor, de colocar-me onde queria me sentir: No lixo.

Não me demorei. Eu estava fedendo a suor de homens nojentos. 

Ainda teria mais alguns, quantos eu aguentasse, pela decorrer da tarde. E mal cheguei à frente da porta do prédio, já a vi abrir. Quase num teleporte, eu já estava saindo para outro encontro. Este não era tão pequeno, e seu membro estava muito mais duro. E não foi nada carinhoso. Pela primeira vez, pensei em encerrar a jornada. Mas não... Se eu ainda tinha dúvidas, é por que poderia aguentar mais.

 Que viesse o próximo. 

Já não podia me lembrar direito do primeiro, quando o quinto, ou sexto, me recebeu. Como todos os outros, conhecido de internet ou de encontros casuais andando pela rua, trocas rápidas de telefones, um encontro rápido em um motel, onde nem os nomes nem as fisionomias eram lembrados direito. Vai saber, são todos iguais, quando querem a mesma coisa. Tanto faria.

Ele já esperava no estacionamento. E dalí, pro Drive In, onde a recepcionista deu aquele pedaço de papel higiênico e uma camisinha a ele. Pior foi ter visto ele "pegar". Suspirei. Que fosse rápido. Mas infelizmente não foi. Ele quis tudo, de preliminares a trocas de cavidades. Não houve um orifício de meu corpo que ele não tenha enfiado aquele membro interminavelmente duro, e muito robusto. Eu não podia colocá-lo inteiro na boca, pois era muito grosso. Ainda assim, ele insistia. E por já estar muito ardida e machucada, eu pensei em desistir no meio do caminho. Mas não poderia fazer isso, ainda teria mais pelo menos um na lista. Ele acabou, e parti para o próximo.

O último, aquele velho senhor que me abordou na pracinha enquanto eu lia um romance de banca, e que me falou tanto de sua falecida mulher, a quem muito lembrava quando ela era jovem, e que acabou gozando na minha mão enquanto o masturbei no playground, apenas para poder calar sua insuportável boca e poder continuar lendo... Hoje ele mataria a saudade de sua falecida mulher. E me chamou pelo nome dela pelos longos 5 minutos que levou para gozar com seu membro flácido, mas ainda firme o suficiente para entrar um pouco na minha vulva, que estava terrivelmente machucada. Foi quase um alívio.

Saí sem me despedir, ele ainda parecia convulcionar naquele velho apartamento, em espasmos de quem não gozava em uma mulher havia muito tempo, nos seus aparentes 70 anos. O porteiro abriu a porta do velho prédio, e me atirou um beijo, dizendo para "voltar sempre". Nojento. Jovem e belo. Mas nojento. Quem sabe noutra ocasião, hoje eu mal podia andar.

Recorri a lista, para ver se havia um próximo, e ao parar de andar, não tive dúvidas: não tinha mais condições de prosseguir. Mas não me sentia satisfeita. Nem de longe me sentia capaz de estar satisfeita. Apenas não tinha mais vontade de prosseguir.

Resolvi voltar para casa.

Ao chegar, deitei-me no sofá, senti o couro frio me acariciar, e comecei a tentar montar as cenas na mente. Da bolsa, tirei as camisinhas que foram usadas para que eu fosse usada. As joguei sobre o couro negro, olhando o esperma vertido dentro delas. Tentei lembrar de cada uma durante seus usos, mas não era possível saber direito qual era qual. As lembranças estavam confusas. Então descobri quantos foram. Foram sete. Sete homens sentiram prazer no meu corpo. E nenhum foi capaz de fazer-me sentir. Porém, os sete juntos, me fizeram sentir-me plena. E um lixo.
 
Já perto de meia noite, ouvi a porta abrir. Deu tempo de esconder as camisinhas de volta na bolsa, antes que meu marido entrasse porta a dentro, chamando meu nome, assustado.

-"Ana, você está aí? Meu Deus, te procurei a noite toda... Não suma mais assim, Ana, nunca mais me faça pensar que me deixou". - E seus prantos brotaram. Tive pena, e amor. Vontade de abraçá-lo e proteger-lhe. Eu o amava tanto, aquele homem tão digno, tão bom e amável... E respondi-lhe:
-"Depois do que você me fez? NUNCA MAIS ATENDA O TELEFONE QUANDO AQUELA MULHER LIGAR". 
-"Mas amor, ela é minha colega, já te disse que nunca tivemos nada, somos apenas colegas e amigos..."
-"NÃO. Amigos não são mais, não vou admitir meu marido amigo daquela mulher".
-"Nunca mais falo com ela se você não quiser, amor. Nunca mais. Mas não me assuste mais assim".

As palavras dele desceram como doce na minha garganta. O beijei.

-"Faz amor comigo, Ivan. Me ame". - E o puxei pela mão, para o sofá grande, já me despindo -"Mas... com calma. Com muita calma. Como se fosse minha primeira vez, apenas me beijando"... - Sentir a carne quente dele entrar em mim como um espeto em brasa, senti cada ranhura que me foi aberta pelos sete homens que fiz gozar... E fechei os olhos, tentando imaginá-los... Cada estocada firme e convulsiva de Ivan me trazia um homem à mente. E agora sim, eu podia lembrar claramente dos detalhes. E mais uma, e outra, e quando senti a dor de uma virgem ser deflorada, finalmente gozei. Larga e alagada, agora vertia o esperma de Ivan.

E foi como sempre foi. Ele nunca foi o primeiro de uma noite ou de um dia. Vez ou outra também não foi o último.

-"Eu te amo, Ivan. Você é o homem da minha vida. Mas nunca mais me deixe com ciúmes".
-"Não deixo, meu amor, não deixo..."

E era bom que não deixasse. Sempre detestei traí-lo por raiva. Preferia fazê-lo apenas por amor. Ainda que ele jamais soubesse, sempre foi por amor.







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