TRÊS VERDADES SOBRE A FÊMEA INFIEL QUE A BARONESA É!

A Baronesa não tem postado muita coisa, acho que não tem mais entrado na internet! (deve tar de ressaca do final de semana! hehehe)

Vou postar três verdades que sei sobre ela. (Eu sei coisas da Baronesa que vocês iam ficar de queixo caído!).



Sei, por exemplo, que a Baronesa AMA cavalgar num garanhão. E tem que ser nua.


Sei que gosta de ser "Domada" por um domador de garonhões também. E sem arrego!


Sei que ela se comportava muuuuuuito mal na escola, por isso repetiu de ano na terceira série, e era duramente castigada sempre!


(hehehe! Se ela não me matar quando ver isso, deixo um abraço pros leitores da Baronesa Húngara, minha amada do coração, que tá de parabéns pelo blog lindo que tá fazendo!)

Meu primeiro amor


Clara lembrança.
Ele era o mais especial pra mim desde o primeiro dia. No meio de toda aquela jovial brutalidade, do jeito desajeitado com que eles me pegavam, com uma ansiedade imatura, ele parecia tão sereno, tão tranquilo. Eu notava, mesmo sem olhar ele diretamente, que ele não tinha pressa. Conforme os outros iam fazendo, em mim, alguma oportunidade aparecia, e ele até se movimentava para vir ter "a sua vez". Mas sempre acabava por hesitar um instante, o que bastava para algum outro, de forma quase rude, atravessar-se na frente dele, e... me pegar.

Naquela fase da vida, eles não eram nada demorados. Começavam rápido, e rápido terminavam. O importante para eles era que tivessem feito, e não importava nem mesmo o que estava sendo sentido. Por vezes eu pensava o mesmo. "Faça logo, e faça rápido", pensava eu. Afinal, embora alguns nem fizessem diferença, outros me faziam, e meu corpo ficava machucado. E um pouco sujo. Eu não posso dizer que gostava. Nem que não gostava. Era diferente, parecia simplesmente "necessário". Eles queriam, e o trato era simples: Eles faziam em mim, e não contavam pra meu pai que eu tinha feito com o primeiro deles com quem fiz, e fui vista por alguns deles.

É, e isso me aterrorizava. E tinha sido com Ele. Que agora me olhava com um certo ar de "comoção". às vezes eu via ele desviar o olhar. Sabia que ele se sentia um pouco culpado. Talvez ele jamais tivesse realmente desejado aquilo, quando aconteceu, mas eu quis. Não medi, até por que não tinha idade para medir consequências, o quanto poderia me arrepender. Mas jamais me arrependi de fato. 

Apenas perdi as contas. Era o quinto? Ou era o sexto hoje? Talvez já fosse o sétimo, pois me perdi nos pensamentos enquanto eles iam fazendo em mim. Eu estava em pé, de costas, com as mãos na borda de um velho poço, preferia nem ver os rostos, eles faziam muita careta. Se era sexto ou sétimo tanto fazia. Aparentemente, era o último. E não sei se por estar à espera de que acabassem logo, parecia maior que os outros. E acho que de fato era.

 

O maior incômodo é que todos, mas ele mais que os outros, tentavam por também na frente. Eu deixava claro que "não dava na frente". Somente atrás. Na frente era... simplesmente não podia. Mas ele forçava, tirava de trás, e ficava tentando empurrar com força "na frente". Eu me espremia toda para não entrar, e desviava com a mão, até que entrasse atrás novamente. Era um jogo de persistências, e eu geralmente ganhava. Geralmente.

"Já tá frouxo e sujo atrás. Deixa eu por na frente". Ele era persistente, e eu detestava escutar aquela voz com aquele tom debochado dele. "Eu aperto, coloca atrás. Eu aperto pra você", insisti. Com olhar de desdém e suspirando, senti ele empurrar com uma força maldosa. Muita força, e muito maldosa. Por sorte, era o sétimo. Já não fazia quase diferença. E como eu já estava "suja" de todos que "acabaram", ele simplesmente "escorregava".

Mas eu tinha um compromisso. Não com ele, mas comigo mesma. Se eu conseguisse apertar o sfincter com força, ele acabava mais rápido. E o intervalo já tinha acabado fazia tempo. Ele acabou. Demorou mais que os outros, e me sujeou mais que os outros. Mas acabou.

Eu ainda não tinha terminado de puxar as calças quando ele já tinha se virado e ido embora. Já estava atrasado pra entrar. E aquele olhar doce Dele, o "menino dos olhos serenos", agora estava mais atento a mim. Levantou-se, e veio, não tinha mais ninguém pra competir. Me olhou, e passou por mim. "Vamos. Vamos entrar atrasados.".

Não sabia explicar a sensação ruim de desprezo que senti. "Ivan... Vem cá... Quer fazer? Vem. Eu tiro, ó." 

Já virada de costas, na posição novamente, apoiada no poço, esperei. E ele ficou parado onde estava. 
"Não dá, estamos atrasados". Com a expressão frustrada, braços jogados ao lado do corpo, inertes, ele estava parado, me olhando.

"Vem, faz. Eu deixo você fazer na frente, você quer? Vem, faz na frente". Tentei convencê-lo. Mas foi inútil.

"Posso te dar um beijo"?

"Um beijo", pensei eu... "Ele quer um beijo". O beijei no rosto. E dei um abraço longo e demorado. Ele correspondeu ao abraço. Tinha quase um palmo menos que eu. E eu me sentia protegida no abraço daquele menino de olhos serenos. Quando o abraço terminou, ele estava com uma expressão diferente. Estava rosado, e agora, não parecia angustiado nem frustrado. Estava quase sorrindo!

Fomos em direção ao pátio da escola, que ficava umas centenas de metros daquele terreno abandonado e cheio de mato. Já fazia silêncio, todos já haviam entrado. Até ali fomos de mãos dadas. Dalí, ele me soltava, e eu entrava antes. Sempre separados. Sempre separados. Mesmo sendo de salas diferentes, era melhor assim.

"Atrás... Ali. Limpa atrás. Tá... 'sujo'. Limpa."

Ele sempre me avisava. Eu sempre ia limpando. Em breve escorria de novo, mas... Eu procurava manter limpo. Ele procurava me avisar. Acho que ele também me amava.

Antes de entrar, eu não me contive. Me virei, e o chamei:

"Ivan... Eu... Amanhã, será que... Faz assim, chega antes, eu vou mais cedo, tá? Quer ser o primeiro"?

Um instante pensativo, e ele sorriu. Fez "que sim" com a cabeça. E se foi pela outra porta. Fiquei com uma sensação boa. Amanhã seria diferente. Ivan ia fazer primeiro. Acho que eu o amava.


ANTES CEDO DO QUE TARDE DEMAIS.



Pense na coisa mais devassa que você for capaz. Pense na coisa mais inconfessável, naquilo que você talvez nem mesmo tenha coragem de contar a alguém que te dá, já te deu ou poderia vir a dar-lhe tesão.


Pense naquilo que você nunca imaginou que alguém além de você poderia sentir atração, fetiche ou excitar-se. No que você tentou sozinho, ou com pessoas que nunca revelará, ou que imaginou com pessoas que são proibidas pra você pelas mais variadas razões.


Imaginou? Pensou?











Entenda:
Eu ainda não tinha ainda pêlos no corpo, e já pensava. Fiz tudo que tive oportunidade assim que pude.






E agora? Assusto você com isso? Imagina naquela época, o quanto lhe assustaria....

Desde que me conheço por gente, bagunço tudo atrás de meus brinquedos favoritos. E sempre acabo descobrindo que os melhores brinquedos são os que entram profundamente em mim, e me preenchem.





OS TRUQUES FEMININOS DE SEDUÇÃO

Os homens realmente não conseguem compreender como funciona uma mulher. Os truques de que são capazes para fazer o desejo nascer dentro deles.


A inocência do olhar nem sempre reflete a pureza do coração.

Mesmo no mais inocente olhar, no mais meigo corpinho, pode habitar a devassidão que somente a alma feminina é capaz de conter. E não se engane com idades. Algumas "fêmeas" começam bem cedo a desenvolver suas artimanhas.


A postura feminina é seu maior trunfo. Faz de um homem seu rei, ou seu escravo.

A "candura é um caminho na dominação. Muitos homens acreditam que estão dominando suas mulheres pelo simples fato de elas se mostraram frágeis e submissas. Na verdade, é essa a curva que os faz perderem-se. Eles comem nas mãos de mulheres sedutoras, mesmo quando pensam que a estão dominando.


Desde meninas aprendemos a fazer parte de seus jogos.
 Para parecermos importantes, fazemos milagres invisíveis. Dos mínimos detalhes de nossa beleza, ao jeito de mover os quadris. Aprendemos a nos cercar de símbolos invisíveis que fazem com que os homens de qualquer natureza se interessem em nossos corpos, e através dele, nossas vidas. Algumas, como eu, preferem em muitos momentos atrair apenas para nossos corpos. E aprendemos isso muito, mas muito jovens. Algumas, como eu, aprendem cedo demais, e se sobrevivemos aos erros, viramos mestres.




Mas tudo isso tem apenas uma finalidade: Estar entre os homens que nos fazem sentir seguras e seduzidas. No meu caso, de preferência, entre TODOS eles, e AO MESMO TEMPO.


Estar entre meus homens é a maior vitória que posso conquistar.



Durante a vida, nos relacionamos com pessoas que não conseguem entender a lógica dos relacionamentos. Acreditam numa utopia de "igualdade", como se "direitos iguais" fossem garantia de harmonia numa relação. Babaquice. É este o nome deste tipo de pensamento.

Aquele rapaz com quem me relacionei aprendeu de maneira definitiva o significado de "direitos iguais".

Conforme fui abrindo minhas fantasias, deixando transparecer que sempre fui, desde menina, inclinada à devassidão e à liberalidade sexual - prefiro LIBERTINAGEM mesmo! -, ele me veio com aquela proposta ridícula:

"DIREITOS IGUAIS. SE VOCÊ QUER TRANSAR COM OUTRA PESSOA, TAMBÉM QUERO, E AO MESMO TEMPO. NÃO QUERO QUE VOCÊ FAÇA NADA QUE EU NÃO POSSA FAZER TAMBÉM".

Ah, é? Ok! Aquele casal de amigos que eu já cohecia havia algum tempo, e que sempre tive vontade de levar pra cama, seria perfeito. E foi.

Nunca imaginei que seria tão gostoso ser comida por aquela amiga de anos. Infelizmente, acho que meu querido namorado não gostou tanto assim de ser comido pelo marido dela.

Mas direitos iguais sugerem obrigações iguais, não acham, meu amigos?


Mesmo morrendo de vontade de dar pro meu querido amigo, preferi dar apenas para ela. Acho que minha relação com meu namorado não durou mais que algumas semanas depois disso. Mas valeu casa segundo que durou. E aqueles minutos que ele esteve com outro macho no ânus dele me deram mais prazer do que jamais tive durante toda nossa relação! Obrigado, amorzinho! Valeu enquanto durou!



EU ESCONDO PRA VOCÊ


Escondendo o rostinho por que, meninão?

Mas esse brinquedão lindo, esconde aqui na Baronesa, esconde! Esconde ele inteirinho!





INSTINTO MATERNAL, TESÃO E RELACIONAMENTO


A mulher tem na própria natureza o instinto de proteger, de amar, de acolher. Por isso uma das coisas que mais imperam no seu comportamento, é a tendência a tentar ser "a mãe" dos homens com quem se relaciona. Ela cuida, protege, procura fazer com que ele se sinta sempre seguro e bem.

Mesmo gostando de ser protegida, ela cuida de seu homem como se cuidasse de sua cria, e geralmente tende a se afeiçoar sem entender nem mesmo as razões por homens muitas vezes imaturos.

É por isso que quando olho um meninão como esse desta imagem, me vem uma vontade imensa de acolher. 


De acolher dentro do meu abraço, de acolher entre minhas pernas, de acolher esse brinquedão lindo dentro de minha boca, descansando mesmo, assim como está (e ainda assim é enorme!), ir abocanhando assim de baixo pra cima, tentando o impossível: Engolir inteiro.

Acho que por isso Deus nos fez capazes de gerar pessoas. De abrirmos as pernas para entrar o amor, enfiar o prazer pulsante e latejante para dentro. E também para de dentro de nós sair a vida.

É quando entendo as coisas que a vida ensinou, pois diante de um homem assim, tão desprotegido, posso ser uma dama altiva, forte e protetora, em pé e ereta. Para quando ele estiver seguro, poder cair de quatro, e oferecer-me como uma cadela. (E como amo me sentir cadela).

Baronesa

Ví Por Aí: MÃE-DE-FAMÍLIA

Essa postagem no Blog do Ulisses, http://sonhodemanso.blogspot.com.br/2011/09/mae-de-familia.html , simplesmente me deixou completamente acesa.

Menino levado! Ta aí embaixo a postagem transcrita. Beijos, querido!


MÃE-DE-FAMÍLIA

Não é uma delícia saber que a mãe de seus filhos é uma puta quando não está no exercício da função de mãe de família?

Dedicada, boa mãe, até mesmo minutos antes de sair para encontrar eu comedor. Vai deixar o bebê arrumadinho pra você cuidar enquanto ela sai pra fazer o que vocês dois mais gostam: Putaria.


Não é uma maravilha essa divisão de tarefas?
O Manso ganha o leite das crianças.
A esposa safada ganha o leite dos machos.

REPOSTAGEM: Que mesmo me amando ela... (Do Sonho de Manso pra você!)

QUE MESMO ME AMANDO


Ela prefira os paus dos outros!


(Só pra contribuir! Parabéns, Baronesa, o blog tá ficando delicioso!)



A PRIMEIRA GOTA DE UM MACHO

Amo aquela primeira gota de um macho viril. Acho que eu seria muito feliz se minha boca tivesse sempre o gosto daquela gota cristalina do tesão que causo num homem. Ou em vários.

Já me imaginei, quando dançava no meio de uma festa cheia de gente, simplesmente me ajoelhando, esperando cada um dos homens, TODOS ELES, dos meninos mais novinhos, aos senhores mais velhos, chegarem à minha frente, com seus membros semi-duros, e apenas "espremerem" aquela gota na minha boca, que estaria com a língua de fora, esperando um por um.

Não queria dar nem sentir prazer físico. Só ser o "depósito" daquele tesão. Acho que às vezes gosto de me sentir assim: Apenas um depósito de desejos.






"PODE BEIJAR A NOIVA"


 -"Anda. Faz logo. Hoje tem que ser mais rápido que nunca. Tenho um casamento me esperando, e um noivo no altar, que já deve estar olhando pro relógio".

A CÂMERA ESCONDIDA

Lembra daquele bilhete que deixei na sua mesa, no escritório, e você só achou depois do almoço?

"
Meu amor
Sei que você anda desconfiado das coisas que tenho feito à tarde, quando você trabalha. E arrumando o quarto, encontrei um brinquedo por lá: A câmera que você deixou escondida, talvez tentando me dar algum flagrante.

Como imagino que você tenha achado decepcionante gastar dinheiro naquele objeto que nunca trouxe resultados para você, resolvi ajudar você. Neste momento, estou dando para um ex-funcionário do condomínio, que você mesmo demitiu, já que é síndico há tantos anos, na frente da câmera que você instalou.


Se quiser chegar com os papéis do divórcio, tudo bem. Assino até sem ler. Ou, se preferir, traga aquela espumante que adoro, de pêssego, e compre-me uma camisola nova, que uso pra você esta noite, pra comemorar o perdão que você vai me pedir por não confiar em mim, e que talvez eu conceda, se você me der um banho carinhoso ao chegar. Vou precisar, pois tenho a impressão que o rapaz que estará comigo, enquanto você estiver lendo este bilhete, é bastante... "fogoso". Mas tentarei dar conta.

Te esperarei com a janta pronta e a mesa posta. Poderá ser nosso último jantar. Ou o primeiro de muitos jantares românticos desta nova fase do seu casamento. A fase em que sua mulher decidiu não ser mais apenas sua.

De sua eterna, ou ex-amada...
Bianca .

P.S.: Minhas tardes foram sempre alinhando seus ternos, cuidando de sua casa e seus jantares maravilhosos. Neste momento, devo estar com o primeiro homem, desde que te conheci, me invadindo a vagina que até então foi somente sua. 
"


MEUS BEIJOS IMUNDOS



Sei que você leva de mais saudoso de nosso amor...


...Os beijos imundos que te dei.

(Baronesa Húngara)





ACOSTUMANDO COM A PROMISCUIDADE DE SUA MULHER


Amor, eu sei que com o tempo você se acostuma. Apenas tente chegar em casa sempre sozinho. Não gosto de ter minha intimidade com meus amantes interrompidas por pessoas estranhas.
Obrigada.
Sua mulher amada.




NOSTALGIA


Hoje tem um amigo especial que sinto saudade de ter dentro de mim. Eu escreveria o nome dele aqui, mas não sei ainda se é seguro. Mas ele sabe, se um dia ler essa postagem, que o lugar dele sempre vai ser entre minhas pernas.

Sinto sua falta entre minhas pernas.

Sinto falta de algo seu dentro de mim.

Sinto saudade de você se derramando dentro e mim.



Casualmente sensual


Nunca se sabe quem está nos observando. Por isso gosto de estar sempre sensualmente programada. A calcinha precisa ser aquela que causa um impacto fulminante, e que crie a imediata vontade de ser simplesmente -tirada-!



Não sou capaz de saber quando estou sendo obsevada o tempo todo.

 Então prefiro estar pronta como se estivesse o tempo todo sendo observada.


E assim posso me sentir como gosto de estar. Excitada o tempo todo.


POSTAGEM DE ABERTURA: O COMEÇO DE TUDO

Este Blog é um refúgio. Aqui vou derramar minhas angústias, meus desejos, meus tesões, minhas fantasias, e talvez, apenas talvez, contar algumas histórias minhas.

Afinal, eu não poderia contar todas as minhas histórias. Acho que a maioria delas, JAMAIS CONSEGUIRIA CONTAR PARA NINGUÉM.

Não que eu tenha vergonha, pois não tenho vergonha das coisas que vivi. Mas acho que as pessoas são hipócritas demais para compreenderem o que se passa na vida de uma mulher. Especialmente nas coisas que a infância dela apresentou-lhe sobre o mundo, e as construções que foram sendo feitas na sua existência. Não é por mim. É pelas pessoas, que eu jamais contarei algumas histórias.


Algumas fantasias eu contarei. Algumas histórias, também. Até porque, algumas de minhas fantasias nem sei mais se são reais ou ficção. Há coisas que não sei se eu realmente vivi, ou se apenas fantasiei. Prefiro pensar que vivi. Até as ruins, pois me servirão sempre de lição na vida.




Se eu não detalhar minuciosamente, e até resumir bastante, sou uma mulher completamente comum. Pois é "nos detalhes" que eu realmente oculto minhas verdadeiras faces. Mas são muitas. E todas elas verdadeiras. Talvez, algumas mais que as outras. Mas todas verdadeiras.


Se resumida minha história, sou uma mulher que pensou ter conhecido o amor cedo demais. Pensou ter conhecido os homens cedo demais (muito, muito cedo). E que casou-se cedo demais. E só então, percebeu que não havia era descoberto coisa alguma. Então, recomecei a descoberta.

Quando me enganei pela enésima vez, desisti de realmente saber. Apenas explorar já me bastava. E só isso me satisfazia, realmente.





 Desprezei muitos homens. Achei alguns deles ridículos ao extremo. E aprendi a sentir prazer desprezando-os.





Quando virgenzinha, cheguei a  ter desejos de ser sequestrada e violentada por vários homens. Acho que só pra não sentir culpa em perder a virgindade. Talvez por ter perdido a inocência muito tempo antes de perder a virgindade. Vai saber.


Sonhei em ser levada e protegida por um home forte e invencível.
Mas ainda assim, sob proteção dele, ser uma cadela infiel.

Ser tratada como uma, tolhida de minha dignidade.
E me vingar sendo pior ainda. Suja, baixa e exagerada.


E ainda assim, não perder a candura.

Já fiz um homem bom, amoroso e dedicado, de palhaço. Já traí debaixo de seu nariz, apenas pra ser má. Estranhamente, me senti bem, apesar de tudo. E o amei mais ainda. Então vi o tamanho do poder de uma mulher. E dos desejos profanos de uma.



Tento não esquecer de nenhum homem que já tive na cama. Se pudesse, guardava cada detalhe, pra lembrar pra sempre. Mas às vezes, algum cai no esquecimento.



Experimentei o sabor de beijos de outras mulheres. Ainda estou aprendendo a lidar com isso. Mas amo seus cheiros e a precisão do toque que só nós sabemos oferecer.


Mas sempre acabo cedendo ao prazer de ser o lugar onde um homem tem prazer.


Mesmo com toda a pose do mundo, é o que sou. Uma princesa no cio.


Que as vezes quer não passar de uma cadela. Se choca com a imagem, eu sei. Mas às vezes é assim que quero me sentir. Vil e suja. Uma cadela.

Um objeto de uso.


E simplesmente ficas limpa, deixando tudo pra trás, como quem troca uma calcinha suja.



 Sou tudo isso, e ao mesmo tempo, nada disso. Minhas histórias, aos poucos vou criando coragem de contar. Mas prefiro falar de fantasias. E receber suas fantasias também. Gostaria de comentar seus e-mails, e trocar ideias, se for uma mulher como eu, que sente essas "coisas estranhas" por dentro, e não tem como dividir. E a gente sabe. Não há como compartilhar certas coisas.

Se quiser dividir, escreva pra mim: baronesahungara@gmail.com

Antes de encerrar este post de abertura, queria agradecer ao Ulisses, do blog www.sonhodemanso.blogspot.com , que foi um verdairo amigo e mestre. Me ajudou muito a me entender melhor, a ter coragem de fazer o blog, e especialmente me ajudar a corrigir e revisar textos, coisa que ele é impecável. Obrigado, amor, você é um encanto de homem e um exemplo de pessoa. Vai ser sempre importante na minha vida. Beijão pra você.

Críticas serão bem-vindas. Ou ignoradas, se forem inúteis. Mas faça como é direito, mande pra mim, e a gente troca impressões.

Por hoje, fico por aqui.

Baronesa Húngara


















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